Caretas
>> terça-feira, maio 31, 2011






O Martim e o Lourenço numa sessão de caretas para a foto, na festa de ano dos 5 anos do Lourenço.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.






O Martim e o Lourenço numa sessão de caretas para a foto, na festa de ano dos 5 anos do Lourenço.

Andei por fora. Tinha esta guardada para partilhar.
Mais notícias em breve.
Este fim-de-semana teve umas condições climatéricas raras, muito raras por aqui. Não houve pinga de vento. Infelizmente para a EDA (Empresa de Electricidade dos Açores), que teve que consumir mais fósseis, felizmente para quem quis passear pelo alto dos montes desta ilha. Nós apontámos baterias ao Pico Alto, a segunda elevação de maior altitude aqui da ilha. Íamos em busca de uma cache, que não apareceu, mas o passeio e a vista lá do alto compensaram largamente essa perda.
O trilho começa com vegetação alta e muito densa. Estas são as fadas do bosque.
Aqui já temos mais uma fada e a vegetação a ficar mais rasteira.
Esta é uma das vistas do alto dos 850m do Pico Alto.
Esta é a vista para o lado Norte, com este fenómeno óptico extraordinário que é o reflexo das nuvens num mar de "azeite", como lhe chamam por cá.
Piquenique no marco geodésico do Pico Alto. Pode-se ver aqui como o Simão chegou ao topo. O burro de carga fui eu próprio, evidentemente.
Simão, já de volta ao carro, a comer cenoura para (continuar a) ter olhos bonitos.
No Geocaching, ser o primeiro a registar a visita no logbook de uma cache acabada de publicar é um troféu muito perseguido. Quando isso acontece dizemos que fizémos um FTF (First To Find). Ontem fiz o meu primeiro FTF em quase um ano de geocaching. Foi bastante divertido e acrescentou algum sal à procura do tesouro.
A cache chama-se "Indiana Jones and the Battle for Atlantis" e está algures no forte de S. João Baptista, a fortaleza do Monte Brasil.
Recebi um e-mail com a publicação desta nova cache por volta das 16:00h. Fiquei em pulgas para lá dar um salto, porque a cache estava a menos de 1km de onde eu estava (em linha recta). Quando saí, já depois das 18:00h, fui a casa dizer à mulher onde ia, apanhar o Lourenço (aspirante a geocacher) e lá fomos nós para o terreno.
Como habitualmente, segui o caminho das pedras, neste caso das silvas. Tive que acabar o percurso com o aspirante às cavalitas, para lhe poupar umas picadelas.
Quando chegámos à cache percebi finalmente que era mesmo FTF.
Não se passaram 5 minutos que não aparecesse por lá (já em segundo lugar) um activo geocacher aqui da ilha, que publicou 4 das mais fantásticas caches que cá há, o famoso Team Recanto.
Assim, acabámos o dia com o primeiro FTF da carreira, com uma divertida aventura no mato para o Lourenço, com uns minutos de animada conversa com o geocacher Team Recanto e finalmente com estas belas imagens da fortaleza à hora do pôr do Sol, que aqui vos deixo, para que vejam como o geocaching pode ser um pretexto para encontrar tanta coisa interessante em tão pouco tempo.

Salomon é um veleiro clássico, de 3 mastros, Suíço (sim, Suíço, da Suiça), que esteve uns dias no Porto das Pipas, em Angra do Heroísmo.
Aqui ficam algumas fotos.



Esta não é do Salomon, é da rampa de varagem, em maré vazia, num dia de actividades lúdicas para as famílias, daí as bicicletas no topo da imagem.

No Sábado passado, além de andarmos a fotografar a nova colecção do Museu de Angra do Heroísmo, fomos logo depois à Hora do Conto, a nossa hora de culto aos Sábados, na biblioteca do Centro Cultural de Angra do Heroísmo.
Desta vez, as histórias eram sobre artes, por isso os ouvintes acabaram a desenhar um fantástico quadro colectivo.
Aqui ficam os registos fotográficos desse breve momento de magia.
No início custava romper o branco, deixar as cores aparecer...
Talvez contagiados pela cores do dia lá fora, os pintores de palmo e meio lá foram, à vez, explorando o traço, a mancha, as várias cores, as texturas.
E o desenho foi-se construindo como um lego de 2 dimensões.
Já só faltava assinar. Cada um fez o que quis, desta vez directamente com os dedos.
Aqui temos a obra acabada.
Resta-nos deixar um agradecimento especial ao animador Paulo Freitas, que consegue sempre surpreender-nos e gerar uma energia tão pacífica e criativa.
Obrigado.
Não há fome que não dê em fartura. Depois de muito tempo ausente, aqui fica o segundo post em minutos.
Hoje fizemos uma visita guiada ao Museu de Angra do Heroismo, com o objectivo de fazer algumas fotos da colecção, que serão discutidas num encontro entre fotógrafos que decorrerá amanhã, no mesmo sítio.
De entre as minhas fotos, destaco estas:



