Grow-up undamaged

>> quinta-feira, novembro 08, 2012

"We wanted our kids to grow-up undamaged"


Só nos está a faltar o suporte financeiro para manter este sonho. O que retiro deste filme é o de sempre: tenho que ser positivo, caso contrário arrisco-me a falhar.
Que o Cosmos esteja connosco. Queria tanto que desse certo!

Esta é privada, para um certo José que conhecemos: sinto-me tão verde!

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A Isabelinha do BA

Anteontem, por mero acaso, assisti (no PC, já se sabe, porque não tenho emissão de TV) a um debate curioso na SIC Noticias, com a participação de Isabel Jonet (do Banco Alimentar), Manuela Ferreira Leite e Rui Vilar (ex-administrador da Gulbenkian).
Eu não conhecia o pensamento de Isabel Jonet, mas julgava (ingénuo) que ela se posicionaria à esquerda da ex-líder do PSD e de Rui Vilar. Estava a fazer outras coisas enquanto escutava o debate, mas lá mais para diante arrebitei as orelhas. Será que estou a ouvir bem?
Não vos vou maçar com pormenores, mas aqui fica o link para o debate (através do 5dias.net), que entretanto se tornou viral.

Se não quiserem perder muito tempo, passem directamente para o minuto 39. É a partir daí que são ditas coisas surpreendentes. Tão surpreendentes que parecem igualmente surpreender os pares do debate.

Afinal não fui o único a ouvir os disparates desta senhora. Muita gente os terá ouvido e a coisa deu brado. Deixo-vos aqui duas reacções que me parecem justificadas, ambas do blog 5dias.net:
A comida não é uma arma;
Tia, ensine-me a ser pobre!

Sem necessariamente subscrever a totalidade dos textos que partilho, não posso deixar de aproveitar a oportunidade para manifestar a minha perplexidade pela falta de tacto com que os agentes políticos (ao contrário do que diz, Isabel Jonet é um deles) actuam nos dias que correm. Já é triste pensar que esta senhora, que nos habituámos a conhecer como coordenadora de uma acção filantrópica, tem estas ideias a tropeçarem-lhe nos miolos, agora, devia ao menos evitar vomitá-las na SIC Noticias, assim a sangue frio.
Estou desconfiado que foi um dos maiores tiros no pé dos últimos tempos (que têm sido pródigos em material desta natureza). Se o pessoal não se esquecer, estou desconfiado que na próxima campanha o volume de recolhas irá caír a pique.

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Utopia ?

>> segunda-feira, novembro 05, 2012



Eu sei que faltam aqui umas variáveis, nomeadamente saber quem e como sustenta as funções sociais do estado numa economia descentralizada, mas num cenário de catástrofe económica ambiental e social, talvez valha a pena seguir este plano. Há muito que percebi que a fábula do crescimento eterno não tem um final feliz. Tem que haver outros caminhos.

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Ainda em modo Dead Can Dance

>> sábado, outubro 27, 2012



Esta não me sai da cabeça desde o concerto.
The Return of the She-King

Aqui temos um dos mais fantásticos momentos do concerto na Casa da Música. Tal como previra, tive oportunidade de ouvir esta fabulosa versão do Song to the Siren:


On the floating, shapeless oceans
I did all my best to smile
til your singing eyes and fingers
drew me loving into your eyes.

And you sang "Sail to me, sail to me;
Let me enfold you."

Here I am, here I am waiting to hold you.
Did I dream you dreamed about me?
Were you here when I was full sail?

Now my foolish boat is leaning, broken love lost on your rocks.
For you sang, "Touch me not, touch me not, come back tomorrow."
Oh my heart, oh my heart shies from the sorrow.
I'm as puzzled as a newborn child.
I'm as riddled as the tide.
Should I stand amid the breakers?
Or shall I lie with death my bride?

Hear me sing: "Swim to me, swim to me, let me enfold you."
"Here I am. Here I am, waiting to hold you."

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Retrato da Madalena de trancinhas

>> terça-feira, outubro 23, 2012

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O foco não ficou perfeito, porque estava com a 50mm, muito aberta, e a coisa falhou um bocado, mas gosto tanto da expressão e da luz, que aqui fica na mesma.

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Modo Dead Can Dance (II)



Sometimes
I feel like I want to live
Far from the metropolis
Just walk through that door
Sometimes
I feel like I want to fly
Reach out to the painted sky
A prisoner to the wind
A bird on the wing

Sometimes
I feel the ocean in my blood
See rain from the sky above
Her salt brined tears
And now
Those tears leave taste on my tongue
Like the warm rush you get from
Black opium
Black opium

Sometimes
I feel like I want to leave
Behind all these memories
And walk through that door
Outside
The black night calls my name
But all roads look the same
They lead nowhere
They lead nowhere

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Em modo Dead Can Dance



We sat and watched as the moon rose for the very first time...

