terça-feira, agosto 29, 2006

Pelos ares

O que segurará, na ponta da linha, esta atenta e concentrada controladora?






















Adivinharam, é o seu novo papagaio de papel (actualmente é mais de nylon).

Lembro-me dos primeiros papagaios que fiz, há muitos anos, com finas canas cuidadosamente cortadas a meio, no sentido longitudinal, que faziam a estrutura para um losango de plástico ou papel transparente e que precisavam sempre de uma longa cauda para não andarem às voltas como um pássaro atingido numa asa.

Estes modelos modernos são mais fáceis de pilotar e de lançar. Basta um sopro constante e é só deixá-los ir. Já não é preciso correr pelos campos tentando que o bicho suba nos ares até se fixar nas camadas de ar mais altas e menos turbulentas.

Parece-me contudo que é o tipo de brinquedo que fascina mais os pais do que os garotos. Talvez por ter sentido a dificuldade de pilotar os velhos papagaios pesados de papel e cana, acho fascinante a simplicidade com que conseguimos elevar nos céus uma "máquina" tão bonita e colorida.
Não faltou a pergunta inevitável:
- E se eu fosse lá no papagaio?
Acho que é uma ideia que nos passa a todos pela cabeça.

O Arrumário está de férias, mas talvez vá dando notícias como esta de vez em quando.

ZM

5 comentários:

  1. Então boas Férias !
    Mas vê là se vais dando destas noticias boas !...
    Gostei !
    Beijos

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  2. Sempre foi coisa com que nunca consegui brincar. Nunca tive jeito para soltar papagaios.
    Parece que tenho que comprar um destes... para... humm... para o meu Francisco!!

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  3. Quando era miudo por diversas vezes tentei montar um papagaio com canas e papel, pano e saco plasticos. Mas nunca consegui por nenhum a obedecer aos meus comandos. (Na realidade mal voavam...)
    Por isso é que não fui para Eng.

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  4. Lindo o papagaio e a menina...
    Boas férias
    Bjs

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