Claro!

>> quarta-feira, janeiro 09, 2013

Depois do Natal tive uma prenda diferente do habitual. Não é que eu esteja acostumado a receber meias ou pijamas, mas esta prenda foi realmente original. Uma sobrinha minha, que colabora no restaurante Claro!, convidou-me para o almoço.
Almoçar no Claro! é toda uma experiência sensorial. Desde a vista ao festival de pratos e de vinhos, passando pela luz especial da Barra do Tejo, tudo parece ter sido seleccionado para nos dar prazer.
Não sou crítico gastronómico, por isso não me preocupei em recolher detalhes informativos sobre o que me foi passando pelo palato, mas posso garantir que foi seguramente a mais requintada refeição que tive o gosto de saborear em todos os anos que já vivi. Várias entradas, vários pratos, várias sobremesas, tudo foi sendo acompanhado pelo vinho perfeito para o sabor de cada garfada, como se quem colheu as uvas soubesse já qual era o destino do vinho.
Um detalhe curioso: o pão que vai estando presente ao longo de toda a refeição é feito no próprio restaurante e não deixa nada a desejar aos pães gourmet que agora se vendem por todo o lado. A manteiga está também sempre presente, nuns pequenos recipientes que contêm manteiga e flor de sal. Suponho pelo delicioso sabor que a manteiga seja Açoriana.
Felizmente lembrei-me de fazer algumas fotos, caso contrário arriscaria pensar que tudo não tinha passado de um sonho breve.




Nas duas primeiras imagens temos aspectos de parte da sala e da vista para o Tejo. Na última a sequência de vinhos que tivemos o privilégio de provar ao longo da refeição.
Infelizmente era eu o condutor e não pude passar de dois golos de cada um, mas nem por isso deixei de sentir um imenso prazer gustativo.

O chefe Vitor Claro:

Contactos:
Av. Marginal, Curva dos Pinheiros, Hotel Solar Palmeiras, 2780-749 Paço de Arcos​
​Tel: 214 414 231

Se vos der para irem almoçar (ou jantar) à homem, na zona de Lisboa, experimentem marcar mesa no Claro! Digam que vão da minha parte, a ver se repito a experiência :-)
Como costumava dizer: se for caso disso, passem por lá (e depois contem-me).
Um luxo. Claro!

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Quando morrer...

>> quarta-feira, janeiro 02, 2013

A propósito da minha recente visita aos Capuchos, em Sintra, recebi do autor a divulgação deste pequeno filme. Não resisto a partilhá-lo.


"Quando morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto do mar."

Bom ano de 2013 a todos.

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Uma curta visita aos Capuchos

>> sábado, dezembro 29, 2012

No Domingo passado aproveitámos a manhã para ir (à borla) ao Convento dos Capuchos. O tempo não estava muito agradável, o que fez com que não houvesse ninguém no Convento.
É um local que não me canso de visitar.
As fotos que aqui deixo são as possíveis sem tripé. Como ia com a Madalena e o caganito Simão, não o levei de propósito, porque sabia que não ia ter disponibilidade para fotografar calmamente. Um dia desses volto lá com mais calma.
Entretanto aqui ficam algumas impressões do frio Convento dos Capuchos numa cinzenta manhã de Dezembro.
Sintra é o paraíso...

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Gostei tanto da luz deste terreiro que fiz várias versões do mesmo quadro.

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Por mais vezes que visite este local não deixo de me sentir esmagado com esta aproximação ao convento propriamente dito.

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Um umbigo de pedra e musgo.

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Há lá coisa mais bela...

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Esta apetece pôr de pernas para o ar.

ZM

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Praia da Adraga

>> domingo, dezembro 23, 2012

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Feliz Natal a todos.

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Sintra Natal II

>> segunda-feira, dezembro 17, 2012

No âmbito de um projecto que anda a germinar na minha cabeça, fomos fazer uma visita em família à Anta de Adrenunes. Não vou estender-me sobre a beleza do local nem sobre a estranha energia que se sente por lá. Digo apenas que é um dos mais belos e mágicos locais da serra. Aqui ficam algumas imagens.

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Nos bosques, a caminho.

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Uma cadeira para as figuras que habitam os bosques.

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A Anta propriamente dita.

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Carvalhal ali ao lado.

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Madalena e Simão no alto da estrutura. Em fundo, os topos da Noiva e da Ursa, recortados pela linha de terra.

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A vista para Oeste e para o Cabo da Roca.

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Madalena e Lourenço a destreparem.

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Vista para Sul, para a Peninha.

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Simão a abandonar o local.

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Umbigo na pedra.

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Com o Sol a aproximar-se do horizonte.

Repito, Sintra é o paraíso.

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Sintra Natal

>> domingo, dezembro 16, 2012

Por motivos diversos, tenho andado arredado destas lides bloguistas.
Com algum atraso, aqui ficam imagens de uma visita à Biblioteca de Sintra, com uma espécie de "Vila Natal" sintrense.

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Esta não é da visita à biblioteca, é de uma ida aos patins de gelo, no Fórum Sintra, com o grupo do hóquei em patins de Nafarros.

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A fábrica de brinquedos do Pai Natal, na Biblioteca.

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Os brinquedos a acordarem.

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Os brinquedos a brincarem ao circo.

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Os brinquedos.

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O Simão a tomar chá na casa dos Duendes.

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A fantástica vista da Biblioteca para a Serra e para a Vila.

Sintra é o paraíso.

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Oscar Niemeyer

>> quinta-feira, dezembro 06, 2012

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Este é o único projecto em solo Português, de Oscar Niemeyer, o arquitecto brasileiro que morreu ontem, aos 104 anos.
Não conheci outro projecto ao vivo, logo não tenho mais do que esta fotografia.
Aqui fica a homenagem.

