Updates das crianças
>> sábado, setembro 25, 2010

Madalena, morenaça.
Simão com os faróis acesos.
Idem.
Aqui, parece estar a querer vender o babete.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.

Madalena, morenaça.
Simão com os faróis acesos.
Idem.
Aqui, parece estar a querer vender o babete.
Via comentários do Arrastão.
Li na última edição do Expresso esta crónica do Daniel Oliveira e esperei que aparecesse algures online para poder divulgá-la.
Nem sempre concordo com o Daniel Oliveira, mas neste caso, estou convencido de que ele tem toda a razão.
"Vive-se melhor nos países mais ricos. Dita esta lapalissada, há um dado perturbante: a partir de um determinado nível de riqueza isto deixa de ser verdade. Garantido o essencial, o rendimento médio dos cidadãos deixa de ter qualquer efeito nos indicadores sociais e de saúde para o conjunto da sociedade." ler o resto...
Digo frequentemente que uma sociedade funciona tanto melhor quanto mais as pessoas escolhem o trabalho que pretendem desempenhar não tanto pela perspectiva do salário mas verdadeiramente porque se sentem motivadas a fazer o trabalho em si. Numa sociedade em que os salários não sejam tão absurdamente distantes uns dos outros isso será mais facilitado. Não é preciso que o director geral ganhe o mesmo que a telefonista, mas também não é preciso que um ganhe num mês o que a outra ganha em dois anos, e isso acontece em Portugal, como sabemos.
Compreendo em absoluto o mecanismo que torna uma sociedade globalmente mais feliz e funcional por se conseguir de alguma forma aproximar mais o "valor" das diversas pessoas.
Já muito se falou na imprensa e na blogsfera sobre a mensagem da Ministra da Educação, Isabel Alçada. Para quem viva em Marte e ainda não tenha tido oportunidade de assistir à referida mensagem aqui fica:
Ao contrário do que tem sido dito por quase toda a gente, eu não acho esta mensagem tonta nem ridícula. Suponho que não tenha sido feita uma comunicação oficial, via serviço público de televisão, em horário nobre para todo o país, caso em que o tom "maternalista" seria sem dúvida despropositado; tendo a mensagem sido apenas colocada no site do Ministério da Educação, e dirigida aos alunos e pais em início de ano escolar.
Percebo nesta mensagem um desejo genuíno de dar um impulso positivo a quem está a começar o ano lectivo. Sendo certo que o tom é naïf e algo pueril, temos também que perceber que quem fala é a Isabel Alçada, não é a Manuela Ferreira Leite, que esteve no mesmo cargo quando eu ainda andava na escola. O único problema desta mensagem foi o facto de ter sido ridicularizada pelos mal-dispostos do costume. Fora isso, para os meus filhos, parece-me uma excelente mensagem de arranque do ano. Eu passo a vida a dizer-lhes exactamente as mesmas coisas. O meu tom pode não ser aquele, mas eu não sou a Isabel Alçada.
A escola precisa de ser vista com algum romantismo. Acho que esta forma feminina e maternal de lidar com o assunto só pode trazer benefícios.
Posto isto, não resisto a publicar igualmente um divertido vídeo feito por um aluno, inspirado naquela mensagem:

Uma outra versão da vista do Farol das Contendas.
O veleiro Açor, na largada da regata ao Topo: Angra, Topo de S. Jorge, Angra.
Santuário da Senhora dos Milagres, na Serreta. A ilha toda convergiu em romaria a este santuário no fim de semana de 11 de Setembro. Eu queria ter ido e voltado a correr, o que dava uma maratona, mas este ano não me senti com volume de treinos que o permitisse. Para o ano, pretendo cumprir esse objectivo.

Vista do Farol das Contendas, tomada a partir dum local onde fomos parar por causa do Geocaching.
Talvez publique mais tarde outras versões desta vista, mas esta foi a que mais gostei.

