Várias fotos tiradas durante um passeio ao Monte Brasil.

Há uma parte do trilho do Monte Brasil que actualmente não está marcada. Aliás, junto ao forte da Quebrada, havia até há dias uma placa indicativa que também já se eclipsou.
Estas fotos são desse troço quase secreto que leva ao Forte da Quebrada.


Não é a foto que está torta, é mesmo o carreiro que, tal como as árvores, parece escorrer pela encosta.

Aqui já se vê o forte da Quebrada, bem como o Ilhéu das Cabras, ao fundo.


Estas duas últimas são do forte da Quebrada. É um local apaixonante. Em frente temos todo o mar, atrás temos todo o Monte Brasil. O acesso é suficientemente complicado para que nunca lá tenha encontrado ninguém. Adoro sentar-me ali, a olhar para o mar, como se pode ver na foto seguinte.

Estava sozinho, sentado na ruína do forte da Quebrada quando surgiu o Milhafre, um veleiro já bem conhecido da marina de Angra, tripulado por uma pessoa igualmente sozinha. Parece que é um hábito por aqui, sair sozinho com um veleiro. É uma coisa que me atrai intensamente.
Milhafre é um nome que remete para a origem do nome dos Açores, já que as aves que se julgavam Açores e que deram o nome ao arquipélago eram na verdade milhafres. Daí a utilização deste nome em tantas coisas de cá, nomeadamente na melhor manteiga que existe (excepto talvez a da Normandia).
Ficam a faltar as imagens dos picos do Monte Brasil e da cratera, mas desta vez andei mais pelos carreiros e pelas partes mais baixas.
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