Nils Frahm + Anne Müller
>> terça-feira, janeiro 14, 2014
Descobri mais uma estrela.
Via Vidro Azul, evidentemente.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Descobri mais uma estrela.
Via Vidro Azul, evidentemente.
Esta tinha que vir para o blog.
É evidente que ser homeschooler americano tem vantagens, sobretudo por causa de conteúdos (como este) que são maioritariamente em inglês, mas parece evidente que o resultado do ensino doméstico pode ser muito interessante. A revolução está em curso.
Quererá alguma vez a escola pública apanhar este comboio?
Mais informação aqui.
Obrigado, Marisa.
Nunca liguei ao futebol. É um desporto que nunca me disse absolutamente nada. Quando, em miúdo, os meus amigos queriam jogar à bola (felizmente, poucas vezes) a única escapatória que tinha era ir para a baliza, tarefa que desempenhava com pouco mérito e muito sacrifício.
Foram precisas várias décadas da minha vida para conseguir ver um jogo de futebol do princípio ao fim e isso só aconteceu em jogos da selecção nacional, nunca num jogo entre equipas nacionais ou estrangeiras. Em contrapartida, quando via a Vanessa Fernandes a caminho da meta, emocionava-me até às lágrimas, mas isso são outros quinhentos e só os refiro para que não digam que sou insensível às glórias do desporto nacional.
Posto isto, passo ao tema que me trouxe aqui hoje: fiquei surpreendido com a reacção colectiva à morte do Eusébio. Não estou (ainda) a fazer qualquer juízo de valor, apenas digo que me surpreendeu.
E surpreendeu-me em primeiro lugar porque ignorava muito do que vou agora percebendo que foi a vida e o carácter do Eusébio. Ora, essa ignorância deve-se por um lado ao meu desinteresse pelo desporto que o tornou famoso, mas também (apetecia-me dizer sobretudo) ao pouco que se falava dele, pelo menos nos órgãos de comunicação mais generalistas, os tais que passaram os últimos dias a não falar de outra coisa. Esta histeria de agora, quando comparada com o silêncio de outrora, surpreende-me e de alguma forma choca-me. Terei andado distraído? Se assim foi, que me desculpem.
Em segundo lugar, o que é deveras surpreendente, e neste caso já não poderá ser fruto de distracção ou falta de paixão futebolística, é ouvir discursos como o do Pinto da Costa, em que ele diz que o Eusébio era um grande homem, um grande exemplo, porque (cito) “não tinha inimigos e não era inimigo de ninguém”. Mas como raio se pode achar que um grande homem, um homem exemplar, faz o oposto daquilo que fazemos e cultivamos? Como é que, no contexto do futebol Português, se pode achar exemplar um homem que aparentemente era humilde e verdadeiramente amigo de todos? Como se pode achar exemplar um homem que pedia desculpa aos guarda-redes por lhes meter golos ou lhes esmagar as luvas com um remate mais violento? Onde é que alguma centelha desse espírito nobre do verdadeiro desporto ainda está presente no panorama do futebol Luso? Será que, no seu tempo, este tal Eusébio que levantou agora multidões, atribuía permanentemente as culpas dos seus fracassos aos árbitros. Aprovaria ele aquele grupo tenebroso de gente que dá pelo nome de “No Name” e os seus cânticos?
Olhos de Água - Chiqueda - Alcobaça - Portugal
"A cabeça (...) é muito frágil e, embora não dê para abrir e ver, ela tem coisas dentro, que são coisas que se dizem ou que se vêem, e nós devemos ter cuidado com o que nunca mais possamos tirar de lá."
valter hugo mãe
in "o nosso reino"
Um livro impressionante.
Parece um discurso simples, mas tem lá dentro quase tudo o que é preciso para seguir em frente.
Há claramente uma urgência.
Love is the Mindbomb.
Oiçam com atenção.
Que belo discurso!

Hang Drum no alto do Monte Rodel, em Sintra. Um momento mágico, num território de magia.

O mercado das bagageiras, em Colares.

