Primeiro aniversário do Simão
>> quarta-feira, junho 01, 2011
Embora tenhamos comemorado o aniversário do Simão ao mesmo tempo que o do Lourenço, no Monte Brasil, aqui ficam umas fotos da festinha privada na "escola".





Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Embora tenhamos comemorado o aniversário do Simão ao mesmo tempo que o do Lourenço, no Monte Brasil, aqui ficam umas fotos da festinha privada na "escola".






A Emília e o detective
A Daniela
Parabéns a você...
Outra vez a Emília com o Simão
Capitan Trueno (Marcos Trovão) hipnotizando o Simão.
Idem
A Daniela, de novo (mãe do Martim, das caretas de ontem).
A nossa querida Eugénia, uma amiga do coração.
O final do dia no Monte Brasil. Aquele é o pico do Facho.






O Martim e o Lourenço numa sessão de caretas para a foto, na festa de ano dos 5 anos do Lourenço.

Andei por fora. Tinha esta guardada para partilhar.
Mais notícias em breve.
Este fim-de-semana teve umas condições climatéricas raras, muito raras por aqui. Não houve pinga de vento. Infelizmente para a EDA (Empresa de Electricidade dos Açores), que teve que consumir mais fósseis, felizmente para quem quis passear pelo alto dos montes desta ilha. Nós apontámos baterias ao Pico Alto, a segunda elevação de maior altitude aqui da ilha. Íamos em busca de uma cache, que não apareceu, mas o passeio e a vista lá do alto compensaram largamente essa perda.
O trilho começa com vegetação alta e muito densa. Estas são as fadas do bosque.
Aqui já temos mais uma fada e a vegetação a ficar mais rasteira.
Esta é uma das vistas do alto dos 850m do Pico Alto.
Esta é a vista para o lado Norte, com este fenómeno óptico extraordinário que é o reflexo das nuvens num mar de "azeite", como lhe chamam por cá.
Piquenique no marco geodésico do Pico Alto. Pode-se ver aqui como o Simão chegou ao topo. O burro de carga fui eu próprio, evidentemente.
Simão, já de volta ao carro, a comer cenoura para (continuar a) ter olhos bonitos.
No Geocaching, ser o primeiro a registar a visita no logbook de uma cache acabada de publicar é um troféu muito perseguido. Quando isso acontece dizemos que fizémos um FTF (First To Find). Ontem fiz o meu primeiro FTF em quase um ano de geocaching. Foi bastante divertido e acrescentou algum sal à procura do tesouro.
A cache chama-se "Indiana Jones and the Battle for Atlantis" e está algures no forte de S. João Baptista, a fortaleza do Monte Brasil.
Recebi um e-mail com a publicação desta nova cache por volta das 16:00h. Fiquei em pulgas para lá dar um salto, porque a cache estava a menos de 1km de onde eu estava (em linha recta). Quando saí, já depois das 18:00h, fui a casa dizer à mulher onde ia, apanhar o Lourenço (aspirante a geocacher) e lá fomos nós para o terreno.
Como habitualmente, segui o caminho das pedras, neste caso das silvas. Tive que acabar o percurso com o aspirante às cavalitas, para lhe poupar umas picadelas.
Quando chegámos à cache percebi finalmente que era mesmo FTF.
Não se passaram 5 minutos que não aparecesse por lá (já em segundo lugar) um activo geocacher aqui da ilha, que publicou 4 das mais fantásticas caches que cá há, o famoso Team Recanto.
Assim, acabámos o dia com o primeiro FTF da carreira, com uma divertida aventura no mato para o Lourenço, com uns minutos de animada conversa com o geocacher Team Recanto e finalmente com estas belas imagens da fortaleza à hora do pôr do Sol, que aqui vos deixo, para que vejam como o geocaching pode ser um pretexto para encontrar tanta coisa interessante em tão pouco tempo.

Salomon é um veleiro clássico, de 3 mastros, Suíço (sim, Suíço, da Suiça), que esteve uns dias no Porto das Pipas, em Angra do Heroísmo.
Aqui ficam algumas fotos.



Esta não é do Salomon, é da rampa de varagem, em maré vazia, num dia de actividades lúdicas para as famílias, daí as bicicletas no topo da imagem.

No Sábado passado, além de andarmos a fotografar a nova colecção do Museu de Angra do Heroísmo, fomos logo depois à Hora do Conto, a nossa hora de culto aos Sábados, na biblioteca do Centro Cultural de Angra do Heroísmo.
Desta vez, as histórias eram sobre artes, por isso os ouvintes acabaram a desenhar um fantástico quadro colectivo.
Aqui ficam os registos fotográficos desse breve momento de magia.
No início custava romper o branco, deixar as cores aparecer...
Talvez contagiados pela cores do dia lá fora, os pintores de palmo e meio lá foram, à vez, explorando o traço, a mancha, as várias cores, as texturas.
E o desenho foi-se construindo como um lego de 2 dimensões.
Já só faltava assinar. Cada um fez o que quis, desta vez directamente com os dedos.
Aqui temos a obra acabada.
Resta-nos deixar um agradecimento especial ao animador Paulo Freitas, que consegue sempre surpreender-nos e gerar uma energia tão pacífica e criativa.
Obrigado.
Não há fome que não dê em fartura. Depois de muito tempo ausente, aqui fica o segundo post em minutos.
Hoje fizemos uma visita guiada ao Museu de Angra do Heroismo, com o objectivo de fazer algumas fotos da colecção, que serão discutidas num encontro entre fotógrafos que decorrerá amanhã, no mesmo sítio.
De entre as minhas fotos, destaco estas:



Os Maios são este bonecos fantásticos que aparecem por toda a ilha Terceira (não sei se também nas outras), no dia 1 de Maio. São por vezes críticos e sarcásticos, como só os Terceirences conseguem ser neste tipo de manifestações.
Neste caso, passámos em Santa Bárbara e fotografei todo este conjunto, exposto frente à igreja.


Este escuteiro mirim está o máximo.

Aqui temos a companhia do Lourenço e da Madalena.

Divertido, não?

Fui convidado para integrar a tripulação do veleiro Talismã na regata Inter-Cidades, Angra - Praia - Angra, no dia da Liberdade. Além de mim, fizeram parte da curta tripulação o skipper José António Bettencourt e Miguel Pamplona. O curioso da história é que vencemos a regata, com um emocionante taco a taco com o veleiro Exocet. Na partida roubámos-lhe o caminho, percebendo apenas mais tarde que eles tinham prioridade, pelo que partimos muito próximo e fomos disputando a regata lado a lado. Chegados à baía da Praia, penalizámos com um 360, reconhecendo a nossa falta na partida, tendo sido os primeiros a contornar a boia. No regresso a Angra, com Spi envergado, fomos vendo o Exocet aproximar-se (barco mais leve e com spi assimétrico) e cruzámos a linha da chegada a pouco mais de um barco de distância do nosso adversário. Foi fantástico e absolutamente emocionante. Uma regata inesquecível e a primeira em que fiz parte da equipa vencedora.
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