Muita gente está convencida, à custa de desinformação, que o preço da electricidade é fortemente incrementado pela opção das energias renováveis. Frequentemente acusa-se o Sócrates desse grande crime de lesa pátria. Reparem no detalhe dos CIEG (Custos de Interesse Económico Geral) na factura da electricidade:
Alguém sério acredita que o que nos está a pesar no bolso na factura da electricidade são as renováveis?
No meu caso, de uma factura de 57€ (incha porco!), a fatia correspondente à produção em regime especial (renováveis) foram 1.6€.
As aldrabices, por muito que sejam repetidas, não se tornam verdades. Apenas enganam os papalvos.
ZM
A temperatura média da Terra subiu já 0.8ºC desde antes da Revolução Industrial, como resposta às actividades humanas que decorreram há 50 a 100 anos.
Se nos mantivermos business as usual estamos a caminho de um aumento da temperatura média da Terra que poderá estar entre 5ºC e 7ºC, ainda durante este século. Eu já cá não estarei, mas os meus filhos, supostamente, estarão.
Um problema grave decorrente deste aumento exagerado da temperatura da Terra é que há uma série de efeitos de realimentação positiva, que o amplificam: o aquecimento dos oceanos faz com que eles libertem CO2 que têm "diluído", o que aumenta a concentração de CO2 na atmosfera; os gelos polares, quando derretem, transformam uma superfície branca reflectora numa massa de água que absorve mais energia, contribuindo de novo para o aquecimento do oceano.
Se se verificar um aumento de 5ºC a 7ºC, esses efeitos de realimentação tornarão o aquecimento global descontrolado e dificilmente "travável". Haverá inúmeras zonas do globo, onde hoje as temperaturas máximas são da ordem de 27ºC, que passarão a ser inabitáveis por humanos, porque a temperatura exterior poderá chegar aos 82.2ºC. Ainda neste século.
Podemos continuar a enterrar a cabeça na areia, fazendo de conta que o problema não existe ou não será assim tão grave, mas eu preferia que toda a gente se assustasse de facto, para que cada um de nós colaborasse na inevitável e urgente redução global de emissões de gases com efeito de estufa. Read more...
I dedicate this post to the climate-change deniers.
Climate-change deniers come in three basic varieties: those paid by fossil fuel companies to deny that global warming is a serious human-caused problem; those scientists, a small minority, who have looked at the data and concluded for different reasons that the rapid and extensive increase in greenhouse gas emissions since the Industrial Revolution is not a major threat to the planet’s livability; and, finally, those conservatives who simply refuse to accept the reality of climate change because they hate the solution – more government regulation and intervention.
That the climate is now changing in ways unusual against the backdrop of long-term natural variation is accepted by nearly everybody. There’s a very strong understanding among knowledgeable scientists that human activities are responsible for most of what’s unusual about the current pattern of climate changes. Yet many in the media have treated climate change as if every one of this points were still in doubt and the expert community was equally divided on them.
The current reality is that not only is the climate changing because of human activities, but there is also mounting evidence that it is changing considerably faster than even the most worried climatologists were predicting just three of four years ago, and may unfold in an even more unmanageable and disruptive manner than they expected.
"Hot, Flat, and Crowded" - Thomas L. Friedman, 2008
First Law of Petropolitics: In oil-rich petrolist states, the price of oil and the pace of freedom tend to move in opposite directions. (The higher the average global crude oil price rises, the more free speech, free press, free and fair elections, freedom of assembly, government transparency, judicial independence, rule of law, and formation of independent political parties and nongovernmental organizations are eroded.)
Second Law of Petropolitics: Today, you cannot be either an effective foreign policy realist or an effective democracy-promoting idealist without also being an effective energy-saving environmentalist.
Excerpts from the book "Hot, Flat and Crowded", of Michael Friedman.
An interesting book, written about 4 years ago, but predicting most of the energy, demography and economy problems we are dealing with today. Recomended.
