Santa Maria - Columbus Marathon Trail

>> segunda-feira, fevereiro 29, 2016

No fim-de-semana passado fui à ilha de Santa Maria (uma estreia total), nos Açores, para correr uma maratona de Trail. Tinha sido convidado por um amigo Terceirense pouco mais de um mês antes, pelo que não arrisquei ir correr a prova raínha deste evento, que tinha 77kms de trilhos.
No dia seguinte à corrida propriamente dita, fomos registar e conhecer toda a ilha (parte dela tínhamos visto no dia anterior, mas apenas com o telemóvel por perto). Aqui vos deixo algumas fotos e o link para a galeria completa.
Santa Maria é uma ilha da qual se fala pouco, mas que merece bem uma visita atenta. Tivesse eu dinheiro para isso e ia lá passar um mês de férias no Verão. Os putos haviam de se consolar (como diria um Terceirense).


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Ainda muito perto da Vila do Porto, à procura da Calçada do Gigante.

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A luz de Inverno dos Açores, única no mundo.

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Praia Formosa, onde decorre a Maré de Agosto, um festival muito animado de música do mundo.

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Já muito perto da Calçada do Gigante.

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A Calçada do Gigante propriamente dita.

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Uma foto que me agradou particularmente registar.

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A linha de água da Calçada do Gigante termina no mar de forma relativamente abrupta.

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Quem fotografe nos Açores e não traga vacas para casa, andou de olhos fechados.

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Farol de Gonçalo Velho, na Ponta do Castelo.

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Baía da Maia, vista do Farol de Gonçalo Velho.

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Este farol faz-me lembrar Machu Pichu, não sei porquê. É dos mais belos locais que alguma vez visitei. Absolutamente encantador.

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A fábrica da "baleação", junto ao farol de Gonçalo Velho. Ainda um dia hei-de ir lá abaixo com os putos. Este local é de tirar a respiração.

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Na Baía da Maia. A foto não é a preto e branco, é mesmo a cores.

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A paisagem improvável e surpreendente do Barreiro da Faneca.

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Barreiro da Faneca. Uma paisagem Australiana no meio do verde Açoriano.

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Pedreira do Poço, entre Santa Bárbara e o Pico Alto. Um spot fora do mundo.

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A mesma pedreira.

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Stop. (em Santa Bárbara)

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Café em Santa Bárbara.

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Pico Alto, o ponto mais alto da ilha de Santa Maria.

Álbum completo aqui.

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Matias - 6 meses e uns dias.

>> terça-feira, fevereiro 09, 2016


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Lunchtime Photography VIII

>> quarta-feira, janeiro 27, 2016



Lisboa é uma beleza.

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Lunchtime photography VII

>> sábado, janeiro 23, 2016




Há dias fui conhecer o restaurante vegetariano Tau. Gostei tanto que já lá voltei outra vez. No regresso ao trabalho parei no Cais do Sodré para bater umas chapas.

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Visita ao Oceanário de LX.

>> sexta-feira, janeiro 22, 2016

Fotografar no Oceanário é bastante complicado, mas lá fiz um par de fotos de jeito em 20 ou 30 que tirei.










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Matias. Update.

>> sexta-feira, janeiro 08, 2016

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Lisboa. Feira Popular de Alcântara. Inverno.





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Flores na casa de banho

>> sábado, janeiro 02, 2016

Segundo dia do ano.
O Simão pediu para ir fazer cocó, desculpem começar assim, mas ele nunca vai à casa de banho sozinho e a história decorre daí. Entretanto, sentado na borda da banheira, eu lia o Afonso Cruz.

“...queremos o conforto da banalidade, daquilo que conhecemos, sentarmo-nos num restaurante e pedir sempre o mesmo bitoque, olhar para a corrupção quotidiana como quem olha uma montra de pronto-a-vestir, fazer sempre as mesmas maldades, dobrar as camisolas da mesma maneira, votar nos mesmos criminosos, saber que as meias estão na gaveta certa, ignorar a miséria e ter a certeza absoluta de que os chapéus não serão jamais pousados em cima da cama.”

“...viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, aquilo que não fazemos todos os dias.”

Entretanto, o Simão acabou a sua função metabólica. Fui-lhe lavando o traseiro enquanto comentava que também gostaria de evacuar assim: sentava-me na retrete e o resto alguém faria por mim, acabando sempre com a peidola lavadinha.
O Simão disse: “Não, porque tu és pai”, e eu: “Sou pai, mas também sou filho”. Pausa breve. “És filho, mas é de um pai que é avô, tu já sabes”.
É assim a ordem das coisas, se somos filhos de um pai que já é avô, já sabemos o que temos que saber, já ninguém cuida de nós.
Adoro a filosofia dos putos, mesmo na casa de banho.
Sobretudo com as palavras do “Flores” a ecoarem-me nas ideias, talvez perfumando aquele lugar àquela hora da manhã.

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Alcobaça - Natal 2015

>> domingo, dezembro 27, 2015





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Almoçageme - noite

>> sábado, dezembro 12, 2015







Mais material para o meu projecto "Almoçageme". A ver se passa daqui...

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Curtíssima visita aos Capuchos

>> quinta-feira, dezembro 10, 2015









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Mais 3 para o projecto Almoçageme

>> domingo, dezembro 06, 2015





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Lunchtime Photography VI

>> quinta-feira, novembro 26, 2015

Mantenho o nome da série, embora apenas uma destas quatro fotos tenha sido efectivamente feita durante a hora do almoço.
As outras três, como se percebe, foram já muito ao final do dia.
Esta é uma zona verdadeiramente fotogénica.




Gosto muito da forma como este edifício se camuflou na paisagem urbana, sendo bastante diferente em função do ângulo de onde o observamos. É um espantoso projecto do Atelier Risco, do Manuel Salgado.



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Tomorrow Never Knows

>> quarta-feira, novembro 18, 2015

Uma das mais estranhas e psicadélicas cantigas dos Beatles, foi também tocada/cantada pelos Chameleons: Tomorrow Never Knows.


A extraordinária e poderosíssima versão dos Chameleons. Vai-me direitinha ao núcleo dos humores, agita-me, faz-me vibrar.


A curiosa versão original da cantiga, dos Beatles.

A letra faz-me hoje mais sentido do que nunca.

"Tomorrow Never Knows"

Turn off your mind, relax and float down stream
It is not dying, it is not dying

Lay down all thoughts, surrender to the void
It is shining, it is shining

Yet you may see the meaning of within
It is being, it is being

Love is all and love is everyone
It is knowing, it is knowing

And ignorance and hate mourn the dead
It is believing, it is believing

But listen to the colour of your dreams
It is not leaving, it is not leaving

So play the game "Existence" to the end
Of the beginning, of the beginning
Of the beginning, of the beginning
Of the beginning, of the beginning
Of the beginning, of the beginning

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