Tenho andado por lá à procura dessa ligação de que me sinto órfão. Tenho andado à procura de poiso, para poder ir lá mais amiúde. Tenho andado a tentar pertencer à força a uma terra que me apaixona, por enquanto sem ser correspondido.
Aqui ficam algumas impressões que trouxe para casa além das muitas que trago na retina e guardo apenas na memória. Gostava de poder fotografar e partilhar o som (já falei do silêncio?) e o cheiro. Não posso. Ficam as imagens.

Amieira do Tejo

Estando na aldeia de Salavessa, no Alto Alentejo, fomos fazer um pequeno pic-nic à Beira Baixa. O Tejo, por aquelas paragens, é um encanto.

De volta ao Alto Alentejo

Julgo que esta aldeia se chama S. Simão, perto do Pé da Serra.

Castelo de Vide.
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ResponderEliminarEu aprendi a amar o Alentejo nos anos 80 quando para lá iá com amigos do meu curso para casa de uma delas. Adoro lá ir receber/ver a Primavera. O cheiro a esteva, os largos horizontes das mais variadas cores, os público brancos como bem dizes, com as ruas límpinhas e floridas... Na próxima Primavera, lembra-me e desafio-vos para um fds em Estremoz se quiserem
ResponderEliminarPedro, obrigado pela sugestão, mas eu ando mesmo a procurar poiso fixo, talvez até para o disponibilizar a turistas também. Como não tenho nenhuma casa, estou a ver se arranjo uma por lá. Abraço.
ResponderEliminarAlex, a nossa agenda (com o caganito e os outros todos) é, em geral, muito difícil de planear, mas ficamos com a ideia no radar. Obrigado. Beijinhos.