Emmy Curl, a descoberta
>> quarta-feira, janeiro 30, 2013
Estou doido com a música desta moça:
Mais aqui e aqui.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Estou doido com a música desta moça:
Mais aqui e aqui.

Castelo dos Mouros visto de um dos seus actuais acessos.

Os percursos de Sintra.

Muralha restaurada recentemente.

Secret trail.

Secret trail.

Secret trail.

Tapada do Couto, já muito perto do Monte Sereno.
Adoro, entre inúmeras outras coisas, as texturas destas imagens. Das mãos, no início, à rocha, ao longo de todo o filme. Tocante.
Soube há pouco que o antigo muro das piscinas de Ouressa foi colocado no Parque das Merendas de Sintra. Não me parece que seja local para granjear muita afluência, mas em todo o caso, um dia destes, fomos lá dar uma saltada. Com o aproximar da Primavera, é bem provável que aumentemos a frequência das nossas visitas familiares a esta estrutura. A Madalena revelou-se uma potencial escaladora.



Este "guerreiro" foi tricotado pela mãe Raquel para o Lourenço. Da primeira vez que saiu de casa, não regressou. Ficou-se algures pelo muro de escalada do Parque das Merendas. Se ouvirem falar dele, a família agradece notícias.
É ou não é uma beleza?






Esta cena não foi encenada. Foi fotografada com uma 70-200 @ 102mm (em DX). Bem distante do objectivo. A criatividade do Lourenço não é muito diferente da de todos nós com a mesma idade. Adoro esta sequência.
Depois do Natal tive uma prenda diferente do habitual. Não é que eu esteja acostumado a receber meias ou pijamas, mas esta prenda foi realmente original. Uma sobrinha minha, que colabora no restaurante Claro!, convidou-me para o almoço.
Almoçar no Claro! é toda uma experiência sensorial. Desde a vista ao festival de pratos e de vinhos, passando pela luz especial da Barra do Tejo, tudo parece ter sido seleccionado para nos dar prazer.
Não sou crítico gastronómico, por isso não me preocupei em recolher detalhes informativos sobre o que me foi passando pelo palato, mas posso garantir que foi seguramente a mais requintada refeição que tive o gosto de saborear em todos os anos que já vivi. Várias entradas, vários pratos, várias sobremesas, tudo foi sendo acompanhado pelo vinho perfeito para o sabor de cada garfada, como se quem colheu as uvas soubesse já qual era o destino do vinho.
Um detalhe curioso: o pão que vai estando presente ao longo de toda a refeição é feito no próprio restaurante e não deixa nada a desejar aos pães gourmet que agora se vendem por todo o lado. A manteiga está também sempre presente, nuns pequenos recipientes que contêm manteiga e flor de sal. Suponho pelo delicioso sabor que a manteiga seja Açoriana.
Felizmente lembrei-me de fazer algumas fotos, caso contrário arriscaria pensar que tudo não tinha passado de um sonho breve.
A propósito da minha recente visita aos Capuchos, em Sintra, recebi do autor a divulgação deste pequeno filme. Não resisto a partilhá-lo.
"Quando morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar."
Bom ano de 2013 a todos.
No Domingo passado aproveitámos a manhã para ir (à borla) ao Convento dos Capuchos. O tempo não estava muito agradável, o que fez com que não houvesse ninguém no Convento.
É um local que não me canso de visitar.
As fotos que aqui deixo são as possíveis sem tripé. Como ia com a Madalena e o caganito Simão, não o levei de propósito, porque sabia que não ia ter disponibilidade para fotografar calmamente. Um dia desses volto lá com mais calma.
Entretanto aqui ficam algumas impressões do frio Convento dos Capuchos numa cinzenta manhã de Dezembro.
Sintra é o paraíso...



Gostei tanto da luz deste terreiro que fiz várias versões do mesmo quadro.



Por mais vezes que visite este local não deixo de me sentir esmagado com esta aproximação ao convento propriamente dito.


Um umbigo de pedra e musgo.

Há lá coisa mais bela...

Esta apetece pôr de pernas para o ar.
ZM
No âmbito de um projecto que anda a germinar na minha cabeça, fomos fazer uma visita em família à Anta de Adrenunes. Não vou estender-me sobre a beleza do local nem sobre a estranha energia que se sente por lá. Digo apenas que é um dos mais belos e mágicos locais da serra. Aqui ficam algumas imagens.

Nos bosques, a caminho.

Uma cadeira para as figuras que habitam os bosques.

A Anta propriamente dita.

Carvalhal ali ao lado.

Madalena e Simão no alto da estrutura. Em fundo, os topos da Noiva e da Ursa, recortados pela linha de terra.

A vista para Oeste e para o Cabo da Roca.

Madalena e Lourenço a destreparem.

Vista para Sul, para a Peninha.

Simão a abandonar o local.

Umbigo na pedra.

Com o Sol a aproximar-se do horizonte.
Repito, Sintra é o paraíso.
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