Five minutes about "food system"
>> quinta-feira, dezembro 09, 2010
Vocês sabem que eu sou "TED fanatic". Vejam esta que vale a pena. São só 5 minutos, mas valem por muito mais.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Vocês sabem que eu sou "TED fanatic". Vejam esta que vale a pena. São só 5 minutos, mas valem por muito mais.
Casa Ocupada, o último álbum dos Linda Martini (baratinho aqui), é absolutamente fora de série.
Desde a capa, num registo a lembrar os ambientes onde Francesca Woodman se desfazia em imagens fotográficas, até à sucessão de poderosos hinos intrigantes e misteriosos, tudo parece construido com uma sólida coerência e uma fortíssima carga emocional.
Destaco mais duas cantigas:
Juventude Sónica
Uma estranha cantiga com o curioso título "Cem metros sereia" e cuja letra é apenas "Foder é perto de te amar, se eu não ficar perto". Escrito aqui, preto no branco, sem a moldura das guitarras, pode parecer cru e até estúpido, mas no contexto do álbum é uma cantiga poderosíssima e que, por estranho que pareça, no meu entender exalta a paixão.
Uma obra prima da música Portuguesa, daquela que já considerei mais que uma vez a melhor banda nacional no activo.
(Os Ölga e os Erro! que me perdoem)
Ando sem vontade nenhuma de bloggar, mas esta cantiga merece bem o pequeno esforço da sua divulgação.
Via Elogio da Sombra, um show de fotos de fazer cair o queixo.
Streetpoems / Fotografías de Daniel Laurinc from TERRA de NINGÚ on Vimeo.

Esta é uma petição que cada um assinará se assim o entender, mas que não contará com a minha assinatura, pelas seguintes razões:
Iniciei há dias um projecto fotográfico que me está a divertir muito. É (será) um conjunto de fotografias de baixa fidelidade, propositadamente (mal) tratadas por uma aplicação do Android, o sistema operativo do meu recente mini computador, vulgo telemóvel.
É uma forma completamente diferente de fotografar e partilhar as imagens, onde a simplicidade é o mote principal. É tudo feito no telemóvel, sem as fotos passarem sequer no PC. O aspecto Polaroid e o Preto e Branco servem para que nunca tenha que me preocupar com a qualidade das imagens, ficando assim muito mais solto.
O objectivo é trabalhar temas novos e sobretudo a composição fotográfica.
Esta foto é uma das da série e neste caso trata do verdadeiro tema deste post: "A Hora do Conto", no Centro Cultura de Angra do Heroísmo.
É um evento que acontece todos os Sábados, às 16:00h, e que é uma viagem fantástica ao universo infantil, quase sempre conduzida por experientes pilotos da nossa imaginação.
Têm por lá passado animadores de imensa qualidade, que me têm encantado com as suas performances, de uma forma tão intensa que por vezes me pergunto se lá vamos porque achamos que os miúdos gostam ou se vamos porque já não vivemos nós (os crescidos) sem aquele momento.
Aquela hora tornou-se sagrada no nosso fim-de-semana. Assim que nos sentamos naquela salinha caem do tecto uns pós mágicos que nos transportam para um universo encantado onde sabe muito bem estar.
No final trazemos sempre alguns livros que vamos lendo às crianças ao longo da semana. Tudo à borla.
Recomendamos vivamente.
A propósito dos recentes posts do meu amigo Vasco, aproveito para partilhar esta reportagem sobre o Movimento da Escola Moderna.
Os meus dois filhos mais novos começaram por andar num colégio que seguia esse modelo e estávamos bastante satisfeitos com os resultados, tanto do ponto de vista do ensino curricular como - talvez sobretudo - com os restantes aspectos da educação no seu todo.
Depois conhecemos um outro modelo mais tradicional (para não dizer aberrante) e ambos andaram para trás a passos largos.
Agora, o Lourenço está numa fantástica sala pré escolar, na escola Tomás de Borba, em Angra do Heroísmo, e a evolução está a ser surpreendente. No MEM não se aprende só a desenhar, ler, escrever e contar de uma forma mais rápida e motivante, aprende-se a viver em comunidade, de forma democrática e educada, com vontade e alegria. Estou convencido que quanto mais se espalhar este modelo educativo melhores serão as pessoas que saem das nossas escolas. Por consequência, melhor será o país.
Receio que entre os detractores deste sistema estejam pessoas que não sabem do que se trata e também pessoas que têm medo da verdadeira democratização do ensino escolar. Uma das coisas que o MEM promove é a igualdade, e isso assusta muito boa gente.
As outras partes desta reportagem: aqui e aqui.

