Angra a Preto e Branco

>> quinta-feira, outubro 06, 2011

Esta foi elaborada durante uma conversa académica sobre Preto e Branco a partir de um original a cores. Como gosto muito dela, aqui fica.
Ao fundo vemos como está a ficar o polémico projecto da Inês Lobo, a futura Biblioteca de Angra do Heroísmo.

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Here's to the crazy ones...


Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes. The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them. But the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They push the human race forward. And while some may see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.
Via A Barriga.

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Angra Photo Walk 2011

>> segunda-feira, outubro 03, 2011

Este ano houve de novo um Photo Walk em Angra do Heroísmo, desta vez conduzido pelo Bruno Ázera.
Foi igualmente divertido, mas demasiado molhado pela chuva que raramente nos abandonou.
Aqui fica uma selecção do que fui fazendo. Acho-a pouco inspirada, mas mesmo assim decidi partilhar.

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Uma visão invulgar da marina e do Monte Brasil. Subiamos para o miradouro do Canta Galo.

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É uma casa Portuguesa com certeza.

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Um barco amarrado junto ao Canta Galo. Deve ter saudades do mar.

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Esta é daquelas que só o fotógrafo é que gosta, mas eu adoro esta imagem. Gosto da sugestão de olhar, pela rua abaixo, em direcção à baía. Gosto da pose meio amuada do cão, acabando por reforçar essa mesma direcção para onde a foto foge.

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Estava uma bateria de máquinas a apontar para este sujeito, que se dispôs a ser fotografado, mas ele nunca perdeu esta expressão de bonomia. Bom homem, como se pode ver na imagem.

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Para quem vive em Angra, esta é uma imagem banal, mas mesmo assim é um quadro curioso.

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Esta imagem não teria sido possível antes da troca daquela barraca de feira por este quiosque mais limpo e arejado.

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O fotógrafo e a "presa".

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Achei curioso ver uma pessoa a ler este livro numa esplanada de Angra. São dois mundos que não se tocam.

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Um ponto final amarelo sobre a areia escura da Prainha. Marca também o final do Verão.

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Ainda os ecos do Ultra Trail Senhora da Serreta

>> sábado, outubro 01, 2011

Saíu hoje uma reportagem de Miguel Azevedo, no jornal A União, sobre a nossa travessia da Ilha Terceira em direcção à Serreta, no dia da romaria.
Ver a nossa aventura impressa em papel de jornal é agradável.
Agradeço ao Miguel a sua divulgação.
Talvez para o ano consiga juntar mais alguns corredores para um percurso semelhante.

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Colher de Mãe

>> quinta-feira, setembro 29, 2011

Novo negócio cá da casa. Bolos, compotas e afins.
Em tempos complicados, nada melhor do que enveredar por novos rumos.
Aqui ficam 3 fotos de exemplares do que tem sido produzido por cá.
Querem comprar? Está tudo à venda. Divulguem.




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Madalena em patins

Madalena no farol da marina de Angra, com os patins calçados.

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Mari Boine

>> quarta-feira, setembro 28, 2011


Uma coisa fantástica, de uma banda que seguramente bebeu das mesmas fontes dos Dead Can Dance.
A explorar intensamente.
Mais aqui.
Divulgado pelo Miguel.

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Black Houses

>> segunda-feira, setembro 26, 2011

As Black Houses são umas casas que são agora apenas uma espécie de museu, mas que foram de facto casas de habitação, nas quais as pessoas e os animais viviam debaixo do mesmo tecto. O local onde se encontram estes exemplares, na ilha de Lewis, nas Outer Hebrides da Escócia, vale só por si uma visita.

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Stornoway

>> sábado, setembro 24, 2011

Estive em Stornoway, nas ilhas Hebrides, no Norte da Escócia, por motivos profissionais. O tempo para fotografar não fui muito, mas sempre recolhi algumas imagens que dão uma ideia do que é a ilha de Lewis.

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A foto não é a preto e branco.

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Um local mágico, chamado Calanais Standing Stones

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Estas últimas fotos são todas do mesmo local.
Amanhã há mais.

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Primeiro Lisboa

Fui de viagem às ilhas Hebrides, da Escócia, designadamente à ilha de Lewis.
No regresso tive um dia em LX. Lisboa é uma cidade belíssima.
Prestem atenção, porque Lisboa é verdadeiramente apaixonante.
Lisboa apetece.
Aqui ficam algumas imagens.

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As velhotas gostam do CM. Não há volta a dar.

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Pelas proporções dir-se-ia do Botero, mas não tenho certezas. Campo Grande. Lisboa.

