Steve Reich, pois claro.
>> sexta-feira, outubro 21, 2011
Bom fim-de-semana a todos.
Aqui vai chover, mas há um sol que me brilha dentro e isso basta :-)
Bem-vindo, João.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Bom fim-de-semana a todos.
Aqui vai chover, mas há um sol que me brilha dentro e isso basta :-)
Bem-vindo, João.
Os livros do Lobo Antunes, que eu adorei até certo ponto, deixaram há algum tempo de ser legíveis. Será porventura culpa minha, falta de paciência para a desorientação narrativa que me causam, mas a personagem Lobo Antunes continua a encantar-me. Esta entrevista mexe nas feridas, mas saímos dela mais crescidos. Recomendo vivamente.
Pergunta feita a Guy Kawasaki, ex-conselheiro de Steve Jobs e guru de culto da Apple:
Qual foi a lição mais importante que aprendeu quando começou a liderar equipas?

Uma foto especial, feita no mesmo local da festa do post anterior.
Hoje foi um daqueles dias simples, mas muito preenchidos.
De manhã corri 33km do meu planeamento para a maratona do próximo dia 6 de Novembro. Foram 3 horas de puro prazer, de evasão. Há um prazer na corrida que não é possível explicar a quem não corre. Há momentos em que o corpo se solta de uma forma que parece que são de outrem as pernas que nos levam. Nessas alturas consegue-se sentir o que nos rodeia como se a corrida fosse um mero passeio. É principalmente por isto que eu nunca senti necessidade de correr com música nos ouvidos. Eu corro com os sentidos todos alerta, observando o que me rodeia. E tenho muito, muito gosto nisso.
Ora, depois da corrida fomos à praia com a criançada. Sim, eu disse à praia. A Prainha de Angra estava fantástica, os putos tomaram banho e nós apanhámos um magnífico Sol. Depois, enquanto o Simão dormia uma curta sesta, fomos beber umas frescas ao Aqua Emotion, o único bar das imediações, com os olhos na marina. Entretanto veio de novo a chuva e voltámos para casa.
Fiquem com as imagens de um fim de dia muito feliz e fotogénico.

Esta é a vista da esplanada onde bebemos umas frescas, enquanto a Troika não nos tira este enorme prazer.

Esta é a fresca propriamente dita.

Esta é a Íris, sob o fantástico arco-íris que entretanto apareceu nos céus. A Íris debaixo do arco-Íris :-)

O tal arco-íris e as gajas a fugir da chuva. Eu juntei-me a elas num ápice.
Amanhã falo da "festa".
Um fantástico filme, de António Araújo (autor da foto que nomeei "Man Walking to Serreta" há uns posts atrás), que mostra muito mais da verdadeira Terceira do que o que normalmente é divulgado. Estou de boca aberta com este filme. Vejam que vale a pena.
A Isabel vai para o Japão, ajudar a erguer aquela trapalhada toda.

Existem duas formas de se associarem a ela na ajuda ao povo Japonês:
1 - participando no Serão Japonês, na próxima terça-feira, no Chiado;
2 - candidatando-se ao sorteio de uma das suas fotografias, em tamanho 70x50cm.
Participem!
Entrando pelo miradouro do Raminho, há uma estrada de terra que leva na direcção do Farol da Serreta. Ao fim dessa estrada há um tanque coberto de limos.
Daí sai um trilho que atravessa alguns cerrados e que leva até à linha da costa. Finalmente, por debaixo de uma árvore, em ar de portão para outra dimensão, chegamos a um promontório mágico, coberto de feno, de onde se tem uma magnífica vista.
É tão espantosamente belo e mágico que eu devia mesmo era ficar calado.
Enfim, aqui ficam algumas imagens do que poderão por lá encontrar.
Se lá forem, façam por merecer a beleza que o lugar oferece. Preservem-na, por favor.



A Madalena, espreitando a costa, depois do arame.


Esta foi elaborada durante uma conversa académica sobre Preto e Branco a partir de um original a cores. Como gosto muito dela, aqui fica.
Ao fundo vemos como está a ficar o polémico projecto da Inês Lobo, a futura Biblioteca de Angra do Heroísmo.

Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. But the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.
Via A Barriga.
Este ano houve de novo um Photo Walk em Angra do Heroísmo, desta vez conduzido pelo Bruno Ázera.
Foi igualmente divertido, mas demasiado molhado pela chuva que raramente nos abandonou.
Aqui fica uma selecção do que fui fazendo. Acho-a pouco inspirada, mas mesmo assim decidi partilhar.

Uma visão invulgar da marina e do Monte Brasil. Subiamos para o miradouro do Canta Galo.

É uma casa Portuguesa com certeza.

Um barco amarrado junto ao Canta Galo. Deve ter saudades do mar.

Esta é daquelas que só o fotógrafo é que gosta, mas eu adoro esta imagem. Gosto da sugestão de olhar, pela rua abaixo, em direcção à baía. Gosto da pose meio amuada do cão, acabando por reforçar essa mesma direcção para onde a foto foge.

Estava uma bateria de máquinas a apontar para este sujeito, que se dispôs a ser fotografado, mas ele nunca perdeu esta expressão de bonomia. Bom homem, como se pode ver na imagem.

Para quem vive em Angra, esta é uma imagem banal, mas mesmo assim é um quadro curioso.

Esta imagem não teria sido possível antes da troca daquela barraca de feira por este quiosque mais limpo e arejado.

O fotógrafo e a "presa".

Achei curioso ver uma pessoa a ler este livro numa esplanada de Angra. São dois mundos que não se tocam.

Um ponto final amarelo sobre a areia escura da Prainha. Marca também o final do Verão.
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