Um compositor espanhol, que oferece a sua música online.
Já cá tenho tudo e adoro deixar-me levar por este doce piano enquanto trabalho.
É a minha ditadura dos headphones, embora o meu escritório não tenha cá mais ninguém.
O "Inocencia", que é fantástico, aqui e ali tocado pela lógica do Pascal Comelade, vende-se de facto. Merece bem os 5€ que custa (com portes).
Bom fim-de-semana.
Não te rias de quem chora
É coisa que se condena
Pode a roda girar
E tu sofreres igual pena.
Assim, tal e qual, dito pelo cliente de uma mercearia de bairro, provavelmente a propósito do recente resultado do Benfica.

Vale da Achada visto da Serra do Cume.

Dois grandes AMIGOS, de visita.

Tivemos a visita de dois grandes AMIGOS. Aqui vemos o tio Manel (ao qual o Lourenço chama sempre avô - ele tem muitos avôs), a passear com o Lourenço no Porto das Cinco.
Mais uma vez, o tio Manel e o seu "neto".
Este é um recado que eu não posso deixar passar. Esta é a forma como alguns Açorianos insistem em tratar o que os Açores têm de mais valioso: a natureza e a paisagem. Vê-se demasiado disto, por toda a ilha. É pena.
Tomara que esta proibição fosse para cumprir. Isto, evidentemente é do tempo dos escudos e seria o equivalente a 50€ hoje, mas para mim, no estado em que está esta ilha (não sei ainda como estão as outras), a multa devia ser mesmo 1000000 de euros.

No regresso de Ponta Delgada, num voo que descola às 7:00h da manhã, cheguei à Terceira suficientemente cedo para apanhar o pôr da Lua. Parei na Via Rápida e click.
De visita ao nosso amigo Miguel e família, na Praia da Vitória.
O Lourenço armado em Armstrong, também na Praia.
Aqui andávamos à procura de tesouros, mas desta vez não encontrámos mais do que lixo.
O Pico (a ilha do Pico), visto do caminho que sobe para Santa Bárbara.
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Um dos cabos que seguram as antenas no alto de Santa Bárbara (o ponto mais alto da Terceira).
Quem me conhece bem sabe que, embora não ligue muito a carros, sou um total e completo apaixonado pela Mercedes. Quando os meus filhos dizem que queriam alguma coisa que eu acho que é demasiado cara, digo frequentemente que eu também queria um Mercedes. Quando for rico e inventarem finalmente os bio combustíveis sustentáveis, vou comprar um.
Lembram-se deste post? Pois o José Fanha veio à Feira do Livro da Praia da Vitória, na semana passada. Fui cumprimentá-lo e dizer-lhe que tinha sido meu professor, há mais de 30 anos, na Amadora. Foi uma intervenção muito interessante.
Para acabar, uma fotografia que gostei muito de fazer, também na Praia da Vitória. A figura é a Madalena.

O Lourenço na festa de aniversário de um amigo.
O Simão a dormir no "marsupial".
Uma "instalação" do Lourenço, no frigorífico.
As primeiras papas do Simão.
The wind begins in a cave
Far to the North, a young god sleeps in that cave
He dreams of a girl
And he sighs
And the night wind stirs with his breath.
Bonito.
Via 6'8''
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