Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
terça-feira, agosto 31, 2010
Mais um apelo a que se preservem os mares
Esta é uma causa que me mantém muito preocupado. Está mais do que na altura de explorarmos os recursos marinhos de forma "suficiente". Precisamos da vida dos oceanos mais do que precisamos de camarões ou de cherne.
via: Seis Oito
Geocaching no Jardim Duque da Terceira
Visita relâmpago a Ponta Delgada
Numa visita muito curta a Ponta Delgada (S. Miguel), aproveitei o pretexto do geocaching para ir conhecer outras partes da cidade.

Aqui, estou perto do Farol de Santa Marta, na saída poente da cidade, para o lado do aeroporto.

Este é o Farol de Santa Marta, propriamente dito.

Aqui estou junto ao Forte de S. Brás.
Aqui, estou perto do Farol de Santa Marta, na saída poente da cidade, para o lado do aeroporto.
Este é o Farol de Santa Marta, propriamente dito.
Aqui estou junto ao Forte de S. Brás.
domingo, agosto 29, 2010
sexta-feira, agosto 27, 2010
Geocaching no Monte Brasil
No Monte Brasil, bem junto a casa, também há alguns tesouros por descobrir.

Este foi particularmente divertido porque é uma caixinha minúscula, do tamanho de um rolo fotográfico de 35mm.

Claro que foi um pretexto para os garotos andarem por ali a explorar a área.

O céu, desta vez, não estava tão cinematográfico.
Este foi particularmente divertido porque é uma caixinha minúscula, do tamanho de um rolo fotográfico de 35mm.
Claro que foi um pretexto para os garotos andarem por ali a explorar a área.
O céu, desta vez, não estava tão cinematográfico.
quarta-feira, agosto 25, 2010
Porto das Cinco
terça-feira, agosto 24, 2010
Primeira aventura de Geocaching
Há pouco tempo decidi comprar um GPS de trekking para me ajudar a andar pelos montes com mais à vontade. Uma das coisas que tenciono fazer brevemente é subir ao Pico sozinho e assim vou mais descansado.
Claro que, entre diversas outras razões, uma das coisas que queria experimentar era o geocaching. Para quem não faz ideia do que estou a falar, trata-se de uma espécie de jogo global, em que alguém esconde uma "cache" (um tesouro) algures no planeta e depois manda para o site essa informação e qualquer um vai tentar descobri-la. Quando se descobre, assina-se o "log" e depois preenche-se no site a informação de que se encontrou a "cache". Para os putos é uma verdadeira aventura.

O primeiro objectivo de geocaching foi a Lagoinha da Serreta, que é um dos passeios mais bonitos que se podem fazer aqui na ilha. Matou-se dois coelhos de uma cajadada. Aproveitei o GPS e fiz um bocadinho de batota: subimos grande parte do percurso de carro e só fizemos
a parte final a pé, mas temos desculpa porque levávamos 5 crianças entre os 3 meses e os 8 anos.

A vista lá de cima é a que se vê nestas fotos.

Como vêem, mesmo a pequena parte do percurso que fizemos deu algum trabalho.

Aquela é a ilha de S. Jorge e, com um bocado de jeito, vê-se atrás a montanha do Pico, bem no meio da foto.

Os quatro da vida airada no marco geodésico.

Isto não é Photoshop, é o cenário que se avista do alto deste percurso.


Os putos com a "cache" na mão.

A Lagoinha da Serreta propriamente dita.

A excursão.

