No país do coelhito...

>> sexta-feira, fevereiro 20, 2015

Vi ontem esta reportagem no final do noticiário da SIC. Fiquei verdadeiramente transtornado.
Este é o tal país que "se orgulha" de ter ido além da Troika, este é o país do Mota Soares (como consegue dormir, Sr. Ministro?), este é o país do Cavaco, aquele que acha que nada se resolve sem austeridade.
Estas pessoas são tão humanas como todos nós.
Hoje mesmo foi votada no Parlamento, e aprovada por unanimidade, aquela coisa do Eusébio (quanto vai custar?). Não me sinto representado naquela casa, lamento.
Sinto-me triste e envergonhado com o estado a que este país, envergonhada e dissimuladamente, chegou.

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Passeio a S. Pedro e Santa Eufémia em preparação.

>> sexta-feira, fevereiro 13, 2015

Preparando um passeio guiado a S. Pedro e Santa Eufémia, baseado em informação das obras de José Alfredo da Costa Azevedo.


Chalet onde viveu o pintor Adriano Costa, nascido em 23 de Outubro de 1890.


A Casa do Cipreste, de Raúl Lino.


Muro que já constava da gravura de Domingos Schioppetta de 1830, assim tal e qual.


Os gigantes que escaparam ao reboco com que cobriram os do ábside da Igreja de S. Pedro.


Portal da Igreja de S. Pedro, provavelmente do século XVIII. A igreja original, da qual restam ainda muitos sinais, datará do início do século XV.




Um curioso brasão.


Uma vista de S. Pedro, a partir da Quinta das Camélias.


Fonte Velha de S. Pedro.


Fonte Velha de S. Pedro, um local que muita gente desconhece, mas que merece bem uma visita. Esta fonte já existia nos finais do século XVII.


Capela de S. Lázaro, com pórtico Manuelino, com origem no final do século XV ou início do XVI. Era, na altura, parte integrante da Gafaria de Sintra, onde eram tratados os leprosos.


Já na descida para a Vila, uma belíssima salamandra aqui da terra.


Já quase no Penedo da Amizada, para descer até à Vila.

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Multiple mes

>> quarta-feira, fevereiro 11, 2015

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Carimbos, na escola cá de casa...

>> domingo, fevereiro 08, 2015







Carimbos feitos de batata, lã, rolos de papel higiénico, etc. O resultado é francamente divertido.

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Primeiras fotos com a D7000

>> sábado, janeiro 31, 2015

Já há algum tempo que tinha decidido trocar a minha Nikon D300 pela Nikon D7000. Tive a D300 à venda durante várias semanas ou meses no OLX e no Custo Justo, mas nunca me apareceu nenhum interessado sério além dos habituais "scammers".
Na semana passada, embora eu já tivesse desistido da ideia, eis que uma amiga me contactou para saber se eu estaria interessado em vender-lhe a D300 para ela oferecer ao marido. Eu aceitei o negócio, fiz-lhe um excelente desconto (além de acrescentar alguns itens interessantes ao pacote) e comecei a procurar a minha futura D7000.
Não levei muito tempo a tropeçar num anúncio que um fotógrafo profissional (depois de aposentado de outra profissão) tinha colocado justamente no OLX. Um dos critérios que me levou a seleccionar este anúncio no meio dos outros foi que a todos pedi que me enviassem o número de série da máquina bem como uma foto feita na hora (para verificar nos sites da especialidade se havia referência do roubo da máquina e quantos disparos tinha). Este foi o único que respondeu à minha solicitação. Dois dias depois tinha trocado a minha companheira dos últimos 5 anos (comprada já usada, embora com muito pouco uso) pela máquina que prevejo que estará comigo nos próximos 8 a 10 anos. Veremos se tenho razão.

O dia de hoje, o primeiro em que consegui ter a máquina na mão com luz do dia, permitiu-me apenas apresentar uma curta colecção de exemplos, mas posso dizer que estou tremendamente satisfeito com algumas das características que procurava: imagens de boa qualidade directamente da máquina e capacidade de fotografar sem ruído com isos altos (até 1600 não se nota nada).

A ver se a minha veia criativa se anima e se trago em breve mais exemplos da fabulosa qualidade desta ferramenta.













As fotos foram todas feitas nas Casas Novas do Penedo, na inauguração de um espaço alternativo, designado Cornucópia, na qual participámos como animadores de um "workshop" de Origami.

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Almoçageme e Adraga

>> domingo, janeiro 11, 2015


Poço da Aldeia, em Almoçageme.


