Fotos soltas desde o nascimento do Matias

>> quarta-feira, agosto 26, 2015


Primeira foto dos 4 manos, poucas horas após o Matias ter dado entrada neste mundo.


Primeiro passeio dos homens da família, para deixar o pobre Matias sossegar um bocado ao pé das gajas.


Ainda o mesmo passeio. Onde terá sido?


Um outro passeio, noutro dia, neste caso aqui ao pé de casa, a um terreno que designamos por "o da comunidade". É para quando saír o Euromilhões.


Mais uma outra volta a pé aqui na zona, desta vez com o Matias já connosco (não está documentado).


O Simão no seu estado natural. Caminhando tranquilamente pelo mato sem gastar solas de sapatos.

Read more...

Lunchtime Photography III

>> terça-feira, agosto 18, 2015

Read more...

Lunchtime Photography - II

>> quarta-feira, agosto 12, 2015

Tinha-me esquecido desta. Fica agora, para completar a colecção.

Read more...

Lunchtime Photography I

>> terça-feira, agosto 11, 2015





Pictures I have taken during my lunch time (whenever I don't run, which is rare) around my workplace.
All done with Nikon D40, with Nikon lens without auto-focus (not on this camera).
Back to the basics.


Read more...

Douglas Dare - Lungful

>> quarta-feira, julho 22, 2015



Take in a breath
and treasure the light
don`t let them see you move
you've got nothing to prove
Hold out your arms
and place them in mine
don`t let me feel you shake
in fear they find mistake
Silence this song
with bugles that play
you need to hear the call
they wishing you to fall
don't let them see you fail
I will not let you fail
I will not let you fail
I will not let
You fail.

Read more...

Fraga de S. Simão - Portugal

>> segunda-feira, julho 06, 2015

D7K_0203

D7K_0204

Fraga de S. Simão - Portugal. Junho de 2015.

Read more...

A Rita e o João

>> segunda-feira, junho 29, 2015

D7K_0185
Serpins - Lousã - Portugal

Read more...

Questionarmos os nossos hábitos (falo de educação, claro)

>> domingo, maio 24, 2015

"Era uma vez um homem cuja mulher cortava sempre as duas pontas do fiambre quando o cozinhava (como quem corta a ponta do charuto). Um dia ele perguntou-lhe:
- Porque é que cortas as pontas do fiambre antes de o pores no forno?
Ela respondeu:
- Foi assim que a minha mãe me ensinou a cozinhar o fiambre.
Insatisfeito com a resposta, na primeira oportunidade o homem perguntou à sua sogra porque é que ela cortava as pontas do fiambre. Ela respondeu:
- Toda a gente cozinha o fiambre dessa forma. Foi assim que a minha mãe me ensinou quando eu era ainda miúda.
Sendo a mãe da sogra (avó da sua mulher) ainda viva, o homem acabou por perguntar à velhota por que raio cortava ela as pontas do fiambre.
Finalmente a resposta foi esclarecedora:
- Eu costumava fazer isso porque só tinha uma travessa de ir ao forno e o fiambre só lá cabia sem as pontas."

Esta história é contada no livro "Guerilla Learning", de Grace Llewellyn, a propósito da forma como olhamos hoje para a escola. Ela acrescenta:
"Parece que para muitos de nós o que se passa nas escolas é como esta história do acerto das pontas do fiambre."

Eu estou de acordo. Muitas das coisas que se passam hoje nas escolas perderam completamente o sentido ao longo dos quase 200 anos que este modelo já tem. Já ninguém questiona o propósito da escola e da forma como as coisa acontecem lá dentro. Desde as aulas às turmas, desde a campainha aos horários. Se nos dispusermos ao exercício de verdadeiramente reflectir sobre a razão porque fazemos o que fazemos iremos encontrar muitos becos.

Fica a história para agitar as mentes que estiverem interessadas nisso.

Read more...

Crianças, constipações e porcarias para comer.

>> domingo, abril 26, 2015

Hoje fomos acompanhar o Lourenço a um campeonato de Xadrez. Como habitualmente, foi a família toda, embora na verdade isso seja um valente sacrifício para alguns (todos?) de nós.
Ao fim de já algumas horas de lá estarmos, reparámos numa criança que comia alegremente Pringles. Deve haver poucas coisas piores para comer do que aquilo e por isso falámos entre nós do assunto. Mais tarde vimos a mesma criança comer pipocas de compra e depois gomas. Tenho ideia de ter visto dentro da mochila, a espreitar, uns Donuts também de compra. Tudo veneno, nada a que se possa chamar comida ou sequer alimentação.