Museu do Vinho - Biscoitos - Terceira - Açores

Os Biscoitos é uma povoação, do lado Norte da ilha Terceira, onde há uma conhecida e frequentada zona balnear, muito bonita.
Outro dos valores desta povoação é o vinho dos Biscoitos, que tem muito em comum com o vinho de Colares, até no sabor, um pouco seco.
No Sábado passado, fomos assistir ao arranque das vindimas, com uma festa folclórica, muito divertida. Quando chegámos ao museu do vinho, já tinha partido o carro de bois que foi à vinha buscar as uvas para moer.
Chegámos a tempo de ver chegar as uvas. As cepas crescem nuns "cerrados", se assim se podem chamar, limitados por muros de pedra e com o chão também coberto dessa pedra preta. As pernadas das cepas estão espalhadas sobre as pedras vulcânicas e recebem delas o calor acumulado. Num lugar onde o Sol nem sempre abunda, é uma forma de as aquecer.
Deve ser por isso que este vinho sabe tanto a rocha, a chão e simultaneamente a maresia, um pouco como o sabor do de Colares, que partilha com este essa forma improvável de crescer sobre um solo que parece tão pouco fértil. As uvas crescem à custa de trabalhos e da força da antiga lava. Isso sente-se no vinho branco dos Biscoitos como se estivéssemos a beber a seiva da terra.
Ver "fazer" este vinho, fez-me perceber melhor o quanto é um produto especial e inigualável.

Toda a gente foi calcar as uvas, com os pés descalços. Os meus dois filhos mais velhos não se fizeram rogados e também por lá andaram a transformar as uvas em sumo.

A colecção dos sapatos.
Conversa de dentro para fora do tanque de pisar.
Depois entrou o grupo da cantoria para animar quem pisava.




Os resistentes... entre os quais, claro, a Madalena.
Finalmente, o sumo a jorrar, para encher as vasilhas, onde será depois transformado em vinho.
Para quem queira provar um produto único no mundo, é apressarem-se a ir lá e trazerem algumas garrafas, porque dentro de muito pouco tempo já não haverá quem continue esta tradição.
Galeria completa aqui.
Porque eu queria muito que o personagem do post anterior tivesse direito a viver num mundo em que isso ainda seja possível, não me canso nem cansarei de divulgar estas apresentações. Não me venham com ruído sobre a falsidade dos dados do aquecimento global ou os mitos sobre os "green jobs". Isso, claramente, não passa de ruído.
Estamos à beira do abismo, já muito para lá da vedação de segurança. Não podemos continuar a perder tempo com questões secundárias.

Lourenço com o seu novo look Laurie Anderson.
Espalhando charme.
Fotos feitas nos Biscoitos, ilha Terceira, Açores.
Na Terceira, quando se fala na Praia quer-se quase sempre dizer a Praia da Vitória e não uma praia qualquer. Até porque praias propriamente ditas, não há cá muitas.
Para quem ande confundido, por ter lido o guia do Expresso sobre a região, Praia da Vitória é uma das duas cidades que tem esta ilha e sede de um dos seus dois concelhos. A outra cidade é Angra do Heroísmo (e não Angra dos Reis, como aparece referido no tal guia, a páginas tantas).
Estas fotos foram feitas numa ida à Praia da Vitória, na qual apanhámos uma violenta chuvada na Serra do Cume e logo depois deu para um banho na praia. Coisas dos Açores.

Esta é uma causa que me mantém muito preocupado. Está mais do que na altura de explorarmos os recursos marinhos de forma "suficiente". Precisamos da vida dos oceanos mais do que precisamos de camarões ou de cherne.
via: Seis Oito
Existem "tesouros" por todo o lado, incluindo bem no meio da cidade. Desta vez, não conseguimos encontrá-lo, mas havemos de voltar para o procurar com mais calma.

Encontrámos estes tesouros visuais.
Noção de escala.
A eterna atracção pela água.
Numa visita muito curta a Ponta Delgada (S. Miguel), aproveitei o pretexto do geocaching para ir conhecer outras partes da cidade.
Aqui, estou perto do Farol de Santa Marta, na saída poente da cidade, para o lado do aeroporto.
Este é o Farol de Santa Marta, propriamente dito.
Aqui estou junto ao Forte de S. Brás.
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