O novo elemento da família
>> sábado, outubro 12, 2013



Já agora fica a dica: aqui estão 6 mamíferos.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.



Já agora fica a dica: aqui estão 6 mamíferos.
Hoje, é a cantiga Madwoman's Vision, primeiro numa versão ao vivo, que sei que não será do agrado da maioria:
Depois na versão de estúdio, do álbum Book of Days, de 1990:
Uma delícia para ouvidos curiosos.
Directamente por recomendação do Despertutor.
Obrigado.
Conheço muita gente que, morando em Sintra, nunca visita os seus monumentos. Como se o facto de os terem à mão de semear os deixasse sempre para segunda prioridade. Connosco passa-se rigorosamente o oposto. Como ainda por cima temos entrada gratuita aos Domingos de manhã, é frequente aproveitarmos a borla e vamos circulando de monumento em monumento, de jardim em jardim, de palácio em palácio e até agora não nos cansámos. Desta vez, fomos aproveitar para conhecer a última intervenção no Castelo dos Mouros, juntando-lhe o atractivo da exposição de Marrocos no seu interior. Apesar do excesso de gente, foi mesmo assim bastante divertido. Não desgosto da intervenção, por muito discutível que possa ter sido o processo que lhe deu origem. Aqui ficam algumas fotos.


Quem se lembra deste espaço?

A presença dos Mouros.

Idem.

Os rapazes no alto de uma pedra.

Os copinhos para o chá.

As cores de Marrocos davam muita vida àquele espaço.

A foto de família possível. A ideia era termos também no enquadramento o nosso pequeno selvagem, mas ele optou pelo boicote e não tivémos forma de o convencer a participar.
(via 10 mil insurrectos)
Reportagem TSF sobre essa mesma escola aqui.
Sabemos que isto funciona. Sabemos que a generalidade das pessoas tem medo disto. É natural.
Temos que ter paciência, isto há-de ser o "normal" daqui a uns tempos.
Um dia destes passei de carro em frente à casa do famoso Castelo Branco. Reparei numa figura, debruçada no interior do seu Jaguar, estacionado à porta, estando apenas visível um longo par de pernas que terminavam num elegante par de sapatos de salto alto, daqueles de agulha, bem altos. Pareceu-me, contudo, que alguma coisa ali não batia certo e quando passei junto da figura, reparei que se tratava exactamente do próprio Castelo Branco.
Fiquei a pensar na forma corajosa como esta personagem faz o que lhe dá na gana, independentemente das convenções e do que os outros digam ou pensem. Afinal, por que raio de carga de água não há-de um homem usar saltos altos se se sentir bem com isso?
Do que tenho conhecido da personalidade e da forma de estar na vida deste Castelo Branco, diria que não é pessoa com quem desejasse conviver regularmente, mas saúdo a forma como desfaz as convenções no que diz respeito a roupas e adereços de moda.
Sou cada vez mais tolerante com este tipo de diferença. Quem sou eu para julgar a apresentação ou a forma de vestir de quem quer que seja?
Nils Frahm em grande nível.
Bom Domingo.
Uma nova descoberta, que me aquece os ouvidos enquanto trabalho.
Foi-me trazido via Vidro Azul, uma mina a explorar com atenção.
Quanto ao pianista, tem site próprio, com música disponível. A ouvir, a ouvir.
Henrique Monteiro, cujo pensamento está em geral nos antípodas do meu, escreve esta semana no Expresso uma nota que merece ser divulgada:
"Houve tempos em que a morte de um homem, por mais controversas que fossem as suas ideias, servia para aplacar ódios pessoais e políticos, pelo menos na esfera pública. Hoje, já nem se concede essa benesse a quem parte. António Borges pensava de forma diferente e já em vida pagou cara essa ousadia. A intolerância, mesmo perante a morte, dos que se tomam por donos da verdade, é um sinal perturbador, especialmente numa sociedade em crise de valores. Nele está a génese de todos os totalitarismos."
Leio comentários e opiniões relativas à pessoa que parte e penso sempre que não gostaria de estar na pele da sua família que, além do desgosto de perder alguém que estima, tem ainda que se proteger da verve mal educada de tanta gente sem a mínima sensibilidade.
E confesso que uma das coisas que mais me assustam e me entristecem é perceber que continua a haver tanta gente incapaz de controlar o seu ódio, tantas vezes sem razão real, apenas pelo que ouve dizer ou lê nas notícias. Essa energia negativa à solta não ajuda nada o Cosmos a endireitar-se.
A nossa segunda paragem das férias foi a região de Penamacor, no distrito de Castelo Branco.
Fomos acampar para o parque de campismo do Freixial.
Não sendo o mais fantástico dos parques de campismo do país, respondeu aos nossos dois principais objectivos: sossego e piscina para a canalha.
As voltas que aproveitámos para dar por Monsanto, Penamacor, Penha Garcia e arredores foram um extra muito saboroso.
Aqui ficam as fotos.

Penha Garcia

Penha Garcia

Penha Garcia, junto ao Castelo.

Um dos moinhos de Penha Garcia, agora com vocação museológica.

Madalena sobre uma trilobite, na piscina natural de Penha Garcia.

Madalena nas ruas de Penha Garcia.

Pôr do Sol em Monsanto da Beira.

Recado encriptado, na casa de banho do parque de campismo.

Simão, o descarado, em Monsanto.

Pelas ruas de Monsanto.

Mãe e três putos, na aldeia mais Portuguesa de Portugal (Monsanto, claro).

Casas e penedos em Monsanto.
A primeira paragem das nossas curtas férias foi junto a S. João da Pesqueira, no Douro.
Ficámos aqui. Recomendo vivamente.
Fica um pouco a montante do Pinhão, na margem oposta à Quinta da Ferradosa.
É um local paradisíaco, longe de tudo, absolutamente silencioso e tranquilo, apenas agitado pelo passar do comboio (meia-dúzia de vezes ao dia) e pelos cruzeiros do Douro.
Apetece ficar por lá muito tempo.









Lourenço marinheiro. Atrás está o José Alberto, que dirige o projecto.





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