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Segunda paragem - Penamacor

>> sábado, agosto 24, 2013

A nossa segunda paragem das férias foi a região de Penamacor, no distrito de Castelo Branco.
Fomos acampar para o parque de campismo do Freixial.
Não sendo o mais fantástico dos parques de campismo do país, respondeu aos nossos dois principais objectivos: sossego e piscina para a canalha.
As voltas que aproveitámos para dar por Monsanto, Penamacor, Penha Garcia e arredores foram um extra muito saboroso.
Aqui ficam as fotos.

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Penha Garcia

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Penha Garcia

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Penha Garcia, junto ao Castelo.

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Um dos moinhos de Penha Garcia, agora com vocação museológica.

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Madalena sobre uma trilobite, na piscina natural de Penha Garcia.

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Madalena nas ruas de Penha Garcia.

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Pôr do Sol em Monsanto da Beira.

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Recado encriptado, na casa de banho do parque de campismo.

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Simão, o descarado, em Monsanto.

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Pelas ruas de Monsanto.

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Mãe e três putos, na aldeia mais Portuguesa de Portugal (Monsanto, claro).

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Casas e penedos em Monsanto.

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Primeira paragem - Douro

>> quinta-feira, agosto 15, 2013

A primeira paragem das nossas curtas férias foi junto a S. João da Pesqueira, no Douro.
Ficámos aqui. Recomendo vivamente.
Fica um pouco a montante do Pinhão, na margem oposta à Quinta da Ferradosa.
É um local paradisíaco, longe de tudo, absolutamente silencioso e tranquilo, apenas agitado pelo passar do comboio (meia-dúzia de vezes ao dia) e pelos cruzeiros do Douro.
Apetece ficar por lá muito tempo.

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Lourenço marinheiro. Atrás está o José Alberto, que dirige o projecto.

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Salavessa

>> sexta-feira, maio 25, 2012

Quando fui correr o Ultra Trail de São Mamede (do qual, eventualmente, ainda falarei noutro post), dormi na Salavessa, uma aldeia amorosa, encostada ao Tejo, no concelho de Nisa. Devo dizer que fiquei apaixonado. Se não fosse o facto de termos 3 filhos pequenos e querermos estar numa zona onde haja mais crianças, era para lá que rumávamos, agora que estamos de partida dos Açores (brevemente).
Aqui ficam algumas imagens das propriedades do meu sócio e amigo Carlos e da família:

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Todas as fotos acima são da "Tapada", uma propriedade do Sr. Dias, em plena Salavessa.

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Estas duas anteriores são da horta do Sr. Francisco, um exemplo de uma horta biológica, estupendamente organizada.

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Aqui temos "O Sobreirão".

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Não me consigo lembrar do nome deste terreno, mas é encostado ao Tejo (que se vê ali ao fundo). A foto é tomada de dentro de uma casinhota de xisto que lá está, à espera de recuperação. É um local mágico, onde repentinamente senti que me estava a faltar esta comunhão com o silêncio e o cheiro das aromáticas silvestres. Este foi o local que me enamorou por completo.

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Uma vista para Sul, do mesmo terreno.

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O meu sócio e amigo Carlos, no fundo do seu terreno, junto ao rio Tejo. Não saberei explicar o que se sente neste local, mas é pura magia e uma atracção aditiva. Estou rendido ao prazer espiritual do silêncio.

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Esta imagem não resultou, porque lhe falta escala. Cada "laranja" destas terá uns 20cm de diâmetro. Não estou a exagerar. Dizem, contudo, que são intragáveis, mas são as maiores laranjas que vi na vida, eventualmente cruzadas com melancias. Um fenómeno do Entroncamento, desta vez na aldeia da Salavessa.


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A propósito de Antoni Tàpies

>> terça-feira, fevereiro 07, 2012

Há já uma boa resma de anos, quase no tempo em que os animais falavam, conheci a cidade de Cuenca, em Espanha, a uns 180km a Sudeste de Madrid, por causa da escalada. De resto, é uma cidade que vale por si só uma demorada visita, eventualmente durante a semana santa, em que fica efervescente.
Uma das coisas que me marcaram nas várias visitas que fiz a Cuenca foi o Museo de Arte Abstracto Español, uma das famosas "casas colgadas". Podem fazer aqui uma fantástica visita virtual ao museu.
De entre os artistas que tive o prazer de conhecer neste museu, ficaram-me para sempre na memória o Antonio Saura e o Antoni Tàpies. Este último deixou-nos ontem.
Numa das viagens inesquecíveis que fiz com a mulher com quem viria a casar, ainda nos tempos em que corríamos Espanha de lés a lés sempre que tínhamos oportunidade, visitámos este museu e trouxemos uma impressão de uma pintura de Antonio Saura que havia de velar pelos nossos sonhos, sobre a cabeceira da cama, durante mais de uma década.

Trata-se da pintura Cocktail Party, de 1960.

Aqui ficam então exemplos de pinturas de Antoni Tàpies, a quem me ligam tão boas memórias.




Se tiverem oportunidade, não deixem de visitar o Museu de Arte Abstrato Español, em Cuenca. Verão que vale bem a viagem.




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Black Houses

>> segunda-feira, setembro 26, 2011

As Black Houses são umas casas que são agora apenas uma espécie de museu, mas que foram de facto casas de habitação, nas quais as pessoas e os animais viviam debaixo do mesmo tecto. O local onde se encontram estes exemplares, na ilha de Lewis, nas Outer Hebrides da Escócia, vale só por si uma visita.

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