Alentejo - em busca do meu paraíso.
Há muito que o Alto Alentejo me atrai de uma forma que não consigo explicar. Não sou de lá, não tenho (infelizmente) qualquer ligação ancestral a essa zona do país, mas o Tejo, os blocos de granito, as oliveiras, os nossos "pueblos blancos", o montado, os velhos sentados à soleira ou nos largos das aldeias, os trilhos, as aves de grande porte, os outros animais, os sinos das igrejas, as cegonhas, as chaminés, o pó dos caminhos, o silêncio, o silêncio, o silêncio, tudo me atrai como se no meu sangue corresse azeite e vinho.
Tenho andado por lá à procura dessa ligação de que me sinto órfão. Tenho andado à procura de poiso, para poder ir lá mais amiúde. Tenho andado a tentar pertencer à força a uma terra que me apaixona, por enquanto sem ser correspondido.
Aqui ficam algumas impressões que trouxe para casa além das muitas que trago na retina e guardo apenas na memória. Gostava de poder fotografar e partilhar o som (já falei do silêncio?) e o cheiro. Não posso. Ficam as imagens.
Amieira do Tejo
Estando na aldeia de Salavessa, no Alto Alentejo, fomos fazer um pequeno pic-nic à Beira Baixa. O Tejo, por aquelas paragens, é um encanto.
De volta ao Alto Alentejo
Julgo que esta aldeia se chama S. Simão, perto do Pé da Serra.
Castelo de Vide.
Projecto Almoçageme. Mais uma contribuição.
>> quinta-feira, setembro 01, 2016
A canalha. Verão 2016.
Fotos diversas da canalha durante estas férias. Estão cada vez mais fotogénicos. Ou serei eu que estou mais apaixonado?
Praia do Carvalhal
Não conheço a moça que ilustra esta imagem. O que me prendeu a atenção foi a diferença entre a magreza do poste da bandeira e a formosura da dita moça. Deus me perdoe.