Uma apresentação que vale a pena seguir com atenção até ao final, onde se defende, mais uma vez, que a solução energética não passa pelo nuclear e seguramente também não incluirá os combustíveis fósseis por muito mais tempo.
Portugal é referido, a páginas tantas, como um bom exemplo de utilização de electricidade de origem renovável.
Eu continuo a acreditar que este será o caminho. Eficiência e geração renovável, a par com outras soluções de armazenamento que irão entretanto aparecer, tornarão possível viver de forma muito semelhante à que vivemos hoje, sem termos que recorrer a uma gota de petróleo ou derivados.
Só nos falta acreditar nesse futuro...
Artigo dos professores João Peças Lopes e Manuel Matos que clarifica algumas das inverdades que têm sido propagadas para a opinião pública, relativamente ao preço da electricidade e da sua relação com a geração eólica.
Foi publicado no caderno de Economia do Expresso da semana passada. Está divulgado no site da APREN.
Para que não continuem os suspeitos do costume a querer atirar-nos areia para os olhos.
Eu acredito mais num combustível de origem renovável, que por sua vez vá fazer girar os actuais motores da geração térmica, mas admito que este possa ser um recurso importante num sistema descentralizado do futuro. O maior problema que lhe encontro é a pouca densidade energética. Uma bateria destas, para acumular 2MWh precisa de um camião de 40 pés. Se colocarmos ao seu lado um gerador de 200kW, com combustível para 10 horas de funcionamento, teremos a mesma energia produzida no final dessas 10 horas e o espaço ocupado será o de um reboque com 5 ou 6 metros de comprimento.
Além disso, se se conseguir produzir um combustível de origem renovável, que faça rodar os actuais motores térmicos, o custo da propagação dessa solução será apenas o da geração do combustível, tudo o mais já está a funcionar.
A propósito de um post do meu amigo Miguel, que depois de trocarmos umas impressões sobre o assunto decidiu retirá-lo para investigar mais a fundo a questão, no qual era divulgado este filme:
...não posso deixar de expor alguns comentários de clarificação:
Para começar, aqui está o gráfico dos preços da electricidade nos 27 países da UE, hoje
Os preços são tirados daqui, e neste gráfico que tem os preços para o consumidor doméstico com consumos mais baixos, Portugal aparece com 10 países à sua frente (com electricidade mais cara). Agora vejamos esta tabela para a primeira metade do ano 2011 (altura em que o IVA ainda não era de 23%):
(Source)
Aqui, os países não aparecem ordenados, mas verificamos que Portugal, até esta altura não tinha um preço final elevado relativamente ao resto dos países, notando-se contudo que o peso das taxas além do IVA é dos mais elevados, dando alguma razão a quem diz que há um peso excessivo de custos extra no preço final da nossa electricidade.
Agora reparem no que acontece com o preço da gasolina sem chumbo e do gasóleo à data de hoje, retirados do mesmo local:
No caso da gasolina, Portugal tem 6 países à sua frente, no caso do gasóleo tem 9.
O que isto significa é que a situação do preço dos combustíveis é mais grave do que a do preço da electricidade, mas ninguém parece importar-se com isso.
Actualmente está na moda dizer mal das eólicas e das barragens, como se fossem elas o que mais nos custa nas contas de cada mês. Se compararmos o que gastamos em combustíveis e em comunicações, incluindo o MEO, a Internet e os telemóveis, veremos que a conta da electricidade é uma ninharia.
Do mesmo site retirei o custo da Feed-In Tarif para eólicas on-shore, ou seja o preço a que é paga a electricidade eólica em terra ao produtor. Nos países que tinham n/a, apaguei o valor para poder fazer o gráfico. Dentro dos que têm valor atribuído, Portugal aparece a meio da tabela, com um valor que é menos de um terço daquele apontado para a Itália e o Reino Unido.
