Ölga
>> terça-feira, agosto 25, 2009
Videoclip "Money" © 2005 from ÖLGA on Vimeo.
Uma banda nacional para descobrir:
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Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Videoclip "Money" © 2005 from ÖLGA on Vimeo.
Directamente via Benjamim, aqui fica uma pista a "imbestigar":
http://www.surfwisefilm.com/
PS: Anacelto, viste esta? (private joke)
ZM
Finalmente, acabei a pós graduação (mestrado executivo, como agora lhe chamam). Ainda estou só na fase da descompressão ou mesmo depressão. Agora que enviei ao professor o último trabalho, e no dia em que recebi a pior nota de todo o curso (um 14, de resto), sinto-me assim um bocado órfão. Enfim, agora há que continuar a pegar nos livros, não vá o cérebro definhar.
Entretanto, sem qualquer relação com o que acabo de expor, fiz recentemente duas incursões à Serra de Sintra, inspirado em diversas mensagens de e-mail que tenho trocado recentemente com o Rui Vasco, do Fluir de Espumas.
O Rui tem uma visão particular da serra e dos seus encantos e recantos. Para quem, como eu, se apaixonou há muito por esta serra, tanto que não descansei enquanto não me tornei seu habitante, é fantástico percorrer este território mágico guiado por alguém que parece saber desvendar grande parte dos seus mistérios.

Estas primeiras duas fotos são de um passeio a um dos montes especiais de Sintra, neste caso o Rodel, onde já tinha ido uma vez com a minha mulher. Na altura tínhamos ficado ambos enfeitiçados por este lugar, mas nunca mais lá tinha voltado. Entretanto, decidi regressar um dia desses, desta vez sozinho, e encontrei lá no alto o colar que se vê na imagem. É um troféu, para quem subir o monte. Recomendo que o deixem no mesmo local.
Lá do alto, a vista para Norte e para o lado da Pena são de tirar a respiração. No alto daquela elevação (passe o pleonasmo), senti-me quase pássaro, embora com asas de chumbo. Não fosse a âncora da racionalidade, penso que teria perdido totalmente o peso e teria descolado em voo planado, elevado nos ares pelo sopro intenso do Atlântico que se fez sentir subitamente, como se trouxesse uma mensagem. Todos sabemos que há um magnetismo nesta serra que ultrapassa o que a razão compreende, mas nem todos tiveram já o privilégio de sentirem o seu hálito perfumado. Neste dia, desci para Monserrate sem tocar com os pés no chão.
Entretanto, combinei com o Rui uma passeio no Parque da Pena e arredores.Deixo aqui algumas das fotos que fiz durante o percurso e não deixo mais porque parte do que visitámos tem que se mostrar pela mão, não deve ser divulgado neste canal. Digo-vos apenas que tive o privilégio de visitar vários dos locais mais intensamente mágicos desta Serra. Para quem, como eu, julgava já saber muito sobre Sintra, eis que me sinto um verdadeiro ignorante e parece que estou a começar tudo de novo.
Esta foto foi tirada da Cruz Alta, num daqueles momentos invulgares em que Sintra parece uma ilha num oceano de nuvens.
Esta é a nova Cruz Alta, depois da outra ter sido destruída por um raio, há muitos anos.
Vista para poente, a partir da Cruz Alta.
Idem
Alto do Chá, no Parque da Pena. Um dos pontos que ninguém conhece (nem eu, que julgava que conhecia o parque) e que é absolutamente encantador.
Um lago que eu também não conhecia e cujo nome não me ocorre.
Se pensam que conhecem a Serra, desenganem-se. Por mim, descobri um mundo novo.
ZM



O título deste post pode sugerir que fui jantar com uma japonesa às Azenhas do Mar...
E fui!
Acontece que a Tokina é a minha nova lente grande-angular, que levei comigo às Azenhas, ontem ao final do dia.
Estas fotos não têm grande mérito porque a luz, a paisagem e a lente fizeram tudo sozinhas. Há momentos em Sintra em que basta lá estar.
Eu não disse que isto ia começar a mexer?
ZM