O coreto, ao final do dia.


Praia da Adraga, ao pôr do Sol.


"Ataque" à Praia da Adraga, por uma pandilha de participantes num raid fotográfico do Nanã Sousa Dias.

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Visita aos avós


Simão, na horta, com o avô.


Calças no estendal.

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Estaremos à beira de um salto qualitativo nas organizações?

>> quinta-feira, janeiro 08, 2015

Esta apresentação é fabulosa. Vale a pena o investimento de tempo.

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Um início auspicioso

>> quinta-feira, janeiro 01, 2015



Hoje, às primeiras horas do dia, enquanto saboreava o meu "green smoothie" matinal, comecei a ler o 1Q84, do Haruki Murakami.
A cena inicial, magistralmente escrita, tem como banda sonora esta épica sinfonia que aqui vos deixo. Convido-vos a ouvirem-na até ao fim, porque ela parece fazer sentido como um todo. A forma como Murakami ajusta a narrativa da cena à musica que a personagem ouvia no táxi onde seguia é absolutamente magnífica. A menos de 30 páginas do início do livro, estou desde já capturado para o seu universo e em pulgas para seguir adiante.

Este blog está animado :-)

Que 2015 vos (nos) corra tão épico como a música que Murakami me ofereceu nesta abertura de livro e de ano.

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Últimas fotos do ano.

>> quarta-feira, dezembro 31, 2014

Nas derradeiras horas de luz do último dia do ano 2014, ainda consegui fazer 3 fotografias na zona de Adrenunes, junto à Peninha, em Sintra.
Depois vi o último pôr-do-sol do ano e fui para casa aquecer-me na lareira.
Aqui ficam os 3 registos:

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Aqui, mesmo por cima do pequeno bosque de carvalhos, temos a aldeia de Almoçageme, que hoje nos alberga. Mais ao fundo, temos a Praia das Maçãs. Não é visível na foto, mas viam-se perfeitamente as Berlengas. Foi um estupendo fim de dia e fim de ano.
Diria que a coisa promete...

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Parque da Pena em final de ano

Na preparação de um percurso guiado para um grupo de turistas, andei pelo Parque da Pena a reconhecer o que iria fazer. Eis algumas fotografias que por lá fiz nesse entretanto:























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Passeio à Peninha

Há dias fui testar um passeio que hei-de guiar no dia 11 de Janeiro, desde o Penedo à Peninha e volta.
Aqui ficam algumas fotos que tirei durante esse teste.









