Relheiras de S. Brás

>> quinta-feira, agosto 19, 2010

No último dia da estadia da Marta e da Mariana e no primeiro dos nossos visitantes seguintes, a família Iglésias que trouxe uma caixa de travesseiros da Piriquita que nos fizeram bater o coração de saudades, fomos conhecer as Relheiras de S. Brás. Trata-se de um percurso muito bonito (longo), onde se podem ver as marcas das rodas dos carros de bois no chão de rocha. É uma coisa muito curiosa, mas é apenas um detalhe de um percurso em que por vezes parece que estamos numa selva tropical. Recomendamos vivamente.

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Este é o ponto de partida do percurso.

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Estas são as zonas mais exuberantes das relheiras. É impressionante.

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O Simão também fez o percurso, no seu side-car. Eu fui a mota e posso dizer-vos que cheguei ao final a escorrer água. O terreno não é propriamente fácil para aquele tipo de veículo, pelo que em grande parte do percurso, o carro foi ao colo.

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A vegetação é impressionante.

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A Marta e a Mariana em tempo de despedida.

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No final do percurso que decorre entre a vegetação, temos um longo regresso ao carro, por estrada de terra batida. A paisagem, ainda assim, merece registo.

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Esta é uma nota que eu não quis deixar de fora e que passarei a incluir sempre que for caso disso. Os Açores são um lugar encantador, mas parece que há alguns açorianos que não perceberam isso. Ninguém pode acusar "os de fora" de cá virem fazer isto. Estamos numa ilha, quem a suja somos nós que cá vivemos. Tomara que todos percebessem que isto é muito feio, triste e infelizmente frequente.
Como costumo dizer, se for caso disso, passem por lá que vale a pena.

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Festival Internacional de Folclore

Neste dia, estivémos a jantar na cidade e à vinda vimos alguns dos grupos deste festival, mas só fotografei este (Chipre).

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A festa

>> quinta-feira, agosto 12, 2010

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Lourenço e Mariana na brincadeira

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Olhando para a baía.

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As mesas (ainda meio vazias) e a paisagem. Um luxo.

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O anfitrião Jorge, à conversa.

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A Mariana sempre bem disposta.

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O Lourenço anda encantado com esta amiga.

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Uma vista do jardim.

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A criançada na galhofa.

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O fim do dia visto lá do alto.

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Simão - update - 2 meses e meio

>> quarta-feira, agosto 11, 2010

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Mais fotos do Negrito

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Lourenço em pose "dread".

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Madalena em modo "rainha de inglaterra", como o procurador.

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De novo.

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Armada em macaca.

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Mais uma do Lourenço suburbano.

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Acordar as nossas forças

>> terça-feira, agosto 10, 2010

"Suponho que o movimento que vai sacudir Portugal virá de fora, não de dentro. Temos sedimentações tão fortes que, enquanto não forem quebradas, nada vai mexer, e isso só pode vir de um acontecimento exterior, que venha encontrar as nossas forças e acordá-las."
José Gil
Caderno Atual, do Expresso, 7 de Agosto de 2010

Esta afirmação, aqui onde resido, vem mesmo a propósito.

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Todas diferentes, todas iguais

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Zona balnear do Negrito, S. Mateus, Terceira, Açores.

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Mais um passeio à vela

>> segunda-feira, agosto 09, 2010

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Ainda nos cruzámos com alguns golfinhos, mas eles não quiseram dar-nos muita confiança. O que se vê à esquerda, em baixo, é o ferro da embarcação.

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Já na marina, tinhamos à nossa espera o "Quero quero", um conhecido Swan 48, do Funchal.

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A belíssima proa desta embarcação.

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Uma obra de arte.

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Fotos de família

>> domingo, agosto 08, 2010

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Os dois mais velhos e "moi même".

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Referencial musical

>> sexta-feira, agosto 06, 2010



Eu adoro música. Esta era da digitalização trouxe aos ouvintes o infinito na ponta do rato, mas às bandas uma grande dor de cabeça, porque praticamente não devem vender CD's. Eu compro aquilo que me apaixona, mas oiço muita coisa que não compro. Sempre que um determinado CD me desperta a atenção, vou "buscá-lo" e oiço-o. Se me apaixona, acabo por comprar, mas 95% do que oiço, não compro. Vivemos um tempo em que podemos ouvir tudo o que quisermos, tornando-se quase um vício ir saltando de referência em referência, em busca de algo que nos volte a encantar, porque muita coisa é superficial e (pelo menos para mim) não tem qualquer efeito em profundidade.
Quando digo que uma determinada banda ou CD me apaixona é mesmo isso que quero dizer. Em determinados momentos, ouvir algumas músicas tem em mim um efeito que eu prefiro não descrever. Mas isso vai sendo cada vez mais raro, pelo menos com novas bandas. Deve ser isso que se chama envelhecer :-)
Contudo, há duas bandas às quais me mantenho fiel e às quais retorno sempre, ciclicamente, e que nunca pararam de me fazer erupções dentro da caixinha dos humores: Dead Can Dance e Swans.
Os primeiros são o feminino, a criação, a luz, o mistério, a salvação, o vento, a magia (se é que isto faz sentido tudo junto); os segundos são as trevas, o masculino, o interior escuro e húmido da terra, as caldeiras do inferno, a força feroz da natureza, o rugir dos vulcões e das trovoadas. E eu preciso de ambas, como do ar que respiro.
Hoje estou Swans e nem sempre é fácil manter a convivência com as pessoas comuns quando nos apetece ser atropelado por esta torrente sonora.
Uns fazem-me voar como os pássaros, sob o efeito de uma misteriosa magia, os outros fazem-me fundear na baía do medo e revolvem-me as entranhas. Preciso dos dois para me equilibrar.
Uma sugestão para a fase Swans: o duplo CD Various Failures, cuja referência encontram por exemplo aqui.

Há um aspecto em que me sinto sozinho no mundo: nunca conheci ninguém cujo referencial fosse este. É a minha impressão digital musical e já perdi a esperança de encontrar quem oiça o mundo com os mesmos ouvidos que eu.

Desculpem a seca, mas hoje deu-me para aqui.
ZM

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Os mares de novo

>> quinta-feira, agosto 05, 2010


Mais uma apresentação sobre o tema recorrente do que andamos a fazer aos mares.
Se todos falarmos muito nisto, eventualmente alguma coisa começará a mover-se.

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Primeiros visitantes estivais

>> terça-feira, agosto 03, 2010

Quem mora nos Açores, seguramente recebe visitantes frequentes do continente. Quando se é imigrante no arquipélago, como é o nosso caso, a coisa torna-se ainda mais animada. Receber visitas de fora é uma festa para todos, para quem visita e para quem é visitado. A nossa primeira visitante (fora os que dormiram em hoteis, que já os houve) foi a Marta e a sua filha Mariana. As próximas fotos registam passeios com os nossos actuais convidados.
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Esta é a amorosa Mariana.

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Claro que um dos locais a não perder são as Furnas do Enxofre.

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A Mariana de novo, justamente nas Furnas do Enxofre.

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Ainda as Furnas do Enxofre.

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Desconhecidos na zona balnear dos Biscoitos.

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Os Biscoitos, mais uma vez.

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Equilibrismo, no Monte Brasil.

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As duas mães e três filhos. Só falta a Madalena. A mãe lá de trás é a nossa visitante Marta.

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Três soltas

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Acesso particular ao mar, na zona da Chanoca, na fronteira entre S. Mateus e S. Bartolomeu.

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O mesmo acesso.

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Sporting-Benfica, na Praia da Vitória.

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