Duas fotos
>> sexta-feira, março 19, 2010
Império de S. Bento, no largo do mesmo nome. Angra do Heroísmo.
Esta é só para mostrar à minha amiga Marta que há gente em Angra. Esta rua chama-se Carreira dos Cavalos.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Império de S. Bento, no largo do mesmo nome. Angra do Heroísmo.
Esta é só para mostrar à minha amiga Marta que há gente em Angra. Esta rua chama-se Carreira dos Cavalos.
Um projecto fotográfico: uma remodelação projectada e executada pelo arquitecto Jorge Monjardino, numa moradia em Angra do Heroísmo.
Não fiquei muito satisfeito com o resultado. Não consegui controlar os brancos, por causa da mistura de tipos de luz no interior da casa e pelo reflexo daquele chão muito vermelho no branco das paredes. Pareceu-me bem mais difícil do que previa. Para a próxima será melhor.

Porto de pesca de S. Mateus da Calheta.
Fotografado com Nokia E51
Simão, dentro da barriga, no Porto das Pipas, em Angra do Heroísmo.
Madalena a andar de bicicleta no mesmo local.
Madalena, com o seu ar número 3, no Monte Brasil.
Raquel, no Monte Brasil.
Uma das performances do Lourenço, que passa o dia a lutar com o ar.
Um pavão, numa gaiola do Monte Brasil, a pavonear-se, como o próprio nome indica. Foi fotografada através da rede, pelo que posso considerar que ficou aceitável, dados os constrangimentos. Claro que, neste caso, não se trata de uma foto da família.
Árvore no Monte Brasil.
Lourenço brincando no parque do Monte Brasil.
Aqui, a Madalena dizia que estava a vender pão ao irmão.
O tempo, finalmente, hoje deu-nos tréguas. Não choveu durante todo o dia e por isso nós decidimos ir almoçar na rua. Comprámos umas coisitas no super-mercado e fomos para o Monte Brasil fazer um pequeno piquenique. Foi muito divertido.
Neste caso, trata-se de muro de boulder e de boulder doméstico, porque o tempo não tem permitido outra coisa.
O muro de treino dos Montanheiros, no quartel do Monte Brasil, está já nos finalmentes.
Faltam uns detalhes e as presas. Estas são as primeiras imagens a vir a público, num rigoroso exclusivo Arrumário. Brevemente, também no Blog da Chanoca.
Voltaremos a este assunto, assim que houver mais novidades.
É um muro fabuloso, maior do que estas fotografias fazem crer, ao qual faltam ainda alguns paineis a ligar as estruturas já existentes e uma Campus Board. Será um dos maiores muros de treino existentes em Portugal. Veremos no futuro que resultados desportivos permitirá obter.



Esta última imagem é da Madalena a fazer boulder doméstico. De pequenino se torce o pepino.
Virá o dia em que me fartarei deste porto e desta marina (não sei se virá). Entretanto, aqui ficam mais umas imagens.
Concerto do dia internacional da mulher, no Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo.
Apanhámos uma molha monumental à saída.
Eu não tive o privilégio de estar com o Garcia a beber uns canecos no aeroporto, antes de ele embarcar para o culminar do seu grande projecto dos 14 cumes, mas tenho igualmente fotos exclusivas do homem, em Nova Iorque, onde corremos a mesma maratona no meu último aniversário. Se escalar cumes de mais de 8.000m fosse tão fácil como correr uma maratona, eu já tinha dado um chapéu ao Garcia, como dei em Nova Iorque. De resto, o David deu-lhe chapéu ainda maior.
Quem vê maratonas, não vê cumes de 8.000m.
Fora isso, o João Garcia é um daqueles amigos que cultiva a amizade e que se mantém igualmente amigo, apesar da infinita notoriedade que ganhou nos últimos anos.
Conheci-o lá por 1987 ou coisa que o valha e nessa altura era "apenas" o irmão do Zézé Garcia, um famoso músico da onda da música moderna Portuguesa. Provavelmente, hoje, o Zézé Garcia é conhecido como o irmão do João Garcia.
Foi convidado para o meu casamento, em Junho de 1999, mas infelizmente estava no hospital de Zaragoza, pelo que não pode dar-nos o prazer da sua presença (na sequência das amputações que sofreu na ascensão do Evereste). A minha lua de mel passou por Zaragoza, exclusivamente para o visitar no hospital.
Desejo-lhe tudo de bom nesta última conquista do projecto dos 14 cumes.
Tiro o meu chapéu ao imenso alpinista que ele é e ao Millennium que teve a coragem e a determinação de apoiar este projecto.
Boa sorte, que o resto já tu tens!
ZM
Um vídeo um bocado estúpido, mas exclusivo do Pulmão, do meu amigo David:
Já sabem que para seguir o nosso Garcia, basta ir vendo aqui. O link está na lista aqui ao lado.
João, força na verga! Estamos contigo.
Web cam do Porto das Pipas, em Angra do Heroísmo, onde se consegue (hoje) ver o tal Breehorn 44 de que falei aqui (Está ao lado de um veleiro de casco encarnado). Vai passar a figurar ali nos links de leitura diária.
ZM
Num comentário a este post, desafiaram-me a encontrar a casa onde teria vivido Fernando Pessoa, aqui em Angra do Heroísmo.
Fica no final da Rua da Palha, do lado esquerdo de quem se dirige para o porto. Não sei se percebo o que quer dizer "oriundo desta cidade pelo lado materno". Presumo que queira dizer que a mãe de Fernando Pessoa era Angrense. Talvez por isso o tal poema, escrito em azulejo, ali tão perto, mirando a baía.
Imagens da Mata da Serreta, o mesmo local em que fiz estas fotografias.
Por muito estranho que possa parecer, não exagerei na cor destas imagens. O chão tem mesmo esta cor ao vivo (pelo menos no meu monitor). Os verdes e amarelos desta terra são impressionantes.
Eu sei que este é um tema recorrente e provavelmente continuará sendo. Neste caso, penso que consegui um quadro que merece aparecer.
Marina de Angra do Heroísmo, num dia manhoso, com o Monte Brasil em fundo.
Um fantástico Breehorn 44, que está em doca seca, no Porto das Pipas. Gostaria muito de ver este bicho voltar ao mar e mais ainda gostaria de poder fazer parte da tripulação desta beleza náutica.
andava há muito para ler este livro, o remorso de baltazar serapião, de valter hugo mãe. assim, sem maiúsculas, que é como está escrito.
relata a vida de um tal baltazar serapião, a quem chamam sarga por nome da vaca da familia, de quem o povo diz que são filhos. a época em que decorre é de uma crueldade brutal, passe o pleonasmo. a linguagem e o ritmo narrativo são avassaladores. as palavras são berlindes por uma escada abaixo numa torrente rítmica narrativa que não se consegue largar. valter hugo mãe ganhou com este romance o prémio josé saramago 2007. ainda não o acabei, mas já me parece um justo prémio.
é impressionante como uma história tão cruel pode ser contada com uma linguagem e um modo tão absolutamente belos.
não percam esta obra de arte.
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