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Cinemas e bichos

>> terça-feira, dezembro 30, 2014

Umas curtas férias de fim-de-ano, permitiram-nos entregar as crianças (todas!) aos avós, dando-nos uns preciosos dias a dois, que é coisa que nos sabe a mel (literalmente) nas raríssimas ocasiões em que acontece.
Tentamos sempre aproveitar para fazer os nossos jantares românticos e para umas incursões (anuais) ao cinema.
Ontem foi um desses dias: comprámos os bilhetes para o Interstellar (que filme fabuloso, o melhor do ano, a dois dias deste terminar) e fomos depois ao nosso culto de Cascais - o Manolo dos frangos, onde já vamos desde namorados, há quase 2 décadas -, meio frango para cada um, empurrado por uma imperial, uma salada mista à la Manolo, eis um pequeno e ainda acessível prazer que qualquer um pode gozar.
Regressados ao ambiente plástico dos cinemas Nos do Cascais Shopping, entregámos os bilhetes e disseram-nos que teríamos que aguardar porque estavam a efectuar a limpeza da sala. A primeira ideia que surge é a de que alguém se sentiu mal no cinema e vomitou a cadeira ou teve um ataque agudo de caspa grossa, obrigando à intervenção da brigada do aspirador. Faltavam ainda umas horas para que percebêssemos a necessidade da tal limpeza...
Enquanto esperávamos, e depois de termos pago com alguma resistência os 13€ que custam as duas entradas no cinema actualmente, reparámos que para a generalidade das pessoas esse custo não será muito elevado, pois que o majoram com o custo dos "pacotes" de pipocas e Pepsi que TODOS adquirem, como se não fosse possível ver um filme sem tal acessório.
Já na sala, comentávamos impressionados (coisas de quem, com 3 filhos pequenos, raramente vai ao cinema propriamente dito) a quantidade de gente (a quase totalidade) que entrava com baldes de 3L de pipocas e dois gigantescos copos (baldes) de Pepsi. Pergunto-me se em casa farão a mesma coisa e deixo de me espantar com a publicidade à Nutribalance.
Entretanto, chega a hora do início do filme e, para nossa surpresa, começa um festival de publicidade que levaria quase meia-hora a terminar. Ir ao cinema nos dias que correm é um exercício de paciência.
Finalmente, bastante tempo depois da hora marcada, começa um dos melhores filmes que vi na vida e seguramente o melhor do ano: Interstelar. É um filme com muitas leituras, mas que me tocou em diversos pontos particularmente sensíveis: desde a questão do que estamos a fazer ao planeta e a previsão de como acabaremos todos inevitavelmente por deixar de ter com que nos alimentar, até à questão do amor como força única que atravessa qualquer dimensão, incluíndo o tempo e o espaço, passando pela ideia de que nós podemos, afinal, ser mesmo aqueles de quem temos estado à espera, considerando que podemos estar a tentar consertar coisas a partir de um futuro onde poderemos já estar simultaneamente. É um filme que vale a pena ver com muita atenção e que, para variar, me emocionou a um ponto que me deixou embaraçado quando subitamente se acenderam as luzes para um intervalo que me pareceu desajustado e fora do tempo. Mas ainda não acabaram com isso?
Não, não acabaram, principalmente porque a horda de animais que ocupava a restante plateia saltou como se tivessem carregado no "Eject" para irem adquirir mais pipocas e mais Pepsi. Eu comentei com a Raquel que deviam ir buscar sacos de enjoo, porque despachar um balde de 3L de pipocas em meio filme não pode ter outro resultado.
Afinal, quando a segunda parte começou, eles regressaram apenas com mais pipocas, como se tivessem estômagos tão vorazes como o buraco negro que aparece em destaque no filme.
Entretanto, ainda no início do filme, mas quando já tudo estava a rolar em velocidade de cruzeiro, tinha-nos aparecido uma família de brasileiros perguntando qual era a nossa fila e quais os nossos lugares, para concluírem que a sua fila (vinham atrasadíssimos) era a mesma, mas na ponta oposta. Felizmente optaram por ir dar a volta, chateando outros espectadores.
Resta-me dizer que, assim que o filme termina, ainda antes mesmo de surgirem as primeiras letras da ficha técnica, acendem-se as luzes e, mais uma vez, parece que alguém disparou alfinetes nos traseiros da generalidade da plateia: toda a gente se levanta de um salto e começam a despejar a sala, dando a entender que o que acabaram de presenciar não lhes disse mais do que qualquer episódio da Casa dos Segredos. Eu fiquei a questionar-me sobre o que os faz irem ao cinema.
Ficámos na sala até entrar de novo a brigada da limpeza e só nessa altura demos verdadeiramente conta da necessidade de tal equipa. Havia pipocas por todo o lado, cobrindo o chão e as cadeiras e havia também alguns copos de Pepsi derramados na alcatifa.
Saímos relativamente envergonhados, desejando uma boa noite aos pobres funcionários que teriam que repor a sala como estava antes.
Acho que percebi que, afinal, as pipocas e a Pepsi têm uma função social importante: manter pelo menos 4 postos de trabalho, a pessoa que as vende ao balcão e as 3 pessoas que têm que limpar a javardice que delas resulta.
Desculpem-me este longo desabafo, mas foi uma experiência que me tocou intensamente. Não me agrada a sensação de presunção que daí de corre, mas senti-me verdadeiramente a partilhar o cinema com uma vara de porcos. Uma vara de porcos que, além do mais, não me pareceu perceber metade (um décimo?) do que passou pelo ecrã.
Foi estranho...

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Uma visita ao Parque da Pena

>> segunda-feira, dezembro 22, 2014

Com o pretexto de ir preparar uma visita que irei guiar para um grupo no final do ano, fui percorrer a quase totalidade do Parque da Pena. Aqui ficam algumas das fotografias que fiz.

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A Gruta da Serpente, um dos segredos escondidos do Parque. Não consta dos mapas oficiais e poucos a conhecem.

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Outro dos segredos do Parque da Pena. Onde ficará este pequeno tesouro?

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Sobre este blog

Somos Sintrenses por adopção, daí o frequente interesse por temas relacionados com Sintra. Actualmente, vivemos na ilha Terceira, nos Açores, mais propriamente na cidade de Angra do Heroísmo, o que transformou este blog, de alguma forma, num canal privilegiado para ir dando a conhecer como é a vida no meio do Atlântico.

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