Azenhas by night
>> domingo, dezembro 02, 2012

Hoje, ao final do dia, saí para ir buscar pão, mas passei pelas Azenhas para registar esta imagem. O frio torna a vista cristalina.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.

Hoje, ao final do dia, saí para ir buscar pão, mas passei pelas Azenhas para registar esta imagem. O frio torna a vista cristalina.
Desde que regressámos a Sintra que andamos para ir ao parque da Pena, para espreitar o Chalet da Condessa. Hoje, com o fantástico Sol com que fomos brindados, decidimos meter pés ao caminho. Aqui ficam algumas fotos desse curto passeio.

Uma das fantásticas árvores do parque da Pena (Tuia?), bem perto do Chalet da Condessa D'Edla.

Um curioso corte de árvore.

A vista do omnipresente Palácio da Pena.

No alto do Chá. O frio sente-se nesta foto.

Simão e os principes, no Alto do Chá.

Lourenço mandando charme no Chalet da Condessa.

O Chalet visto do exterior.

Acabámos o passeio na Adraga a comer pão com chouriço da feira de Almoçageme.
Foi um passeio memorável, como há algum tempo não fazíamos. Mesmo com crise, mesmo com frio, é possível dar umas voltas divertidas aqui na terra.
Obrigado, Miguel, por mais esta pérola.
Não há segredos vãos
Quando te prendo as mãos
E tapo a boca
Não há palavras tuas
Que acendam as ruas
Onde a luz é pouca
Fomos feitos de algo mais
Que não tem forma nem razão
Tivemos tempo p'ra ser mais
Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais
Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais
Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais
Quando te prendo as mãos
Quando te prendo as mãos
Quando te prendo as mãos
Um excerto deste filme, via Companheiro Vasco.
Felizmente vão-se juntando mais vozes à ideia de se fazer um caminho alternativo na direcção de um futuro mais promissor para todos, incluíndo para a mãe natureza.

Esta é uma imagem que fiz na casa da minha cunhada, no Monte da Caparica, que pensei editar em P/B, mas que decidi deixar a cores.

Os três da vida airada, no parque infantil de Cascais, junto à Casa das Histórias da Paula Rego, que acabaramos de visitar.

Gosto da dinâmica desta imagem. O Lourenço é mesmo um atleta.

O Simão a andar de alce.

A Madalena dentro do tubo.

Que coisa mai'linda!

Os galos que andavam por ali.

Um dos momentos da escola doméstica, neste caso à hora do pequeno almoço, assistindo a um vídeo sobre os Romanos na Península Ibérica, com a presença das sementeiras no primeiro plano. É uma foto pouco interessante do ponto de vista artístico ou técnico, mas que resume muito do que tem sido o clima cá de casa nos últimos tempos.
"We wanted our kids to grow-up undamaged"
Só nos está a faltar o suporte financeiro para manter este sonho. O que retiro deste filme é o de sempre: tenho que ser positivo, caso contrário arrisco-me a falhar.
Que o Cosmos esteja connosco. Queria tanto que desse certo!
Esta é privada, para um certo José que conhecemos: sinto-me tão verde!
Anteontem, por mero acaso, assisti (no PC, já se sabe, porque não tenho emissão de TV) a um debate curioso na SIC Noticias, com a participação de Isabel Jonet (do Banco Alimentar), Manuela Ferreira Leite e Rui Vilar (ex-administrador da Gulbenkian).
Eu não conhecia o pensamento de Isabel Jonet, mas julgava (ingénuo) que ela se posicionaria à esquerda da ex-líder do PSD e de Rui Vilar. Estava a fazer outras coisas enquanto escutava o debate, mas lá mais para diante arrebitei as orelhas. Será que estou a ouvir bem?
Não vos vou maçar com pormenores, mas aqui fica o link para o debate (através do 5dias.net), que entretanto se tornou viral.
Se não quiserem perder muito tempo, passem directamente para o minuto 39. É a partir daí que são ditas coisas surpreendentes. Tão surpreendentes que parecem igualmente surpreender os pares do debate.
Afinal não fui o único a ouvir os disparates desta senhora. Muita gente os terá ouvido e a coisa deu brado. Deixo-vos aqui duas reacções que me parecem justificadas, ambas do blog 5dias.net:
A comida não é uma arma;
Tia, ensine-me a ser pobre!
Sem necessariamente subscrever a totalidade dos textos que partilho, não posso deixar de aproveitar a oportunidade para manifestar a minha perplexidade pela falta de tacto com que os agentes políticos (ao contrário do que diz, Isabel Jonet é um deles) actuam nos dias que correm. Já é triste pensar que esta senhora, que nos habituámos a conhecer como coordenadora de uma acção filantrópica, tem estas ideias a tropeçarem-lhe nos miolos, agora, devia ao menos evitar vomitá-las na SIC Noticias, assim a sangue frio.
Estou desconfiado que foi um dos maiores tiros no pé dos últimos tempos (que têm sido pródigos em material desta natureza). Se o pessoal não se esquecer, estou desconfiado que na próxima campanha o volume de recolhas irá caír a pique.
Eu sei que faltam aqui umas variáveis, nomeadamente saber quem e como sustenta as funções sociais do estado numa economia descentralizada, mas num cenário de catástrofe económica ambiental e social, talvez valha a pena seguir este plano. Há muito que percebi que a fábula do crescimento eterno não tem um final feliz. Tem que haver outros caminhos.
Esta não me sai da cabeça desde o concerto.
The Return of the She-King
Aqui temos um dos mais fantásticos momentos do concerto na Casa da Música. Tal como previra, tive oportunidade de ouvir esta fabulosa versão do Song to the Siren:
On the floating, shapeless oceans
I did all my best to smile
til your singing eyes and fingers
drew me loving into your eyes.
And you sang "Sail to me, sail to me;
Let me enfold you."
Here I am, here I am waiting to hold you.
Did I dream you dreamed about me?
Were you here when I was full sail?
Now my foolish boat is leaning, broken love lost on your rocks.
For you sang, "Touch me not, touch me not, come back tomorrow."
Oh my heart, oh my heart shies from the sorrow.
I'm as puzzled as a newborn child.
I'm as riddled as the tide.
Should I stand amid the breakers?
Or shall I lie with death my bride?
Hear me sing: "Swim to me, swim to me, let me enfold you."
"Here I am. Here I am, waiting to hold you."

O foco não ficou perfeito, porque estava com a 50mm, muito aberta, e a coisa falhou um bocado, mas gosto tanto da expressão e da luz, que aqui fica na mesma.
Sometimes
I feel like I want to live
Far from the metropolis
Just walk through that door
Sometimes
I feel like I want to fly
Reach out to the painted sky
A prisoner to the wind
A bird on the wing
Sometimes
I feel the ocean in my blood
See rain from the sky above
Her salt brined tears
And now
Those tears leave taste on my tongue
Like the warm rush you get from
Black opium
Black opium
Sometimes
I feel like I want to leave
Behind all these memories
And walk through that door
Outside
The black night calls my name
But all roads look the same
They lead nowhere
They lead nowhere
We sat and watched as the moon rose for the very first time...
Um pequeno excerto do que tenciono ir ver ao Porto na próxima quarta-feira.
Reparem (sobretudo para quem conheça) na versão do Song to the Siren, a partir do minuto 12.
Fabuloso!
Uma banda imperdível.
ZM
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