Lunchtime Photopraphy V

>> quinta-feira, outubro 08, 2015



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Almoçageme. Setembro. 2015.

>> terça-feira, setembro 29, 2015

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Estudo para projecto II

>> quinta-feira, setembro 24, 2015

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Lourenço (estudo para um projecto que anda na calha)

>> terça-feira, setembro 22, 2015



Anda um projecto a fermentar-me na cabeça (ou no coração, ou lá onde seja que os projectos germinam). Esta foto do Lourenço é um estudo para retratos com pouca luz. Neste caso, com uma 50mm, com abertura 2, ISO 3200 e ruído tratado no Lightroom. Parece-me que a coisa tem pés para andar. Veremos...

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A propósito de um post do Rio das Maçãs...

Há dias, o Rio das Maçãs publicou um post sobre a casa do Pancho Guedes, na Eugaria. Fiquei na dúvida se as fotos eram actuais, porque a ideia que tinha da casa era de que estava com a pintura em muito mau estado. Passei por lá hoje e fui espreitar. Afinal as fotos eram mesmo de agora, a casa foi repintada. Está um luxo.



Entretanto, num outro post que já não sei onde vi, no Facebook, falavam do Leão das Escadinhas do Leão. Eu não o conhecia, nunca o tinha visto. Aproveitei a visita e fui espreitá-lo. É lindo.

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Lunchtime Photography IV

>> terça-feira, setembro 15, 2015

Basílica da Estrela, vista de uma ruela do lado Poente.

Alcântara Terra

Um céu num casco. "O que está em cima é igual ao que está em baixo"

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Fotos soltas desde o nascimento do Matias

>> quarta-feira, agosto 26, 2015


Primeira foto dos 4 manos, poucas horas após o Matias ter dado entrada neste mundo.


Primeiro passeio dos homens da família, para deixar o pobre Matias sossegar um bocado ao pé das gajas.


Ainda o mesmo passeio. Onde terá sido?


Um outro passeio, noutro dia, neste caso aqui ao pé de casa, a um terreno que designamos por "o da comunidade". É para quando saír o Euromilhões.


Mais uma outra volta a pé aqui na zona, desta vez com o Matias já connosco (não está documentado).


O Simão no seu estado natural. Caminhando tranquilamente pelo mato sem gastar solas de sapatos.

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Lunchtime Photography III

>> terça-feira, agosto 18, 2015

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Lunchtime Photography - II

>> quarta-feira, agosto 12, 2015

Tinha-me esquecido desta. Fica agora, para completar a colecção.

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Lunchtime Photography I

>> terça-feira, agosto 11, 2015





Pictures I have taken during my lunch time (whenever I don't run, which is rare) around my workplace.
All done with Nikon D40, with Nikon lens without auto-focus (not on this camera).
Back to the basics.


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Douglas Dare - Lungful

>> quarta-feira, julho 22, 2015



Take in a breath
and treasure the light
don`t let them see you move
you've got nothing to prove
Hold out your arms
and place them in mine
don`t let me feel you shake
in fear they find mistake
Silence this song
with bugles that play
you need to hear the call
they wishing you to fall
don't let them see you fail
I will not let you fail
I will not let you fail
I will not let
You fail.

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Fraga de S. Simão - Portugal

>> segunda-feira, julho 06, 2015

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Fraga de S. Simão - Portugal. Junho de 2015.

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A Rita e o João

>> segunda-feira, junho 29, 2015

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Serpins - Lousã - Portugal

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Questionarmos os nossos hábitos (falo de educação, claro)

>> domingo, maio 24, 2015

"Era uma vez um homem cuja mulher cortava sempre as duas pontas do fiambre quando o cozinhava (como quem corta a ponta do charuto). Um dia ele perguntou-lhe:
- Porque é que cortas as pontas do fiambre antes de o pores no forno?
Ela respondeu:
- Foi assim que a minha mãe me ensinou a cozinhar o fiambre.
Insatisfeito com a resposta, na primeira oportunidade o homem perguntou à sua sogra porque é que ela cortava as pontas do fiambre. Ela respondeu:
- Toda a gente cozinha o fiambre dessa forma. Foi assim que a minha mãe me ensinou quando eu era ainda miúda.
Sendo a mãe da sogra (avó da sua mulher) ainda viva, o homem acabou por perguntar à velhota por que raio cortava ela as pontas do fiambre.
Finalmente a resposta foi esclarecedora:
- Eu costumava fazer isso porque só tinha uma travessa de ir ao forno e o fiambre só lá cabia sem as pontas."