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Um quadro no mínimo curioso.

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Estas duas são do Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, do arquitecto Charles Correa. Um edifício que me parece magnífico, mas que não foi desta que explorei convenientemente.

Lisboa melhorou muito nos últimos anos. É uma cidade encantadora.

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Angra light

Light, neste caso, quer mesmo dizer luz.


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Man Walking to Serreta

>> segunda-feira, setembro 12, 2011

O António Araújo foi quem me ajudou no design da T-shirt que envergamos nesta foto do post anterior. Além de ser um talentoso fotógrafo, faz também trabalho de design.
No dia após o Ultra Trail da Serreta (Sábado), fui com a família desde a igreja de Santa Bárbara até à Serreta novamente, a pé, com os putos todos. O Simão foi uma parte do percurso no carrinho e outra parte às minhas costas na mochila.
Como vêem, o Ultra Trail não me partiu as pernas.
Algures pelas Doze Ribeiras, com um belíssimo cenário à nossa esquerda, no mar, vemos um fotógrafo atrás de uma enorme lente branca, enquadrando justamente esse cenário. Quando reparei melhor tratava-se do António Araújo. Acabei por ficar eu próprio na fotografia, com a mochila de transporte do Simão às costas, mas sem Simão.
Tal como escrevi num comentário ao post onde o António partilha a foto, chamar-lhe-ia "Man Walking to Serreta", numa homenagem gráfica a Giacometti.

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Fotos do Ultra Trail Senhora da Serreta

As primeiras fotos da minha ida à Serreta saíram aqui e aqui. Agora ficam as que o Miguel foi tirando ao longo de percurso, dos corredores propriamente ditos.
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Aqui vamos com cerca de 35km de percurso, depois de uma série de kms que foram os que me deram mais prazer. Estamos a chegar da travessia Pico Alto - Bagacina.
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Aqui estamos uns 2km adiante da anterior, a entrar na última secção do percurso, numa estrada florestal que leva da estrada do Mato até à zona do Pico Rachado.
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No mesmo local da anterior.
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Atravessando um denso bosque de Criptomérias. Uma zona também muito agradável de percorrer.
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Já muito perto do troço final que nos levará muito perto da Lagoa da Serreta, já ia literalmente com a língua de fora.
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Na mesma zona.
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Finalmente, com a satisfação do objectivo atingido, aqui fica para a posteridade a foto da equipa na Igreja da Serreta.
Mais uma vez, um grande obrigado ao Miguel, que nos acompanhou pacientemente ao longo de quase 7 horas e ainda foi ele próprio à Serreta no mesmo dia a partir da Praia; obrigado também ao Magalhães que teve a coragem de me acompanhar num verdadeiro tiro no escuro, porque não fazia a menor ideia da tortura porque teria que passar.

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Um relato só com palavras, por enquanto