O que isto mostra é que o discurso de Mira Amaral, Patrick Monteiro de Barros e companhia vai minando a lógica da política de energia que se iniciou no governo de António Guterres (e não nos de Sócrates, como estão sempre a querer vender-nos), onde se pretendia promover a geração renovável de electricidade, reduzindo tanto quanto possível a nossa dependência do exterior.
Eu acredito que haja margem para negociar alguns contratos excessivamente benéficos a alguns produtores, particularmente no que diz respeito às co-gerações a combustíveis fósseis, que hoje já nem utilizam a componente térmica do processo e continuam a ser subsidiadas, mas daí a vir dizer que as eólicas e as barragens são a hidra do orçamento, vai uma grande distância. Até admito que a barragem do Tua, em particular, devesse ser discutida (se ainda formos a tempo), mas para isso não é necessário montar uma data de inverdades, como a de dizer que o benefício liquido da produção das barragens é nulo. Pois se elas permitem armazenar o que foi produzido por eólicas quando essa electricidade não podia ser consumida, têm certamente um papel importante no sistema electro-produtor.
Eu tenho tarifa tri-horária e desligo a totalidade dos aparelhos de audiovisual (sobretudo a box do MEO, que é um sorvedouro de electricidade) durante grande parte do dia. Com a primeira medida poupo entre 4 e 5 euros na factura mensal e com a segunda poupo mais uns 3 a 4 euros por mês. Quantos consumidores se dão a este trabalho? Poucos. Porquê? Justamente porque a electricidade é barata. Dizer o contrário é atirarem-nos areia para os olhos.
O que sinceramente me assusta é que, por um lado, não vejo as pessoas convictamente interessadas em reduzir os seus consumos de electricidade, por outro, só conheço duas formas de se ter electricidade barata nos dias de hoje: carvão e nuclear. Será que os ecologistas que tanto se manifestam contra as barragens estão prontos para travar um eventual projecto de produção de electricidade a partir de energia nuclear? Será que queremos voltar ao carvão, com todas as consequências que isso acarreta para o aquecimento global e para as chuvas ácidas?
Alguns dos que erguem a bandeira dos sobre custos das renováveis, o que têm na agenda é a produção nuclear. É gato escondido com o rabo de fora. Por isso é que tenho tanto medo que as pessoas se deixem enganar por este discurso.
Informações interessantes sobre a conta da luz. Neste caso, trata-se de uma conta especial, porque representa 45 dias de consumo e não um mês, como é habitual. Trata-se da primeira conta desta casa.
Actualmente temos tarifa tri-horária, mas não estamos ainda a fazer grandes alterações de consumo, excepto a utilização da máquina da roupa que só fazemos no período de vazio. Temos a cozinha integralmente eléctrica, sem gás. Só utilizamos gás para a água quente. Ora, isso obriga a que utilizemos a placa e o forno no período de ponta da noite inevitavelmente.
Consumos: 59 kWh na ponta, 106 kWh no cheio e 84 kWh no vazio. Isto dá as seguintes percentagens: Ponta - 23.7%, Cheio - 42.6%, Vazio - 33.7% (este número é irritante, porque representa o peso dos equipamentos em stand by durante a noite).
Custo fixo: 16.20€ (seria 14.70€ se a tarifa fosse plana, ou seja, tenho que conseguir compensar 1.50€ de diferença, nos 45 dias a que se refere a factura).
Custo do consumo: 29.69€, contra 33.76€. Uma diferença de 4.07€, à qual temos que retirar o tal 1.50€. No final dá uma poupança de 2.58€, por causa dos arredondamentos.
Agora vêm os consumos extra:
Taxa DRCIE, que nem sei bem o que é: 0.14€ (desprezável)
Audiovisual: 4.50€, ao qual acrescerá IVA (isto é um ultraje, eu pago TV cabo, porque raio tenho que pagar esta coisa?)
IVA a incidir sobre o somatório dos custos anteriores, incluindo a tal taxa (isto não é outra daquelas situações em que se cobra um imposto sobre um imposto?): 2.02€
Total: 52.54€, contra 55.23€ caso não tivesse tri-horário.