Os Maios são este bonecos fantásticos que aparecem por toda a ilha Terceira (não sei se também nas outras), no dia 1 de Maio. São por vezes críticos e sarcásticos, como só os Terceirences conseguem ser neste tipo de manifestações.
Neste caso, passámos em Santa Bárbara e fotografei todo este conjunto, exposto frente à igreja.


Este escuteiro mirim está o máximo.

Aqui temos a companhia do Lourenço e da Madalena.

Divertido, não?

Fui convidado para integrar a tripulação do veleiro Talismã na regata Inter-Cidades, Angra - Praia - Angra, no dia da Liberdade. Além de mim, fizeram parte da curta tripulação o skipper José António Bettencourt e Miguel Pamplona. O curioso da história é que vencemos a regata, com um emocionante taco a taco com o veleiro Exocet. Na partida roubámos-lhe o caminho, percebendo apenas mais tarde que eles tinham prioridade, pelo que partimos muito próximo e fomos disputando a regata lado a lado. Chegados à baía da Praia, penalizámos com um 360, reconhecendo a nossa falta na partida, tendo sido os primeiros a contornar a boia. No regresso a Angra, com Spi envergado, fomos vendo o Exocet aproximar-se (barco mais leve e com spi assimétrico) e cruzámos a linha da chegada a pouco mais de um barco de distância do nosso adversário. Foi fantástico e absolutamente emocionante. Uma regata inesquecível e a primeira em que fiz parte da equipa vencedora.


Sexta-feira Santa, com visita à praia. Finalmente o Sol deu um ar da sua graça.
Via seis oito, um vídeo poderoso dos grandes Linda Martini.
"Parecemos putos, não temos aulas amanhã!"
Esta banda apaixona-me. Como a única que não tem barba é a Cláudia Guerreiro, se não fosse cá por coisas, casava-me com ela (a minha mulher que me desculpe...) :-)
Fireweed
After all the flames
In the morning
Quiet ashes fell
For hours and hours
And in the morning rise
We planted our skin
Like a seed in the ground
So we dug ourselves a hole
We planted all our skin
Like a seed in the ground
To grow again
Where the fireweeds grow
Where the fireweeds grow
Where the fireweeds grow
Uma cantiga que me parece apropriada aos tempos que vivemos.
Alguma coisa nascerá das cinzas. Tomara que ainda por cá ande.
ZM
Hoje fomos às Baías da Agualva deixar um Travel Bug que tinha trazido da Bélgica. Os Travel Bugs são uma das divertidas componentes do Geocaching (já viciei vários novos geocachers desde que descobri esta diversão). Aqui ficam algumas fotos do percurso.
Há locais imperdíveis nesta ilha. Pena serem pouco divulgados e (como veremos adiante) frequentemente pouco estimados.
No melhor pano cai a nódoa. Este é um triste denominador comum das paisagens Terceirences, que não me canso de trazer a público. Alguma mossa há-de fazer.
Tenho um projecto fotográfico na ideia, do qual esta foto fará parte, que é o de recolher imagens do imenso lixo em locais remotos e belíssimos desta ilha. Pode ser que um dia consiga enfiar isto pelos olhos dentro de alguém que possa fazer alguma coisa para acabar com este flagelo.
Os cinco primos (o sexto vem a caminho, na barriga da tia), em versão Herman Geographic.
O Dragão de Pedra, que fomos visitar, com o pretexto de encontrar a cache.
Resumindo, um belíssimo passeio, feito em família, por caminhos de pé posto, a um dos mais belos locais desta ilha. Tudo graças ao Geocaching .
Com os actuais telemóveis com GPS e Android por tuta e meia, não há razão para não se meterem nesta comunidade.
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