>> domingo, setembro 11, 2011

Ainda a "quente", aqui fica uma breve descrição do que foi o percurso de ontem, de Porto Martins à Serreta. Acordei às 5:00h da manhã, noite cerrada, comi flocos de aveia com leite, meti no carro tudo o que já tinha preparado de véspera e siga. Apanhei o Miguel na Praia uns minutos antes das 6:30h, e seguimos para Porto Martins, onde já me esperava o Magalhães, que foi a única pessoa que aceitou corajosamente acompanhar-me nesta aventura. O Magalhães, ao contrário de mim, não tinha treinado especificamente para esta actividade, nem sabia concretamente o que o esperava, embora seja um corredor muito forte. Iniciámos a corrida por volta das 6:40h, percorrendo calmamente a marginal de Porto Martins, até entrarmos na Canada do Serra. Estes primeiros quilómetros revestiram-se de alguma ansiedade, pelo menos para mim que sabia bem o que tinha pela frente. A palavra de ordem, durante os primeiros 20km é poupar. É preciso poupar tudo ao máximo. Por muito que as pernas e o entusiasmo nos peçam velocidade, o que está para a frente exige-nos que travemos. Mesmo assim, fomos mais rápidos do que eu previra. Pomo-nos à conversa e quando damos por ela já vamos mais rápido do que a estratégia deste tipo de percurso exige. Encontrámos o nosso apoio no local combinado, enchemos as garrafas de isostar e ala, até à Agualva. Nesta secção devemos ter sido particularmente rápidos, porque quando chegámos à Igreja da Agualva, não tínhamos ainda o apoio à espera. Aproveitei para beber o café da manhã, trocámos de ténis (porque a secção seguinte era muito trail e muito encharcada), recuperámos ali uns minutos e vamos embora. Até aqui tínhamos feito pouco mais de meia maratona, caminhando nas subidas mais empinadas. Estávamos com pouco mais de 2 horas, incluindo as paragens. À entrada da Agualva, tive umas dores na parte de trás do joelho esquerdo, mas com a paragem e a mudança de terreno que se seguiu, passou completamente e não voltou a dar sinal até ao fim do percurso. A subida da estrada até à base do Pico Alto tem um grande desnivel, pelo que tivémos que passar à marcha sucessivas vezes. Finalmente, entrámos completamente no mato para o troço mais complicado em termos de terreno, o trilho que sobe da base do Pico Alto ao ombro de onde se avista a Rocha do Chambre. Este trilho está completamente fechado pela vegetação e é relativamente difícil de encontrar à medida que avançamos. Quem não conheça o percurso facilmente desiste por não encontrar o trilho. O terreno é muito encharcado, com muito declive, coberto de vegetação, mas acabámos por chegar ao planalto de onde já se avista o resto da ilha para Oeste e este foi o momento de maior prazer do percurso. Desde este planalto há uma descida longa, muito suave, em terreno de montanha, que leva até à Caldeira da Rocha do Chambre. Correr este troço, só por si, valeu todo o esforço do resto da corrida. Nesta altura já teríamos cerca de 35km nas pernas. Quando chegámos à estrada de terra que leva à Bagacina, senti-me muito positivo e com muita vontade de continuar. Claro que as pernas já iam dando claros sinais de fadiga, mas o que pior já estava feito. Deste ponto até à subida final para a Lagoinha da Serreta fomos sendo acompanhados pelo Miguel, já corri sem mochila e o percurso desce um bom bocado, atravessando a floresta que cobre a área Norte da Serra de Santa Bárbara. Íamos fazendo as subidas a passo e as rectas e descidas em corrida entre os 6:30/km e os 5:15/km, mais coisa menos coisa. O cansaço era já muito evidente, com algumas dores nas pernas, mas cada vez mais motivados com a proximidade do pórtico da meta. Finalmente, já com mais do que uma maratona nas pernas, temos a subida para a Lagoinha da Serreta, uma rampa de terra batida com um declive radical, que terá cerca de 1km ou pouco mais de distância. Foi o castigo final. Chegados ao alto desta estrada, a cerca de 760m de altitude, já só faltava rebolar até ao santuário da Senhora dos Milagres, mas o meu companheiro de diáspora já não conseguia correr a descer. Neste tipo de percurso, mais do que tudo conta a habituação a longas distâncias e isso ele não tinha. Lá fomos descendo a passo, até chegarmos ao alcatrão, onde voltámos a correr. Entrei na Serreta a rir às gargalhadas, como me acontece sempre. Passadas quase 24 horas estou fino, sem grandes dores, sem um andar novo, sem mazelas. Corremos mais de 53km, durante 6:45h, incluindo as paragens, subindo mais de 1800m (de acordo com o relógio). Foi a minha mais longa corrida de todos os tempos e só posso dizer que, em lugar de me saciar, inflamou-me o vício. Neste momento já começo a pensar na próxima. Uma última nota final: inventar um objectivo duro, na corrida ou noutra coisa qualquer, investir nesse projecto e finalmente alcança-lo é uma coisa que toda a gente devia ir fazendo com regularidade ao longo da vida. Enche-nos de satisfação e fortalece-nos. Um grande obrigado ao Miguel, sem o qual esta aventura tinha sido praticamente impossível.

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Ida radical à Serreta

>> sábado, setembro 10, 2011

está feito. Mais um projecto que posso riscar da lista daquelas coisas que devemos fazer uma vez na vida, pelo menos. O Ultra Trail da Serreta foi fenomenal, durou 6:45h, com algumas paragens pelo meio para trocar de ténis e para alimentação, percorreu mais de 53km e levou-me de Porto Martins à Serreta, por um percurso absolutamente radical. Entrei na Serreta a rir às gargalhadas e acho que mereço uma forcinha na única coisa em que estou a precisar da intervenção divina neste momento. Acabei por ter companhia durante todo o percurso. Foi uma experiência inesquecível. Fomos assistidos pelo imprescindível e valiosíssimo Miguel Bettencourt, que foi registando as imagens. Quando as tivermos, teremos muito orgulho em partilhá-las. Obrigado Miguel. Sem a tua dedicada colaboração, tinha sido impossível chegar vivo à Serreta. ZM

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