Conclusões:
1 - A tarifa tri-horária compensa, mesmo que não alteremos os nossos hábitos. Tenciono ir explorando as possibilidades de redução de consumos na ponta daqui para a frente, sobre as quais, se for caso disso, darei igualmente notícia.
2 - No caso desta minha factura especial, caso o IVA já tivesse a 23%, como foi anunciado pelo Tretas Coelho, pagaria 62.14€, ou seja um aumento de 9.60€. [Nota, na sequência de um comentário do Rogério: o IVA dos Açores será "apenas" de 20%, em lugar dos 23% do continente, assim o custo desta factura após a referida medida seria 60.63€, ou seja 8.09€ mais cara. Obrigado pela correcção, Rogério]
3 - A tal taxa do audio visual representou neste caso 8.9% da minha factura da luz. Suponho que este custo seja fixo, pelo que em facturas de menor montante representaria algo mais. Não será isto um exagero "colossal"?
Uma apresentação muito interessante que compara as diversas características das várias tecnologias de carros, e que aponta para uma direcção que eu próprio preconizo há muito: os híbridos plug-in como transição entre o carro térmico e uma solução que há-de aparecer para tornar o carro totalmente independente dos combustíveis. Verifica-se que, já hoje, um carro eléctrico pode ter menos emissões de CO2 "from well to wheel" do que o carro térmico, dependendo do mix energético do país em causa.
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Estas não são do Funchal, mas são da mesma viagem. Foi uma deslocação integrada no projecto TRES, que envolve as Canárias, a Madeira e os Açores, e pretende encontrar soluções para os problemas das redes eléctricas das ilhas, no que concerne ao aumento da penetração de renováveis. A viagem foi muito interessante, para além dos aspectos turísticos que já tive oportunidade de divulgar.
Ponta de S. Lourenço, a ponta nascente da ilha da Madeira. Um lugar maravilhoso, que convida ao passeio.
Parte da equipa do projecto, em visita a um dos parques eólicos do Paúl da Serra.
Estação elevatória dos Socorridos. Uma solução do tipo da que é utilizada em algumas das novas barragens do continente, que é uma forma fantástica de armazenar os excedente de energia eólica durante a noite. No futuro, grande parte da electricidade renovável passará por soluções deste tipo.
Esfera de plasma no museu da electricidade, no _Funchal.
Esta é uma petição que cada um assinará se assim o entender, mas que não contará com a minha assinatura, pelas seguintes razões:
O texto é demagógico e não explica em profundidade o que está em causa;
Limita-se a cavalgar o descontentamento geral e o facto de o preço final da electricidade poder subir;
Pretende escamotear as razões que levam a que o preço da electricidade suba.
Refere por exemplo (ouvi na rádio) as "reservas de potência" como se esse fosse um custo que possamos de alguma forma dispensar
Trata-se de um texto e de um protesto que vêm na sequência do célebre manifesto anti-renováveis, que recupera parte da argumentação de Mira Amaral e dos seus fiéis e que me dá a volta ao estômago. Pergunto-me muitas vezes o que é que as pessoas pretendem. Querem electricidade barata? Vamos investir em nuclear. Podem começar a tirar à sorte em que "back yard" vai ficar a central (ou as centrais) e prepararem-se para suportar o valor do investimento. Querem manter tudo como está? Então preparem-se para a factura, porque os preços dos combustíveis fósseis, incluindo o gás natural (que tem um papel importante no mix energético nacional), vão subir de forma imprevisível nos próximos anos. Se queremos preparar-nos para o futuro e contribuir para a diminuição dos efeitos de estufa que decorrem da indústria da energia não temos volta a dar, temos que caminhar a passos largos para a utilização de energias renováveis. Isso tem um preço, mas a energia tem um preço e vai subir quer queiramos quer não. Do meu ponto de vista, a opção deste governo em apostar em força nas renováveis é acertada. O futuro mostrará quem tinha razão. ZM
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Esta semana estive na ilha de Samso, na Dinamarca. Aqui ficam algumas fotos de um lugar maravilhoso. Nascer do Sol no porto de Ballen.
