Texto interessante, sobre uma palestra de Eduardo Sá, num colégio, em Faro (via Colher de Mãe, por sua vez via Ensino Privado), de onde destaco o seguinte: Sempre que namoramos mais um bocadinho, casamo-nos mais um pouco e sempre que deixamos de namorar, divorciamo-nos em suaves prestações”, concretizou a provocação, considerando o casamento tão sagrado como frágil. “É uma experiência sagrada porque duas pessoas que decidem comungar-se é uma experiência tão preciosa que é sagrada, mas é frágil porque, às vezes, os pais estão tão preocupados com a educação dos filhos que se esquecem de namorar todos os dias”, lamentou, lembrando que “pais mal-amados tornam-se piores pais”. “É fundamental que a relação amorosa dos pais esteja em primeiro lugar, antes da relação dos pais com as crianças”, sustentou.
e a lógica, agora pouco na moda, de promover o ensino agradável e sem esforço: A terminar, defendeu ser possível “ter sucesso escolar” e “gostar da escola”. “Tenho esperança que um dia as crianças queiram fugir para a escola”
Aqui diz-se, entre outras coisas, que mais de metade da população mundial vive hoje nas cidades, mas que a área necessária para agricultura, para alimentar toda essa gente, é 60 vezes superior à das próprias cidades.
Diz-se que a agricultura é hoje responsável por 30% do total de emissões de gases com efeito de estufa, uma percentagem superior à do sector dos transportes ou da produção de energia eléctrica.
Nos Açores, onde me encontro, 42.28% do solo estão ocupados com pastagens, 14.14% com uso agrícola, 22.23% são florestas e apenas 12.78% é vegetação natural. Se somarmos a área de pastagem com o solo agrícola, temos 56.42% do total do território. Já para não falar das emissões de gases com efeito de estufa que a mono cultura da vaca origina.
Cada um terá que fazer a sua parte, mas é garantido que, por decisão própria ou à força de consequências disruptivas, todos teremos que comer menos carne e lacticínios no futuro. Eu prefiro ir empreendendo esse caminho pela minha própria vontade. O outro aspecto importante são as hortas caseiras, que hoje muita gente cultiva (nos dois sentidos do termo). Há um planeta para salvar, e há formas simples de contribuir para isso. Estamos a fim?
A propósito desta crónica do inenarrável arquitecto Saraiva, o Bruno Nogueira responde assim.
Pessoalmente, e porque há muito que percebi que o arquitecto Saraiva não está bem da cabeça, deixei totalmente de procurar ler o que ele vomita, mas neste caso, por ter ouvido a resposta, fui depois ler a crónica original e fiquei verdadeiramente surpreendido, para não dizer mal disposto.
Podia dizer muita coisa sobre aquele texto execrável, mas resumo tudo numa única afirmação:
Tenho 3 filhos amorosos e aquilo que seria um profundo desgosto não era que qualquer deles fosse homossexual, era saber que algum tinha escrito um texto como o do arquitecto Saraiva. Isso sim, seria desgosto para me pôr à beira do suicídio.
PS: aplaudo de pé a malha de cachaporra que o Bruno Nogueira avia no arquitecto.
De vez em quando, lá vai um post com fotos de família. É para ir actualizando os que estão longe (embora quem esteja longe sejamos nós). Cá fica mais uma curta série.
Esta ilustra a habitual performance teatral de quando se juntam muitos por cá. Neste caso, além dos nossos 3, tinhamos cá as 2 primas e mais a amiga Íris.
Esta é de uma aventura de geocaching, há cerca de uma semana.
Se não houvesse já razões que chegassem para reduzir ou eliminar o consumo de carne, aqui fica mais uma.
O melhor mesmo será pedirem hamburguers no talho, com carne picada na hora, de uma peça que esteja exposta.
Talvez melhor ainda, eliminar o consumo de carne, que é o que temos vindo a fazer cá em casa. Estamos quase lá.
Quem pratica desportos com intensidade e paixão sabe bem o que é a "tesão" do corpo para saciar o vício. Se vejo vídeos de escalada em rocha, e apesar de já não escalar rocha com regularidade, fico com as mãos cheias de água. É a "tesão" da rocha, que nunca me abandonou. Agora, olhando para este gráfico e tendo na cabeça imagens fotográficas de muitos dos locais que esta corrida percorre, tremem-me as pernas, como se fosse um cavalo de corrida na linha da partida.
(Per)correr 100km no cenário magnífico da Serra de S. Mamede, por caminhos pouco frequentados, será (espero eu) um prazer inesquecível. Falta pouco mais de um mês. Estou ansioso pela partida.
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Na sequência deste post, e agora já encostado ao final do livro, deixo-vos aqui outra tirada que achei curiosa:
"A verdadeira nobreza, sei-o agora, é isto. É caminhar toda a nossa vida com passos certos, com passos que nos saiam do coração; é os nossos actos estarem de acordo com as nossas ideias, mesmo que o preço seja alto. E não impor essas ideias a ninguém, e ser modesto e compassivo na nossa grandeza."
Parece-me um bom lema de vida.
Boa semana aos meus leitores.
Artigo dos professores João Peças Lopes e Manuel Matos que clarifica algumas das inverdades que têm sido propagadas para a opinião pública, relativamente ao preço da electricidade e da sua relação com a geração eólica.
Foi publicado no caderno de Economia do Expresso da semana passada. Está divulgado no site da APREN.
Para que não continuem os suspeitos do costume a querer atirar-nos areia para os olhos.