Uma feirante muito gira que estava por lá :-)
Há uns tempos fomos participar numa actividade organizada pelos Pequenos Coiotes, uma família que tem duas crianças em ensino doméstico e que organiza regularmente programas para as outras famílias em ensino doméstico.
Neste caso, tratou-se de uma visita à Patriarcal, com entrada no Príncipe Real e saída no miradouro de S. Pedro de Alcântara.
Para não termos problemas com estacionamento, fomos todos de comboio até ao Rossio e fizemos o resto a pé. Para o Simão foi estreia absoluta no transporte ferroviário.
Além do reservatório da Patriarcal, fomos ainda ao edifício do Millennium, na baixa, onde é possível ver algumas das camadas de ocupação da cidade de Lisboa, desde a origem da cidade, e fomos também ao alto do arco da Rua Augusta, do qual se tem uma vista magnífica sobre a baixa e sobre o Terreiro do Paço.
As fotos que se seguem são resultado desta jornada. Não carecem de mais explicações.
Aproveito para desejar aos meus caríssimos leitores umas boas Festas e um excelente 2014.
Quando escalava, quem escalava mais comigo sabe que não foi uma nem duas vezes que desci do top lavado em lágrimas. Lágrimas de prazer pela sua conquista. Muitas vezes em vias insignificantes, sobretudo para o campeonato que vemos neste filme. Mas o mecanismo é o mesmo. No lugar do André eu teria chorado baba e ranho a descer daquele top.
Aliás, sentado em casa, a vê-lo atingir aquele objectivo tenho que confessar que me ri até às lágrimas por vê-lo lá chegar.
Tenho muitas saudades daquela emoção.
Obrigado André.
Parabéns!
Haruko - Little Children
i used to sit on the roof when i was still small
my parents told to come down, come down, they told me i might fall
i'm not afraid of falling, i'm not afraid of heights
one must learn what it's like to fall when you want to learn to fly
i lead you into the wood
we danced and we smiled
i showed you places of my childhood
you told me i was still a child
and then you'd run into the dark just to scare me when i'd come running after
you would run into the dark just to scare me when i'd come running after
and i would sit upon a tree and watch you from above while you cry for me and you'd keep looking everywhere until i laugh and say
i'm here i'm up here
and then you’d run...
Tenho andado um bocado arredado destas lides.
Há dias fui entregar à Quinta do Luzio, aqui bem perto, umas telas de publicidade usadas, para serem recicladas numa construção ecológica que lá está a nascer. As telas foram gentilmente cedidas por um casal de escaladores amigos, a quem muito agradeço (eu e a Quinta do Luzio).
Estavam por lá a fazer Sidra. Aqui ficam algumas fotos.

O edifício principal da Quinta.

O tal edifício ecológico (uma casa individual) que está a ser actualmente construído totalmente com materiais reciclados.

A Loja, onde se fazia a tal Sidra.

O mesmo.

As maçãs para a referida Sidra.
A Quinta do Luzio tem um ambiente onde apetece estar mais tempo. Tudo é orgânico, reciclado, (re)construido. Acredito que o mundo será infinitamente um melhor lugar quando mais gente seguir aquele modelo de despojamento, por um lado, e de comunhão com a natureza, por outro. Gosto de lá ir. A ver se trago de lá mais fotos nos próximos tempos.
Um casal de escaladores alemães vieram a Sintra fazer bloco (boulder), mas decidiram deixar o crash pad (colchão) para trás por ser muito caro transportá-lo no avião.
Quando cá chegaram, perguntaram no Facebook se alguém lhes emprestava um. Ora, eu tenho um "encostado", pelo que o coloquei à disposição. Quando me perguntaram quanto era, disse que não era nada.
Agora publicam um vídeo sobre as suas actividades por cá, onde o meu crash aparece bastante. Ficaram agradecidos como se lhes tivesse salvo a vida.
Tenho pena de não ter podido juntar-me a eles algumas vezes.
Fica para a próxima.
ZM
"Waves" - Haruko
Mais informação em:
harukomusic.bandcamp.com
myspace.com/haruko.music
lastfm.de/music/Haruko
Letra:
darling you took me to the cliffs where the sun goes down
and you took my hand until the sun had gone
and when the night came and laid it's black coat around our eyes
oh my darling, with the sound of the waves you turned to silver dust and the waves took you away
last night i had a dream about you my dear
i saw your lips moving but the words i couldn't hear
but in the morning i listened to the sea
i sat still and then the ocean whispered to me and it said
“what you long to keep will be taken from you until you've learned, until you've learned to let go
what you long to keep will be taken from you; just like the waves it comes and goes..."
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