Matias e manos
>> sábado, agosto 12, 2017

O Matias há uns dias, em casa dos avós.

Os quatro da vida airada, em foto de família.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.

O Matias há uns dias, em casa dos avós.

Os quatro da vida airada, em foto de família.
Na primeira prova do Circuito Nacional de Remo de Mar, que ligou as Berlengas a Peniche, estive na organização da parte do remo. Esta foto foi tomada às 6 da manhã, com uma boa falta de sono. Era o embarque dos últimos barcos para a ilha, para depois virem de volta a remos.


Há uns tempos andei a passear uma família de Americanos por Lisboa e por Sintra. Foi um trabalho difícil porque, por alguma razão, não tive ligação emocional com eles. Mas mesmo assim foi uma experiência interessante porque me fez viajar por Lisboa com um olhar que andava adormecido pela rotina. Aqui fica um registo feito durante o ensaio.
Nós devemos ser dos munícipes que mais aproveitam as borlas do Domingo aqui em Sintra. Sempre que podemos, lá vamos nós a um dos monumentos da zona.
Desta vez fomos ao Jardim e Palácio de Monserrate. Aqui ficam algumas fotos.






A Quinta dos Sete Nomes (Q7N para os amigos) é um local mágico. Passada a porta de entrada (sempre franca) entramos num ambiente com uma energia especial, onde não há stress, tudo parece vibrar em ressonância com o universo e onde apetece ficar muito tempo. Às terças e sextas vende-se por lá um pão (feito pelo Grande António Padeiro) que fará as delícias de quantos o provarem. Há lá hortas biológicas de onde se tiram produtos maravilhosos que dão umas sopas e uns smoothies revitalizadores. Quem não conhece a Q7N, devia lá ir dar uma espreitadela. É na estrada de Colares para a Praia das Maçãs, logo depois da curva em que o eléctrico muda de um lado para o outro da estrada, e tem loja e café. Respira-se paz e tranquilidade. Pode-se lá comprar de tudo, com muita qualidade e ligação com o universo. Se for caso disso, passem por lá.















Uma aventura com uma jangada feita à mão, num dos planos de água de Sintra.
Duas do Matias e uma do Simão.



Tenho andado um bocado na balda. A ver se retomo o hábito de bloggar.
Conheço o trabalho do Tiago Figueiredo há já bastante tempo. Já tinha visto vários workshops anunciados, mas quando vi o de fotografia de rua, decidi atirar-me de cabeça sem mais contemplações. Ainda bem que o fiz.
O Tiago, como diria o Shrek, tem várias camadas, como as cebolas. Tenho a convicção de que apenas afloramos as primeiras, mas fiquei com muita curiosidade em acompanhar e perceber em maior profundidade o que tem dentro.
O Workshop obrigou-me a percorrer territórios que me são tão atraentes quanto desconfortáveis. Foi tremendamente excitante ir para a rua "imitar" os mestres, sobretudo na atitude, não tanto, evidentemente, nos resultados.
Para se ter sucesso a fotografar na rua tem que se ter uma postura simultaneamente bold e transparente. É uma espécie de caça, sem concessões, onde custa muito entrar mas que dá um gozo intenso em viver.
Estas fotos que aqui deixo hoje, foram inspiradas no modus operandi do Bruce Gilden. Não tenho pretensões de me comparar com o referido mestre, mas entrei a fundo na receita. Foi muito emocionante.













Matias

Simão - new look I

Simão - new look II
Há muito que o Alto Alentejo me atrai de uma forma que não consigo explicar. Não sou de lá, não tenho (infelizmente) qualquer ligação ancestral a essa zona do país, mas o Tejo, os blocos de granito, as oliveiras, os nossos "pueblos blancos", o montado, os velhos sentados à soleira ou nos largos das aldeias, os trilhos, as aves de grande porte, os outros animais, os sinos das igrejas, as cegonhas, as chaminés, o pó dos caminhos, o silêncio, o silêncio, o silêncio, tudo me atrai como se no meu sangue corresse azeite e vinho.
Tenho andado por lá à procura dessa ligação de que me sinto órfão. Tenho andado à procura de poiso, para poder ir lá mais amiúde. Tenho andado a tentar pertencer à força a uma terra que me apaixona, por enquanto sem ser correspondido.
Aqui ficam algumas impressões que trouxe para casa além das muitas que trago na retina e guardo apenas na memória. Gostava de poder fotografar e partilhar o som (já falei do silêncio?) e o cheiro. Não posso. Ficam as imagens.

Amieira do Tejo

Estando na aldeia de Salavessa, no Alto Alentejo, fomos fazer um pequeno pic-nic à Beira Baixa. O Tejo, por aquelas paragens, é um encanto.

De volta ao Alto Alentejo

Julgo que esta aldeia se chama S. Simão, perto do Pé da Serra.

Castelo de Vide.
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