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>> sábado, março 26, 2016

A mão do Lourenço no meio das de ferro, no Buddha Eden, no Bombarral.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.

A mão do Lourenço no meio das de ferro, no Buddha Eden, no Bombarral.
No Sábado passado, passámos uma bela tarde na Quinta dos Sete Nomes, perto da Praia Grande. A nossa família tem lá uma horta biológica e fomos convidados para o aniversário de uma pessoa que também frequenta o espaço.
Entretanto, houve sessão de panificação, com o famoso António. Os pães são feitos sem trigo. Têm uma digestão muito mais fácil e são muito mais saudáveis. No caso em apreço, o que vemos são pães feitos com milho e espelta e com batata doce e espelta. Têm glúten na mesma, mas é muito menos agressivo do que o do trigo.
Depois de contemplarmos o fogo do forno do pão, fez-se uma fogueira e os putos lá andaram de roda dela.











Duas fotos feitas, mais uma vez, com a fantástica D40, com uma antiga lente que nesta máquina é de focagem manual e agora editadas no Lightroom. A luz estava magnífica.
No fim-de-semana passado fui à ilha de Santa Maria (uma estreia total), nos Açores, para correr uma maratona de Trail. Tinha sido convidado por um amigo Terceirense pouco mais de um mês antes, pelo que não arrisquei ir correr a prova raínha deste evento, que tinha 77kms de trilhos.
No dia seguinte à corrida propriamente dita, fomos registar e conhecer toda a ilha (parte dela tínhamos visto no dia anterior, mas apenas com o telemóvel por perto). Aqui vos deixo algumas fotos e o link para a galeria completa.
Santa Maria é uma ilha da qual se fala pouco, mas que merece bem uma visita atenta. Tivesse eu dinheiro para isso e ia lá passar um mês de férias no Verão. Os putos haviam de se consolar (como diria um Terceirense).

Ainda muito perto da Vila do Porto, à procura da Calçada do Gigante.

A luz de Inverno dos Açores, única no mundo.

Praia Formosa, onde decorre a Maré de Agosto, um festival muito animado de música do mundo.

Já muito perto da Calçada do Gigante.

A Calçada do Gigante propriamente dita.

Uma foto que me agradou particularmente registar.

A linha de água da Calçada do Gigante termina no mar de forma relativamente abrupta.

Quem fotografe nos Açores e não traga vacas para casa, andou de olhos fechados.

Farol de Gonçalo Velho, na Ponta do Castelo.

Baía da Maia, vista do Farol de Gonçalo Velho.

Este farol faz-me lembrar Machu Pichu, não sei porquê. É dos mais belos locais que alguma vez visitei. Absolutamente encantador.

A fábrica da "baleação", junto ao farol de Gonçalo Velho. Ainda um dia hei-de ir lá abaixo com os putos. Este local é de tirar a respiração.

Na Baía da Maia. A foto não é a preto e branco, é mesmo a cores.

A paisagem improvável e surpreendente do Barreiro da Faneca.

Barreiro da Faneca. Uma paisagem Australiana no meio do verde Açoriano.

Pedreira do Poço, entre Santa Bárbara e o Pico Alto. Um spot fora do mundo.

A mesma pedreira.

Stop. (em Santa Bárbara)

Café em Santa Bárbara.

Pico Alto, o ponto mais alto da ilha de Santa Maria.
Álbum completo aqui.
Fotografar no Oceanário é bastante complicado, mas lá fiz um par de fotos de jeito em 20 ou 30 que tirei.
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