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Dead Can Dance no Porto

>> segunda-feira, outubro 22, 2012

Um pequeno excerto do que tenciono ir ver ao Porto na próxima quarta-feira.
Reparem (sobretudo para quem conheça) na versão do Song to the Siren, a partir do minuto 12.

Fabuloso!
Uma banda imperdível.
ZM

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A queda de um mito

>> quinta-feira, outubro 11, 2012


O RSI explicado às crianças. Via Companheiro Vasco.
Para ver se acalmo alguns dos "conversas da treta" que adoram trazer este assunto à baila e que querem fazer-nos crer que a ajuda social aos muito pobres contribui para o desastre financeiro do país. Tenham paciência...

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What is it that you wanna do?


Ainda não cheguei lá, mas estou a caminho. Inspirador!
Via Montanhacima. Obrigado.

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Viver no Campo (III)

>> sexta-feira, setembro 28, 2012

Há dias, saí de casa para ir beber um café ao centro da aldeia, e para-me à frente um daqueles "papa reformas", com um velhote lá dentro que me chuta:
- Quer polvo?
Eu hesitei, mas sabendo que a minha mulher se perde por polvo, bati à janela e perguntei-lhe se ela queria polvo. Comprámos mais de 1 kg de polvo por 7€, acabado de apanhar em Cascais, segundo o vendedor de ocasião.
Os bichos foram arranjados, cozidos e assados, como manda a lei, resultando nesta magnífica travessa que comemos com gosto. Podia ter ficado mais tenro, mas de sabor estava uma delícia.
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Aqui temos a mãe e o caganito mai'novo a caminho do parque infantil (os outros dois iam à frente do fotógrafo, excitadamente).

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Pelo caminho.

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Por alguma razão que me ultrapassa, o parque infantil de Fontanelas está fechado a cadeado. Como somos um bocado desobedientes, temos ultrapassado esse obstáculo e utilizado o espaço. Espero que não me venham prender por isso.

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Simão no "'correga".

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Simão no baloiço, com propulsão da mana.

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Ao final do dia, uma foto que ilustra a força do Sol, tanto na intensidade do vermelho como na silhueta de um painel solar térmico.

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Hans Joachim Roedelius

>> quinta-feira, setembro 27, 2012


Este é um músico cujo trabalho conheço e aprecio há muitos anos, mas que continua a encantar-me, sobretudo quando preciso de trabalhar concentrado e desligar-me do mundo por uns tempos. Esta é uma das minhas cantigas favoritas.
Se seguirem este link, têm uma extensa playlist para descobrir.

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Três soltas - Fontanelas city

>> terça-feira, setembro 25, 2012

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Retrato da minha mulher.

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Inspirada em André Kertész.

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O doce sorriso da minha mais nova cunhada.

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Sintra, está claro!

Um dia desses fomos a Sintra com o objectivo de espreitar a exposição que está patente no Café Saudade, em Sintra, na descida da estação para a antiga Câmara Municipal.
Aproveitámos para dar por lá uma volta maior, deixando-nos encantar pelo ambiente que nos é tão familiar e que tanto ansiámos por voltar a apreciar ao vivo. Aqui ficam umas fotos do passeio.

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Simão no "currega", junto ao Palácio de Valenças.

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No mesmo parque infantil.

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Claro que não faltámos a uma queijadinha da Sapa. A quem não conhece estas queijadas e julga que gosta de queijadas de Sintra, recomendo a visita. São verdadeiramente excepcionais. As "verdadeiras".

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Um detalhe do tal Café Saudade.

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Na exposição. Um espaço muito interessante, muito cénico.

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Idem.

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Na zona do café propriamente dito.

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O ambiente romântico deste café é inspirador. Sintra no seu melhor.

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Mais uma do ensino doméstico e afins.

>> segunda-feira, setembro 24, 2012

Aqui a barraca anda meio parada. Acontece que eu tenho muita ralação e pouca disponibilidade para vir aqui actualizar os meus caríssimos seguidores.
Tenham paciência, que a coisa, não tarda já, volta ao normal.
Por agora, tomem lá mais esta reportagem sobre ensinos alternativos:

Nós estamos a tentar percorrer este caminho. Faltam ainda alguns "pilares" importantes, mas por agora, tanto quanto a experiência permite já avaliar, a coisa está a correr bem.
A transição está aí. Embarcamos?

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