Exames do quarto ano

>> quinta-feira, maio 24, 2012

Elsa Barbosa, Presidente da Associação de Professores de Matemática, no Expresso do dia 19 de Maio de 2012:
"Vejo com gravidade a introdução de exames no 4º ano, que não existem em mais nenhum país da Europa. É preciso lembrar que os quatro primeiros anos de escolaridade são generalistas e que se ensina mais do que Português e Matemática. Decidir que os exames só vão incidir sobre estas áreas é assustador, pois pode reduzir o trabalho do professor do 1º ciclo a duas disciplinas. Que são muito importantes, mas não as únicas."

É caso para dizer: o exame do quarto ano, em Portugal, é uma Cratinisse.

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Dedicado aos tarados da traça

>> domingo, maio 20, 2012


Eis um post, n'A Barriga que dá força ao que eu sempre disse sobre a rigidez da defesa da "traça". Dedico-o àqueles Angrenses que são tão ciosos da sua "traça".
Aplaudo de pé.

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Ganhei-o!

Foi muito duro, levei 16:38h a completar o percurso de 100km, mas ganhei o troféu. Ainda farei um balanço da coisa. Apetece-me muito escrever sobre o assunto, mas fica para outro post. Apesar de tudo, tenho que reconhecer que me sabe muito bem a sensação da conquista.

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Apetece-me ganhá-lo

>> quinta-feira, maio 17, 2012

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Porto de Pipas

>> quarta-feira, maio 16, 2012

Uma curta passagem pelo Porto de Pipas - Angra do Heroísmo -, hoje ao final da tarde, para desanuviar a cabeça, resultou nesta imagem, que me consolou (como se diz por cá).

DSC_6124-2

PS: update com uma versão algo menos radical, em termos de contraste.

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As obras e o artista





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Andamos a escorregar para esta solução...

>> segunda-feira, maio 14, 2012



É uma ideia que entrou lentamente, mas de forma avassaladora. Estamos mais perto deste passo do que parece à primeira vista. Na verdade estamos ansiosos.
Ver mais aqui.

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Se eu fosse o gajo lá de cima também o requisitava

>> sexta-feira, maio 11, 2012

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Notícia triste...



Uma notícia triste, que soube pelo blog do António Araújo.
Que coisa desconcertante. Lá vai outro que cá fazia falta.

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Anthony Bourdain em Lisboa

>> quarta-feira, maio 09, 2012


Invejo, para começar, aquela orgia de marisco, regada a Sagres de pressão, com um prego cheio de mostarda por sobremesa.
Tenho saudades de Lisboa :-)

Babem-se...

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Os Donos de Portugal

>> terça-feira, maio 08, 2012



Uma reportagem muito interessante que mostra como as grandes fortunas, em Portugal, têm seguido uma lógica dinástica, desde há décadas. Arrepiante a promiscuidade com o franquismo e o nazismo, assim como a ligação (mais recentemente) aos membros do poder, sobretudo no arco governativo (como se costuma dizer).

Do lado materno (Oom Moniz Galvão), herdei sangue com mistura de alguns dos nomes que fazem parte do elenco deste filme. Curiosamente acabei pelintra e revolucionário. Alguma coisa comigo não deu certo :-)


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Famintos

>> sexta-feira, maio 04, 2012

Estou a ler o gigantesco "A Queda dos Gigantes", de Ken Follett, o primeiro de uma trilogia que estou ansioso por continuar (embora o próximo volume só esteja agendado para o final deste ano). Hoje, numa das minhas deslocações para o escritório de livro em riste, tropecei neste parágrafo, que achei particularmente adequado aos recentes acontecimentos:

Depois do banquete, os soldados foram convidados para se dirigirem às traseiras e consumirem os restos que a criadagem da casa não quisera: nacos de carne e peixe, vegetais frios, pães já trincados, maçãs e pêras. A comida foi depositada numa mesa de cavalete e misturada de qualquer maneira, fatias de presunto besuntadas de paté de peixe, fruta no molho da carne, pão salpicado com cinza de charuto. Não obstante, visto que tinham comido ainda pior nas trincheiras e o seu pequeno almoço à base de papas de aveia e bacalhau salgado já lá ia havia muito, serviram-se como famintos.

Isto passava-se no Outono de 1916, mais de dois anos decorridos do início da Primeira Grande Guerra. A minha mãe nasceria escassos 9 anos depois destes acontecimentos. Nada disto está assim tão longe. Às vezes parece que nos esquecemos de como chegámos aqui.

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Reinventando o fogo

>> quinta-feira, maio 03, 2012


Uma apresentação que vale a pena seguir com atenção até ao final, onde se defende, mais uma vez, que a solução energética não passa pelo nuclear e seguramente também não incluirá os combustíveis fósseis por muito mais tempo.
Portugal é referido, a páginas tantas, como um bom exemplo de utilização de electricidade de origem renovável.
Eu continuo a acreditar que este será o caminho. Eficiência e geração renovável, a par com outras soluções de armazenamento que irão entretanto aparecer, tornarão possível viver de forma muito semelhante à que vivemos hoje, sem termos que recorrer a uma gota de petróleo ou derivados.
Só nos falta acreditar nesse futuro...

Mais informação em aqui.

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XXII Meia Maratona dos Bravos - Terceira

>> quarta-feira, maio 02, 2012

Ontem corri a XXII Meia Maratona dos Bravos, uma prova que já tinha também feito no ano passado, mas que este ano me correu melhor. Esta imagem foi gentilmente cedida pelo Miguel, que andava pela zona da partida e aproveitou para registar este instantâneo. Terminei a corrida em 9º da geral e em 2º lugar do meu escalão. Levei 1:28:17h a percorrer todo o percurso, mas não posso homologar este que seria o meu record pessoal à meia maratona porque o percurso tem 3/4 de descida.

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Árvore

Há dias estive em Lisboa de fugida. O que lá fui fazer correu mal, mas acabei por perceber a razão porque o cosmos me encaminhou para ali. Foram três dias de contacto com o meu amigo, sócio e afilhado de casamento, e respectiva família, que se encarregaram de me provar que a minha viagem não tinha sido em vão.
Cada vez mais acredito que muitas das coisas que nos correm menos bem na vida (ou correm mesmo mal de todo) têm, nalguma perspectiva, um lado positivo. Desta vez, o que poderia ter sido uma viagem à senhora da asneira, revelou-se afinal um curto descanso que me fez regressar à Terceira muito preenchido e enriquecido de boas conversas e memórias.
Esta é uma das imagens que trouxe na máquina, as outras trouxe-as no coração.
Foi feita de encomenda para a minha mulher. Ela gosta de árvores, e eu vejo ainda neste pequeno sobreiro um coração verde no musgo e, se não se incomodarem com a ousadia, vejo também uma sugestão de púbis feminino. Tudo boas razões para recolher a imagem e oferecê-la à minha amada. Tenham paciência, que hoje deu-me para o sentimento :-)


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