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Azenhas by night

>> domingo, dezembro 02, 2012

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Hoje, ao final do dia, saí para ir buscar pão, mas passei pelas Azenhas para registar esta imagem. O frio torna a vista cristalina.

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Passeio à Pena

Desde que regressámos a Sintra que andamos para ir ao parque da Pena, para espreitar o Chalet da Condessa. Hoje, com o fantástico Sol com que fomos brindados, decidimos meter pés ao caminho. Aqui ficam algumas fotos desse curto passeio.

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Uma das fantásticas árvores do parque da Pena (Tuia?), bem perto do Chalet da Condessa D'Edla.

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Um curioso corte de árvore.

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A vista do omnipresente Palácio da Pena.

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No alto do Chá. O frio sente-se nesta foto.

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Simão e os principes, no Alto do Chá.

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Lourenço mandando charme no Chalet da Condessa.

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O Chalet visto do exterior.

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Acabámos o passeio na Adraga a comer pão com chouriço da feira de Almoçageme.

Foi um passeio memorável, como há algum tempo não fazíamos. Mesmo com crise, mesmo com frio, é possível dar umas voltas divertidas aqui na terra.

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Tivémos tempo para ser mais.

>> segunda-feira, novembro 26, 2012



Obrigado, Miguel, por mais esta pérola.

Não há segredos vãos
Quando te prendo as mãos
E tapo a boca

Não há palavras tuas
Que acendam as ruas
Onde a luz é pouca

Fomos feitos de algo mais
Que não tem forma nem razão

Tivemos tempo p'ra ser mais

Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais

Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais

Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais

Quando te prendo as mãos
Quando te prendo as mãos
Quando te prendo as mãos

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O decrescimento para um mundo sustentável

>> sexta-feira, novembro 23, 2012



Um excerto deste filme, via Companheiro Vasco.
Felizmente vão-se juntando mais vozes à ideia de se fazer um caminho alternativo na direcção de um futuro mais promissor para todos, incluíndo para a mãe natureza.

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Soltas de Sintra e não só

>> quinta-feira, novembro 15, 2012

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Esta é uma imagem que fiz na casa da minha cunhada, no Monte da Caparica, que pensei editar em P/B, mas que decidi deixar a cores.

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Os três da vida airada, no parque infantil de Cascais, junto à Casa das Histórias da Paula Rego, que acabaramos de visitar.

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Gosto da dinâmica desta imagem. O Lourenço é mesmo um atleta.

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O Simão a andar de alce.

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A Madalena dentro do tubo.

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Que coisa mai'linda!

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Os galos que andavam por ali.

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Um dos momentos da escola doméstica, neste caso à hora do pequeno almoço, assistindo a um vídeo sobre os Romanos na Península Ibérica, com a presença das sementeiras no primeiro plano. É uma foto pouco interessante do ponto de vista artístico ou técnico, mas que resume muito do que tem sido o clima cá de casa nos últimos tempos.

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Prazer em estado puro

>> sexta-feira, novembro 09, 2012

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Grow-up undamaged

>> quinta-feira, novembro 08, 2012

"We wanted our kids to grow-up undamaged"


Só nos está a faltar o suporte financeiro para manter este sonho. O que retiro deste filme é o de sempre: tenho que ser positivo, caso contrário arrisco-me a falhar.
Que o Cosmos esteja connosco. Queria tanto que desse certo!

Esta é privada, para um certo José que conhecemos: sinto-me tão verde!

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A Isabelinha do BA

Anteontem, por mero acaso, assisti (no PC, já se sabe, porque não tenho emissão de TV) a um debate curioso na SIC Noticias, com a participação de Isabel Jonet (do Banco Alimentar), Manuela Ferreira Leite e Rui Vilar (ex-administrador da Gulbenkian).
Eu não conhecia o pensamento de Isabel Jonet, mas julgava (ingénuo) que ela se posicionaria à esquerda da ex-líder do PSD e de Rui Vilar. Estava a fazer outras coisas enquanto escutava o debate, mas lá mais para diante arrebitei as orelhas. Será que estou a ouvir bem?
Não vos vou maçar com pormenores, mas aqui fica o link para o debate (através do 5dias.net), que entretanto se tornou viral.

Se não quiserem perder muito tempo, passem directamente para o minuto 39. É a partir daí que são ditas coisas surpreendentes. Tão surpreendentes que parecem igualmente surpreender os pares do debate.

Afinal não fui o único a ouvir os disparates desta senhora. Muita gente os terá ouvido e a coisa deu brado. Deixo-vos aqui duas reacções que me parecem justificadas, ambas do blog 5dias.net:
A comida não é uma arma;
Tia, ensine-me a ser pobre!

Sem necessariamente subscrever a totalidade dos textos que partilho, não posso deixar de aproveitar a oportunidade para manifestar a minha perplexidade pela falta de tacto com que os agentes políticos (ao contrário do que diz, Isabel Jonet é um deles) actuam nos dias que correm. Já é triste pensar que esta senhora, que nos habituámos a conhecer como coordenadora de uma acção filantrópica, tem estas ideias a tropeçarem-lhe nos miolos, agora, devia ao menos evitar vomitá-las na SIC Noticias, assim a sangue frio.
Estou desconfiado que foi um dos maiores tiros no pé dos últimos tempos (que têm sido pródigos em material desta natureza). Se o pessoal não se esquecer, estou desconfiado que na próxima campanha o volume de recolhas irá caír a pique.

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