Meredith Monk - Doctor / Patient
>> terça-feira, julho 16, 2013
A julgar por reacções anteriores, a cantiga que estou neste momento a ouvir não é lá muito consensual, mas aqui fica na mesma.
Pode ser que com o tempo acabe por entrar :-)
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
A julgar por reacções anteriores, a cantiga que estou neste momento a ouvir não é lá muito consensual, mas aqui fica na mesma.
Pode ser que com o tempo acabe por entrar :-)
Poder-se-á dizer que é muito estranho que uma família visite o Palácio de Monserrate e não traga mais do que esta singela foto, mas acontece-me muito, em locais excessivamente fotografados, não me apetecer fotografar. A minha fotografia é sempre, forçosamente MINHA, e isso é muito difícil de fazer em monumentos cuja imagem é exageradamente publicada.
Assim, aqui fica o meu monumento, os 3 estarolas:

Não morar em Lisboa, embora adore essa cidade, faz-me ter sobre ela permanentemente um olhar de viajante.
No dia em que regressei de Munique, fui ter à baixa, onde se encontrava a minha boleia para casa. Largadas as malas, saí para a rua de máquina fotográfica a tiracolo, cheio de vontade de comer uma bifana e engolir umas imperiais.
Aqui ficam alguns dos quadros que registei.
Lisboa é uma cidade fabulosa.
Portugal pode ser o paraíso. Lá chegaremos.




Acho estes cestos uma coisa única, absolutamente pitoresca.

Um dos tipos de fotografia que mais me atrai é a fotografia de viagem. Adoro ver uma cidade ou outro local através das lentes da máquina. O ideal seria deixarem-me sozinho, com 3 lentes e um tripé.
É dos melhores momentos que me podem dar. É uma sensação estranha, a de que estando a fotografar nos tornamos transparentes. Sinto, sinceramente, que ninguém percebe que eu existo, mesmo se levar um tripé às costas, o que não foi o caso. Adoro passear, de olhar alerta, por uma cidade que não conheço, e retratar o que me desperta a atenção.
Aqui fica o conjunto de imagens que fiz em Munique.






Esta foi a primeira de uma série de 3 fotos a este casal, que não gostou nada de ser visado pela lente. Mas numa cidade estrangeira tenho uma lata acima de toda a suspeita e borrifei-me para os protestos. Ficou ou não uma foto magnífica?













A Feira Saloia de Fontanelas


Este homem vende o melhor mel que provei nos últimos tempos. É mel de Sintra, pois claro. Já temos o contacto para posteriores encomendas. Uma verdadeira delícia.

Artesanato local.

Jogos tradicionais.

Lourenço e o seu amigo Gaspar (não, não é esse)

Correndo para a Feira.

Esta foto foi feita com a minha máquina, mas é da Ana Ventura.

Esta também.

Esta já é minha outra vez.
Na feira alternativa de Sintra, na fabulosa biblioteca.

Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho
Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho
Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar, como um imã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu
Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De te ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você,
E entrar numa
Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho
Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho
Um filhote de leão, raio da manhã
Arrastando o meu olhar, como um imã
O meu coração é o sol, pai de toda cor
Quando ele lhe doura a pele ao léu
Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De te ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba
Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você,
E entrar numa
[Caetano Veloso]
Um concerto de mais de hora e meia, à borla.
(A cantiga que termina pelo minuto 52 faz-me voar pelo espaço sideral) Adoro isto.
Estas sessões de ficção científica postas em prática no presente fazem-me sempre pensar em como a humanidade pode ainda vir a ser extraordinária. Uma espécie que consegue fazer isto irá certamente encontrar forma de não destruir o planeta onde vive.
Iremos a tempo?
Conjunto de fotos que tinham ficado por editar, aquando da recente estadia em Pinhel - Guarda.








Simão nos braços da tia, no alto da ponte romana da Catribana, junto à Samarra.
Um local fantástico, que merece ser descoberto.

Por causa de uma obra, passei uns dias alojado numa daquelas casas onde não mora ninguém há décadas, na "cidade" de Pinhel, no distrito da Guarda.
Existe nestas habitações uma série de camadas temporais sobrepostas que me fascinam. Observando atentamente, percebemos o correr do tempo, sentimos intensamente o rasto do passado, uma espécie de patine de onde é preciso resgatar detalhes. Adoro este tipo de exploração. Parece que até o cheiro trouxe comigo.






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