Sessão de leitura

>> sábado, junho 16, 2018











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Competição de Remo - Behind the scenes

>> segunda-feira, junho 11, 2018

Nesta altura do ano temos regatas de remo quase todos os fins-de-semana.
Como somos só três na federação e o trabalho durante a semana é sempre maior do que os dias, temos períodos de diversas semanas seguidas a trabalhar 7/7.
Na verdade não me queixo assim muito, porque gosto do trabalho, quer o do escritório, quer o de "campo". Há tarefas duras e há tarefas desagradáveis, mas também há coisas divertidas.
Decidi fazer uma "reportagem" com o behind the scenes de uma regata de remo. Aqui ficam os registos:


A primeira tarefa é sempre carregar a carrinha. Dependendo da regata em si, seleccionamos a carga a transportar: pórtico do patrocinador, tendas, megafones, rádios, números de proa, cronómetros, extensões eléctricas, computadores, impressora, braçadeiras, estacas, marreta, fly banners, telas, etc, etc, etc.






O armazém da FPR tem outras coisas fotogénicas além do material que levamos para as provas.


Rolando, a caminho do local da prova.


Antes do trabalho, é preciso comer alguma coisa.


Umas sanduiches e um sumo, um café e siga.


Uma das primeiras tarefas, neste caso, foi montar os sistemas de largada das provas.


Testando os sistemas da torre de largada.


Uma vista da pista a partir da largada dos 2.000m


Para já, temos o trabalho preparado, vamos embora por hoje.


Desta vez, a dormida foi nas camaratas do pavilhão desportivo do clube local. Tentamos sempre manter o orçamento das dormidas o mais contido possível.


Autoretrato na casa de banho do nosso alojamento.


Quando o alojamento não o inclui, começamos o dia da prova com um pequeno-almoço num café.


Neste caso, encontrámos uma boa pastelaria logo perto do alojamento.


Depois de todos os equipamentos afinados e testados, começa a azáfama na torre de chegada.


Parece um lugar tranquilo, mas aqui sua-se as estopinhas.


O sistema de photo finish dá uma boa ajuda.


Desta vez tivémos direito a intervalo para o almoço, embora um bocado a correr. Nem sempre é assim. Há provas em que dificilmente temos sequer tempo para fazer um xixi.


Já durante a tarde, de volta à torre, eis que surge um problema bicudo.


Se esta imagem tivesse som, não seria seguramente próprio para crianças. O problema estava mesmo durinho de resolver.


No fim do dia, quando já toda a gente se foi embora, esta equipa continua a transportar material para a carrinha. Somos sempre dos últimos a abandonar o recinto.


Prova acabada, já só nos falta comer qualquer coisa, fazer 200km de volta à Federação, descarregar a carrinha (desta vez, saltámos esse passo) e regressar a casa.

Esta reportagem foi efectuada com uma Nikon D40, já com uma boa resma de anos, com apenas 6MP, com uma lente de 20mm 2.8 que só foca manualmente nesta câmara. Todo um prazer.

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Marques Oliveira siblings

>> quinta-feira, junho 07, 2018

Há uns anos fiz um curso online de fotografia, do ponto de vista da apreciação das imagens e não da sua execução. Foi muito estimulante.
Um dos trabalhos que descobri nessa altura foi o notável projecto de Nicholas Nixon, que anda a fotografar as 4 irmãs da sua mulher (incluindo a própria) desde 1975 até pelo menos 2017. Faz a sessão todos os anos pela mesma data, com as 4 irmãs na mesma posição, desde há 43 anos a esta parte.
O projecto é conhecido por "Brown Sisters" e pode ser visto aqui ou aqui.

Deixo aqui a primeira e a última imagem desse projecto, que tanto me fascinou desde então:





43 anos separam estas duas fotografias. Foram sempre todas feitas com uma máquina de médio formato, com filme a preto e branco.

Quando o Matias nasceu, decidi começar um projecto idêntico. Designei-o Marques Oliveira Siblings. Só recentemente revelei o primeiro rolo de 120 onde estão as duas primeiras fotos da série. Espero sinceramente conseguir fazer 43. Era bom sinal, era sinal que teria chegado aos 94 com a cabeça a funcionar. Veremos onde acaba o meu. Entretanto, seguramente alguma coisa se interromperá no das Brown Sisters. Acho este projecto absolutamente fascinante. Espero conseguir manter a tradição de fotografar os meus 4 filhos no aniversário do Matias todos os anos. Para já, aqui ficam o primeiro e segundo aniversários.


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Quinta dos Sete Nomes - Ambientes

>> sábado, março 10, 2018

Três soltas da Quinta dos Sete Nomes, entre Colares e a Praia das Maçãs.





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Matias e o avô

Matias e o seu avô, um dia destes.

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Casa Fasquelle, Cadaqués

>> sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Já falei anteriormente da intensa paixão que nutro pela arquitectura de Peter Harnden e Lanfranco Bombelli, sobretudo o que fizeram ao longo de muitos anos de parceria e amizade na aldeia Catalã de Cadaqués.
Hoje, procurava informações para mostrar à Madalena, que me pediu ajuda numas questões ligadas com arquitectura, tropecei neste excerto de um DVD que já tive mas que se deixou de "tocar".
Esta é uma das mais belas obras de arte que alguma vez se fez no domínio da arquitectura.
Ainda gostava de um dia ter oportunidade de visitar esta casa.



Já agora, deixo um outro excerto do mesmo DVD que encontrei também por acaso.
Adoro a informalidade dos espaços, o convite ao convívio. Adoro os espaços de penumbra, que os arquitectos actuais tanto parecem abominar (faz sentido, numa época em que estamos sempre a esconder a sombra). Adoro os vãos recortados, quando isso é útil e as vidraças generosas nos espaços que o exigem. Adoro a forma orgânica como estes edifícios emergem, como se sempre lá tivessem estado.