Energi Akademi. Um edifício sustentável, desde o ponto de vista energético, passando pela ventilação, aproveitamento de água da chuva e conceito de construção Cradle2Cradle.
Idem.
Conjunto de painéis solares térmicos, que fazem parte de uma central de rede de calor (district heating) alimentada a fardos de palha. Aquecimento central distribuído por várias povoações, a partir de fontes totalmente renováveis.
Nordby
Ainda Nordby
A ilha de Samso é exportadora de electricidade e apenas tem fontes renováveis, maioritariamente vento. Claro que isso só é possível porque na mainland estão térmicas que anulam a variabilidade do vento. Nos Açores, isso não seria possível, porque temos redes eléctricas isoladas em cada ilha.
Poderia ainda desenvolver a sensação que tive quando entrei, manhã cedo, no terminal 2 do aeroporto, depois de ter estado vários dias na verdadeira Europa, mas acho que o país já está suficientemente deprimido e eu não iria acrescentar nada.
Existe no centro de Angra do Heroísmo uma central hidroeléctrica. Isto dito assim pode parecer um absurdo, porque todos pensamos em barragens, mas neste caso só o grupo gerador é que está na cidade, a água está lá no alto da ilha. Encontrei este impressionante componente das nossas "renováveis" absolutamente por acaso e, como sou muito curioso, estive à conversa com um simpático funcionário que me aconselhou a fotografar esta maravilha escondida.
Esta é a turbina que está a funcionar e que debitava na altura cerca de 100kw.
Esta era a antiga, que agora está parada.
Este tipo de turbina é muito curioso, porque, como vêem, o fluxo de água é dividido por dois "injectores" por forma a fazer rodar uma turbina muito semelhante às azenhas dos nossos avós. Só que neste caso a água é verdadeiramente injectada em lugar de apenas "cair" sobre as pás. Achei igualmente curioso o facto de o sistema ser extremamente silencioso.
A central fica mesmo ao lado do jardim público de Angra. Merece bem uma visita.
Por muito que os cépticos do aquecimento global continuem a querer fazer crer que não há problema, agrada-me saber que uma das pessoas mais ricas do planeta está empenhada em participar na sua resolução.
A notícia do carro eléctrico patrocinado pelo governo português é no mínimo curiosa. Destaco a frase: "...o Governo pretende que 20 por cento da frota automóvel do Estado tenha emissões zero a partir de 2011" Emissões zero de quê? De gases de escape? Isso talvez, mas se tivermos em conta que a quase totalidade da electricidade produzida em Portugal provém de centrais térmicas, com rendimentos abaixo dos 40%, é fácil perceber que por cada Km andado nestes carros, com base em energia da nossa rede eléctrica, estaremos a emitir mais do dobro do CO2 que emitiríamos se andássemos num carro convencional a gasolina ou a gasóleo. Onde estes carros circularem, teremos um ar todo "limpinho", à custa de mais do dobro da poluição em Sines, Setúbal ou Abrantes. Deixo aqui uma referência ao acaso: "Power plants burn a third of the fuel in the world. They account for a third of the CO2, therefore, released from the burning of fossil fuel. In my own country they release two thirds of the sulphur oxides and a third of the nitrogen oxides. What's more, every unit of electricity you save at the point of use saves typically three or four units of fuel, namely coal at the power plant. And in socialist or developing countries that ratio is more like five or six to one.", retirado de http://www.ccnr.org/amory.html
O carro eléctrico, no panorama actual, é uma fraude. Teremos provavelmente ainda muitos anos pela frente antes de podermos ter electricidade mais limpa do que o combustível fóssil queimado directamente no motor do carro. Só não percebo se este projecto é fruto de ignorância ou é mesmo um caso grave de venda da banha da cobra. ZM