Outra vez a Lagoinha.
Entretanto, já descobrimos uma quantidade de "tesouros" aqui na zona. Vão cá passando que ainda darei mais algumas notícias sobre o assunto.
Claro que, entre diversas outras razões, uma das coisas que queria experimentar era o geocaching. Para quem não faz ideia do que estou a falar, trata-se de uma espécie de jogo global, em que alguém esconde uma "cache" (um tesouro) algures no planeta e depois manda para o site essa informação e qualquer um vai tentar descobri-la. Quando se descobre, assina-se o "log" e depois preenche-se no site a informação de que se encontrou a "cache". Para os putos é uma verdadeira aventura.
O primeiro objectivo de geocaching foi a Lagoinha da Serreta, que é um dos passeios mais bonitos que se podem fazer aqui na ilha. Matou-se dois coelhos de uma cajadada. Aproveitei o GPS e fiz um bocadinho de batota: subimos grande parte do percurso de carro e só fizemos
a parte final a pé, mas temos desculpa porque levávamos 5 crianças entre os 3 meses e os 8 anos.
A vista lá de cima é a que se vê nestas fotos.
Como vêem, mesmo a pequena parte do percurso que fizemos deu algum trabalho.
Aquela é a ilha de S. Jorge e, com um bocado de jeito, vê-se atrás a montanha do Pico, bem no meio da foto.
Os quatro da vida airada no marco geodésico.
Isto não é Photoshop, é o cenário que se avista do alto deste percurso.
Os putos com a "cache" na mão.
A Lagoinha da Serreta propriamente dita.
A excursão.
Outra vez a Lagoinha.
Entretanto, já descobrimos uma quantidade de "tesouros" aqui na zona. Vão cá passando que ainda darei mais algumas notícias sobre o assunto.
quinta-feira, agosto 19, 2010
Relheiras de S. Brás
No último dia da estadia da Marta e da Mariana e no primeiro dos nossos visitantes seguintes, a família Iglésias que trouxe uma caixa de travesseiros da Piriquita que nos fizeram bater o coração de saudades, fomos conhecer as Relheiras de S. Brás. Trata-se de um percurso muito bonito (longo), onde se podem ver as marcas das rodas dos carros de bois no chão de rocha. É uma coisa muito curiosa, mas é apenas um detalhe de um percurso em que por vezes parece que estamos numa selva tropical. Recomendamos vivamente.


Este é o ponto de partida do percurso.



Estas são as zonas mais exuberantes das relheiras. É impressionante.

O Simão também fez o percurso, no seu side-car. Eu fui a mota e posso dizer-vos que cheguei ao final a escorrer água. O terreno não é propriamente fácil para aquele tipo de veículo, pelo que em grande parte do percurso, o carro foi ao colo.

A vegetação é impressionante.

A Marta e a Mariana em tempo de despedida.

No final do percurso que decorre entre a vegetação, temos um longo regresso ao carro, por estrada de terra batida. A paisagem, ainda assim, merece registo.

Esta é uma nota que eu não quis deixar de fora e que passarei a incluir sempre que for caso disso. Os Açores são um lugar encantador, mas parece que há alguns açorianos que não perceberam isso. Ninguém pode acusar "os de fora" de cá virem fazer isto. Estamos numa ilha, quem a suja somos nós que cá vivemos. Tomara que todos percebessem que isto é muito feio, triste e infelizmente frequente.
Como costumo dizer, se for caso disso, passem por lá que vale a pena.
Este é o ponto de partida do percurso.
Estas são as zonas mais exuberantes das relheiras. É impressionante.
O Simão também fez o percurso, no seu side-car. Eu fui a mota e posso dizer-vos que cheguei ao final a escorrer água. O terreno não é propriamente fácil para aquele tipo de veículo, pelo que em grande parte do percurso, o carro foi ao colo.
A vegetação é impressionante.
A Marta e a Mariana em tempo de despedida.
No final do percurso que decorre entre a vegetação, temos um longo regresso ao carro, por estrada de terra batida. A paisagem, ainda assim, merece registo.
Esta é uma nota que eu não quis deixar de fora e que passarei a incluir sempre que for caso disso. Os Açores são um lugar encantador, mas parece que há alguns açorianos que não perceberam isso. Ninguém pode acusar "os de fora" de cá virem fazer isto. Estamos numa ilha, quem a suja somos nós que cá vivemos. Tomara que todos percebessem que isto é muito feio, triste e infelizmente frequente.
Como costumo dizer, se for caso disso, passem por lá que vale a pena.