CASA BOMBELLI from C C T_audiovisió producció on Vimeo.

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Big Thief - Mary

>> quinta-feira, janeiro 25, 2018

Uma descoberta recente. Uma beleza.



Mary
Big Thief

Burn up with the water
The floods are on the plains
The planets in a rose
Who knows what they contain?
And my brain is like an orchestra
Playing on, insane
Will you love me like you loved me in the January rain?
Mom and Dad and violins
Somber country silence
The needle stopped the kicking
The clothespins on the floor
And my heart is playing hide and seek
Wait and count to four
Will you love me like you loved me and I'll never ask for more
What did you tell me Mary
When you were there so sweet and very
Full of field and stars
You carried all of time
Oh and, heavens, when you looked at me
Your eyes were like machinery
Your hands were making artifacts in the corner of my mind
Monastery monochrome
Boom balloon machine and oh
Diamond rings and gutter bones
Marching up the mountain
With our aching planning
High and smiling
Cheap drink
Dark and violent
Full of butterflies
The violent tenderness
The sweetest silence
The clay you find is fortified
We felt unfocused fade the line
The sugar rush
The constant hush
The pushing of the water gush
The marching band
When April ran
May June bugs fly in
Push your gin Jacob
With the tired wiry brandy look
Here you go around Mary in your famous story book
We overcome the sirens
We look both left and right
And I can feel the numbness accompany my plight
And I know that someday soon I'll see you
But now you're out of sight
And you'll kiss me like you used to in the January night
What did you tell me Mary
When you were there so sweet and very
Full of field and stars
You carried all of time
Oh and, heavens, when you looked at me
Your eyes were like machinery
Your hands were making artifacts in the corner of my mind
Monastery monochrome
Boom balloon machine and oh
Diamond rings and gutter bones
Marching up some mountain
With our aching planning
High and smiling
Cheap drink
Dark and violent
Full of butterflies
The violent tenderness
The sweetest silence
The clay you find is fortified
We felt some focus fade the line
The sugar rush
The constant hush
The pushing of the water gush
The marching band
When April ran
May June bugs fly in
Push your gin Jacob
With the tired wiry brandy look
Here you go around Mary in your famous story book

Compositores: Adrianne Elizabeth Lenker
Letras de Mary © Domino Publishing Company

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Third Stage calling

>> quarta-feira, novembro 29, 2017


sosna sarna from jucho on Vimeo.


Há algum tempo que aqui não vinha.
Este é um vídeo relativamente enigmático, que deixo apenas como pista.
Chamei ao post Third Stage Calling.
Faz-me sentido. Faz-me muito sentido.

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Mais uma visita ao Alto Alentejo

>> segunda-feira, setembro 25, 2017

Já o disse aqui várias vezes, e mantenho: no Alto Alentejo sinto-me em casa como julgo que em nenhum outro lugar do país. Eu adoro Portugal, sobretudo o menos visitado e povoado, mas a zona de Nisa, Castelo de Vide, Marvão e afins é a que mais me faz vibrar.
Continuamos a procurar uma ligação mais fixa à zona, a ver se cola.
Ontem fomos fazer mais uma visita em família. Veremos no que dá.

Aqui ficam algumas fotos, feitas todas em Castelo de Vide.














Esta última foto foi feita pelo Simão ao seu irmão mais novo. Acho-a o máximo. O sacana tem talento.

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Penha Garcia - Agosto 2017

>> terça-feira, agosto 29, 2017

Este ano fomos fazer férias ao interior. Já não é a primeira vez. Desta vez escolhemos Penha Garcia. Quando lá chegámos soubemos que iríamos apanhar a feira Templária e acabámos por ficar mais uma noite do que tínhamos previsto inicialmente. Estavam dias de mais de 40 graus, mas conseguimos sempre arranjar forma de ter os putos de molho, pelo que não nos custou muito suportar o calor.
Ficámos primeiro alojados no Casal da Serra, que recomendamos vivamente. Os proprietários (António Pascoal e Belinha) são super simpáticos, a localização é magnífica, os quartos são muito acolhedores e confortáveis e o pequeno-almoço é digno de um hotel de cinco estrelas. Se forem para aqueles lados, não deixem de considerar essa hipótese.
Nas duas últimas noites fomos para uma outra casa, mais pequena, também gerida pelo mesmo proprietário, muito mais barata e mesmo ao lado do castelo. Calhou bem porque assim ficámos mesmo ao lado da feira Templária, que visitámos todas as noites, sem termos que nos preocupar com o carro.
Aqui ficam algumas fotos das nossas férias.


Monsanto reflectido numa janela do nosso alojamento.


Um arranjo de grandes troncos, à laia de vedação.


Natureza morta (viva, neste caso).


A sala do pequeno-almoço, onde tudo o que se vê em madeira foi feito pelo proprietário da casa, um carpinteiro de grande talento.


Simão sobre a imensa Trilobite que serve de plataforma flutuante na piscina natural.


Foi raro o momento em que o Matias esteve seco nestas férias.


Vista do Castelo de Monsanto.


A aldeia de Monsanto vista do alto do seu castelo.


Castelo de Monsanto.


Castelo de Monsanto.

Uma estranha estação de correios, na Meimoa.


Rua do Castelo, onde ficámos alojados duas noites, numa pequena casinha muito divertida.


Feira dos Templários.


Um ambiente caloroso e festivaleiro.


Penha Garcia vista do castelo.


O pequeno castelo de Penha Garcia.


Os cactos do castelo, já muito ao final do dia.


Os manos a andarem de carrossel manual. Não tinha motor, era à manivela.

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