Esta história é contada no livro "Guerilla Learning", de Grace Llewellyn, a propósito da forma como olhamos hoje para a escola. Ela acrescenta:
"Parece que para muitos de nós o que se passa nas escolas é como esta história do acerto das pontas do fiambre."

Eu estou de acordo. Muitas das coisas que se passam hoje nas escolas perderam completamente o sentido ao longo dos quase 200 anos que este modelo já tem. Já ninguém questiona o propósito da escola e da forma como as coisa acontecem lá dentro. Desde as aulas às turmas, desde a campainha aos horários. Se nos dispusermos ao exercício de verdadeiramente reflectir sobre a razão porque fazemos o que fazemos iremos encontrar muitos becos.

Fica a história para agitar as mentes que estiverem interessadas nisso.

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Crianças, constipações e porcarias para comer.

>> domingo, abril 26, 2015

Hoje fomos acompanhar o Lourenço a um campeonato de Xadrez. Como habitualmente, foi a família toda, embora na verdade isso seja um valente sacrifício para alguns (todos?) de nós.
Ao fim de já algumas horas de lá estarmos, reparámos numa criança que comia alegremente Pringles. Deve haver poucas coisas piores para comer do que aquilo e por isso falámos entre nós do assunto. Mais tarde vimos a mesma criança comer pipocas de compra e depois gomas. Tenho ideia de ter visto dentro da mochila, a espreitar, uns Donuts também de compra. Tudo veneno, nada a que se possa chamar comida ou sequer alimentação.

O nosso Simão, também ao final de muito tempo de paciência a aturar um campeonato que se passa sentado em torno de umas peças de plástico, com iluminação artificial, concentração e silencio, deixou emergir a sua verdadeira natureza, pisou diversos cocós de cão que povoavam os passeios das imediações e acabou a lavar as botas numa grande poça de água que lhe chegava aos tornozelos. O resultado foi que ficou todo encharcado e acabou por ter que tirar botas e meias, ficando finalmente no seu estado mais natural, que é sem nada calçado.
Quando demos pela coisa, havia um sururu em torno da criança, tendo mesmo nós sido avisados de que havia um miúdo pequeno descalço, a brincar numa poça de água, que acabaria inevitavelmente no hospital Amadora Sintra a soro com uma grave pneumonia, provavelmente às portas da morte.

Não foi fácil convencer algumas pessoas de que esse é o funcionamento normal do Simão. A ideia de que uma criança descalça e molhada é o prenúncio de uma grave doença é algo que está marcado a ferro e fogo no imaginário colectivo Português. É uma coisa que já ninguém contesta nem critica, aceita-se simplesmente. Uma criança descalça a brincar, em Abril (quase Maio) numa poça de água acorda os mais dramáticos alarmes nas pessoas comuns, dando origem a reacções que podem ser relativamente violentas contra os seus cuidadores.
Felizmente, temos um trunfo de peso:
“Vamos para o quarto filho e nunca nenhum foi hospitalizado com pneumonia.”
Encolhem os ombros, como quem lida com chanfrados e deixam de nos aborrecer.

Não deixa de ser curiosa a forma como ignoram totalmente a outra criança, essa sim em verdadeiro perigo, que se “alimenta” de Pringles, pipocas, gomas e Donuts.
Se isto não está tudo do avesso, hão-de me explicar como é.

Estamos cada dia mais fora da “normalidade” no que diz respeito a educar filhos.

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