Duas vistas clássicas de Monserrate. Decidi publicá-las porque a luz está boa.
ZM

Uns testes com a configuração do flash da máquina resultaram num retrato que sinto como uma visão especial de uma pessoa por quem tenho uma imensa estima.
Aqui fica a merecida homenagem.
Sinais de Fernando Alves, na TSF.
ZM
Feira Romana, no museu arqueoloógico de S. Miguel de Odrinhas.
Eu avisei que estava de volta.
Para já, levam fotos dos putos, mas isto vai animar.



Bom fim-de-semana para todos.
ZM
Arranjei um tempinho para dar uma saltada à festa de S. Pedro com as crianças. Gasta-se uma fortuna em carroceis e farturas, mas enche-se a canalha de alegria.
Aqui ficam uns registos feitos com a fabulosa D300 e o seu flash em modo "rear".










Isto está a começar a acalmar, o que significa que brevemente o Arrumário voltará às postas regulares.
ZM
Há muito que não conseguia arranjar um segundo para despejar aqui alguma coisa. Neste momento estou atrapalhadíssimo com o final do ano lectivo a aproximar-se a galope, por isso não voltarei cá tão cedo. Gosto deste conjunto de fotos e por isso vim aqui num instante partilhá-las com algum leitor perdido pela blogosfera.
Foram todas registadas em Nafarros. A primeira, ainda em Abril (águas mil). As outras, hoje.





Teste ao flash SB600. Modelo: Madalena.
Os dois, no Jardim da Preta, no Paço da Vila de Sintra.
Madalena a 100 à hora.
Já estão disponíveis todas as fotos da viagem ao MIT. Podem ver o slide show aqui.
Aqui ficam alguns exemplos:
O "Infinite Corridor" é um caminho que liga grande parte dos edifícios do MIT. Deve ter mais de 500m de comprido. Está sempre cheio de gente a correr de um lado para o outro, frequentemente com uma sandes e uma bebida na mão, a almoçar em trânsito como é costume por aqueles lados.
O Stata Center é um projecto de Franck Ghery que a mim me parece bastante bem conseguido, contudo o MIT não ficou satisfeito e, segundo fontes locais, o arquitecto foi mesmo processado pelo MIT. Eu achei-o muito interessante, bonito e funcional.
Outra vista do mesmo edifício.
A entrada nascente do Stata Center.
Estes dois edifícios - a capela e o auditório de Kresge -, do arquitecto Finlandês Eero Saarinen, construidos entre 1950 e 1955, foram um dos meus principais focos de atenção na exploração do campus do MIT. Acho-os fabulosos, embora se diga que são demasiado fechados ao que os rodeia. O diálogo entre os dois é muito interessante e estas duas fotos ilustram isso mesmo.
Esta é tomada do interior do auditório para a capela.

Franck Gehry no seu melhor.
Os telhados de vidro do Stata Center, ainda com restos de neve derretida.


Estas 3 são do Simmons Hall, do arquitecto Steven Holl. Um edifício extraordinário.
O edifício McKay, ao qual Rafael Moneo teve que colar o seu laboratório de engenharia mecânica, no campus de Harvard.
Tive a sorte de assistir a uma conferência de Rafael Moneo na qual apresentou este projecto. No dia seguinte fui lá fotografá-lo. Estes caminhos que escavou no seu projecto são o que o torna tão fora de série.
Aqui vemos o McKay do lado direito e o novo edifício de Moneo, com os caminhos escavados por baixo.
A cafetaria do edifício de Moneo.
Boston by night.
Os corredores do MIT são um mundo. Este indivíduo estava a assistir a uma apresentação cientifica numa televisão, algures num corredor.
Foi uma viagem inesquecível. É um local onde apetece muito voltar e onde gostaria muito de ter podido estudar.
ZM
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