O nosso Simão, também ao final de muito tempo de paciência a aturar um campeonato que se passa sentado em torno de umas peças de plástico, com iluminação artificial, concentração e silencio, deixou emergir a sua verdadeira natureza, pisou diversos cocós de cão que povoavam os passeios das imediações e acabou a lavar as botas numa grande poça de água que lhe chegava aos tornozelos. O resultado foi que ficou todo encharcado e acabou por ter que tirar botas e meias, ficando finalmente no seu estado mais natural, que é sem nada calçado.
Quando demos pela coisa, havia um sururu em torno da criança, tendo mesmo nós sido avisados de que havia um miúdo pequeno descalço, a brincar numa poça de água, que acabaria inevitavelmente no hospital Amadora Sintra a soro com uma grave pneumonia, provavelmente às portas da morte.

Não foi fácil convencer algumas pessoas de que esse é o funcionamento normal do Simão. A ideia de que uma criança descalça e molhada é o prenúncio de uma grave doença é algo que está marcado a ferro e fogo no imaginário colectivo Português. É uma coisa que já ninguém contesta nem critica, aceita-se simplesmente. Uma criança descalça a brincar, em Abril (quase Maio) numa poça de água acorda os mais dramáticos alarmes nas pessoas comuns, dando origem a reacções que podem ser relativamente violentas contra os seus cuidadores.
Felizmente, temos um trunfo de peso:
“Vamos para o quarto filho e nunca nenhum foi hospitalizado com pneumonia.”
Encolhem os ombros, como quem lida com chanfrados e deixam de nos aborrecer.

Não deixa de ser curiosa a forma como ignoram totalmente a outra criança, essa sim em verdadeiro perigo, que se “alimenta” de Pringles, pipocas, gomas e Donuts.
Se isto não está tudo do avesso, hão-de me explicar como é.

Estamos cada dia mais fora da “normalidade” no que diz respeito a educar filhos.

Read more...

Fotos soltas

>> sábado, abril 25, 2015

Lisboa, claro.







Read more...

Regata e Campeonato Nacional de Fundo de Remo

>> domingo, março 15, 2015

As imagens que consegui fazer na Regata e Campeonato Nacional de Remo.

D7K_0096

D7K_0098

D7K_0099

D7K_0102

D7K_0104

Read more...

Para quem gosta de percorrer caminhos difíceis...

>> quinta-feira, março 05, 2015



... para chegar onde vale a pena.

(esta música é o trail running dos ouvidos: é mais difícil, mas - caramba! - areja-nos a alma)

Read more...

No país do coelhito...

>> sexta-feira, fevereiro 20, 2015

Vi ontem esta reportagem no final do noticiário da SIC. Fiquei verdadeiramente transtornado.
Este é o tal país que "se orgulha" de ter ido além da Troika, este é o país do Mota Soares (como consegue dormir, Sr. Ministro?), este é o país do Cavaco, aquele que acha que nada se resolve sem austeridade.
Estas pessoas são tão humanas como todos nós.
Hoje mesmo foi votada no Parlamento, e aprovada por unanimidade, aquela coisa do Eusébio (quanto vai custar?). Não me sinto representado naquela casa, lamento.
Sinto-me triste e envergonhado com o estado a que este país, envergonhada e dissimuladamente, chegou.

Read more...

Passeio a S. Pedro e Santa Eufémia em preparação.

>> sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Preparando um passeio guiado a S. Pedro e Santa Eufémia, baseado em informação das obras de José Alfredo da Costa Azevedo.


Chalet onde viveu o pintor Adriano Costa, nascido em 23 de Outubro de 1890.


A Casa do Cipreste, de Raúl Lino.


Muro que já constava da gravura de Domingos Schioppetta de 1830, assim tal e qual.


Os gigantes que escaparam ao reboco com que cobriram os do ábside da Igreja de S. Pedro.


Portal da Igreja de S. Pedro, provavelmente do século XVIII. A igreja original, da qual restam ainda muitos sinais, datará do início do século XV.




Um curioso brasão.


Uma vista de S. Pedro, a partir da Quinta das Camélias.


Fonte Velha de S. Pedro.


Fonte Velha de S. Pedro, um local que muita gente desconhece, mas que merece bem uma visita. Esta fonte já existia nos finais do século XVII.


Capela de S. Lázaro, com pórtico Manuelino, com origem no final do século XV ou início do XVI. Era, na altura, parte integrante da Gafaria de Sintra, onde eram tratados os leprosos.


Já na descida para a Vila, uma belíssima salamandra aqui da terra.


Já quase no Penedo da Amizada, para descer até à Vila.

Read more...

Multiple mes

>> quarta-feira, fevereiro 11, 2015

Read more...

Sobre este blog

Somos Sintrenses por adopção, daí o frequente interesse por temas relacionados com Sintra. Actualmente, vivemos na ilha Terceira, nos Açores, mais propriamente na cidade de Angra do Heroísmo, o que transformou este blog, de alguma forma, num canal privilegiado para ir dando a conhecer como é a vida no meio do Atlântico.

  © Blogger template Simple n' Sweet by Ourblogtemplates.com 2009

Back to TOP