Porto das Cinco
>> quarta-feira, agosto 25, 2010
Depois da aventura do geocaching, fomos a banhos no Porto das Cinco, uma zona balnear junto às Cinco Ribeiras.


Águas Açorianas, sempre transparentes.
As nuvens de Agosto são fotogénicas.



Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Depois da aventura do geocaching, fomos a banhos no Porto das Cinco, uma zona balnear junto às Cinco Ribeiras.


Águas Açorianas, sempre transparentes.
As nuvens de Agosto são fotogénicas.



Há pouco tempo decidi comprar um GPS de trekking para me ajudar a andar pelos montes com mais à vontade. Uma das coisas que tenciono fazer brevemente é subir ao Pico sozinho e assim vou mais descansado.
Claro que, entre diversas outras razões, uma das coisas que queria experimentar era o geocaching. Para quem não faz ideia do que estou a falar, trata-se de uma espécie de jogo global, em que alguém esconde uma "cache" (um tesouro) algures no planeta e depois manda para o site essa informação e qualquer um vai tentar descobri-la. Quando se descobre, assina-se o "log" e depois preenche-se no site a informação de que se encontrou a "cache". Para os putos é uma verdadeira aventura.
O primeiro objectivo de geocaching foi a Lagoinha da Serreta, que é um dos passeios mais bonitos que se podem fazer aqui na ilha. Matou-se dois coelhos de uma cajadada. Aproveitei o GPS e fiz um bocadinho de batota: subimos grande parte do percurso de carro e só fizemos
a parte final a pé, mas temos desculpa porque levávamos 5 crianças entre os 3 meses e os 8 anos.
A vista lá de cima é a que se vê nestas fotos.
Como vêem, mesmo a pequena parte do percurso que fizemos deu algum trabalho.
Aquela é a ilha de S. Jorge e, com um bocado de jeito, vê-se atrás a montanha do Pico, bem no meio da foto.
Os quatro da vida airada no marco geodésico.
Isto não é Photoshop, é o cenário que se avista do alto deste percurso.

Os putos com a "cache" na mão.
A Lagoinha da Serreta propriamente dita.
A excursão.
Outra vez a Lagoinha.
Entretanto, já descobrimos uma quantidade de "tesouros" aqui na zona. Vão cá passando que ainda darei mais algumas notícias sobre o assunto.
No último dia da estadia da Marta e da Mariana e no primeiro dos nossos visitantes seguintes, a família Iglésias que trouxe uma caixa de travesseiros da Piriquita que nos fizeram bater o coração de saudades, fomos conhecer as Relheiras de S. Brás. Trata-se de um percurso muito bonito (longo), onde se podem ver as marcas das rodas dos carros de bois no chão de rocha. É uma coisa muito curiosa, mas é apenas um detalhe de um percurso em que por vezes parece que estamos numa selva tropical. Recomendamos vivamente.

Este é o ponto de partida do percurso.


Estas são as zonas mais exuberantes das relheiras. É impressionante.
O Simão também fez o percurso, no seu side-car. Eu fui a mota e posso dizer-vos que cheguei ao final a escorrer água. O terreno não é propriamente fácil para aquele tipo de veículo, pelo que em grande parte do percurso, o carro foi ao colo.
A vegetação é impressionante.
A Marta e a Mariana em tempo de despedida.
No final do percurso que decorre entre a vegetação, temos um longo regresso ao carro, por estrada de terra batida. A paisagem, ainda assim, merece registo.
Esta é uma nota que eu não quis deixar de fora e que passarei a incluir sempre que for caso disso. Os Açores são um lugar encantador, mas parece que há alguns açorianos que não perceberam isso. Ninguém pode acusar "os de fora" de cá virem fazer isto. Estamos numa ilha, quem a suja somos nós que cá vivemos. Tomara que todos percebessem que isto é muito feio, triste e infelizmente frequente.
Como costumo dizer, se for caso disso, passem por lá que vale a pena.
Neste dia, estivémos a jantar na cidade e à vinda vimos alguns dos grupos deste festival, mas só fotografei este (Chipre).



Lourenço e Mariana na brincadeira
Olhando para a baía.
As mesas (ainda meio vazias) e a paisagem. Um luxo.
O anfitrião Jorge, à conversa.

A Mariana sempre bem disposta.
O Lourenço anda encantado com esta amiga.
Uma vista do jardim.

A criançada na galhofa.
O fim do dia visto lá do alto.

Lourenço em pose "dread".
Madalena em modo "rainha de inglaterra", como o procurador.
De novo.
Armada em macaca.
Mais uma do Lourenço suburbano.
"Suponho que o movimento que vai sacudir Portugal virá de fora, não de dentro. Temos sedimentações tão fortes que, enquanto não forem quebradas, nada vai mexer, e isso só pode vir de um acontecimento exterior, que venha encontrar as nossas forças e acordá-las."
José Gil
Caderno Atual, do Expresso, 7 de Agosto de 2010
Esta afirmação, aqui onde resido, vem mesmo a propósito.

Zona balnear do Negrito, S. Mateus, Terceira, Açores.



Ainda nos cruzámos com alguns golfinhos, mas eles não quiseram dar-nos muita confiança. O que se vê à esquerda, em baixo, é o ferro da embarcação.
Já na marina, tinhamos à nossa espera o "Quero quero", um conhecido Swan 48, do Funchal.
A belíssima proa desta embarcação.
Uma obra de arte.
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