Casa do Vale II

>> terça-feira, abril 22, 2008


Casa das Areias - Sintra. Muito próxima de outro projecto muito interessante de que talvez venha a falar aqui noutra entrada: a Casa do Pego, de Álvaro Siza.

Há tempos falei aqui do gabinete de arquitectura Simbiose, a propósito da casa do Magoito (que por sinal continua à venda). Entretanto, vi nascer bem perto de onde moro uma casa que me pareceu ser mais um produto Simbiose.
Acontece que, no último número do Expresso, aparece esta casa à venda, por um preço simpático: 1.135.000€! Por isso, fui lá conhecê-la.
Já visitei diversos projectos deste gabinete, construidos aqui na zona, que felizmente conheci em obra, tornando-os mais acessiveis. Todos eles têm uma linguagem comum, com aspectos que me atraem muito, dos quais destaco:

  • Grandes vãos, quase sempre bem orientados;
  • Coberturas planas ou quase planas, frequentemente "visitáveis";
  • Chaminés em aço;
  • Caixilhos das janelas em madeira (num dos casos, com uns óculos muito interessantes - casa do Cosme);
  • Mistura do branco das paredes com embasamentos em pedra;
  • Casas aninhadas no terreno, como se sempre lá tivessem estado;
  • Fantástica integração das piscinas;
  • Todas as casas de banho com janela;
  • Estores exteriores de lâminas, como tenho em casa;
  • Casas muito fragmentadas em blocos, distinguindo-se as zonas sociais das privadas e dos serviços (característica pouco interessante do ponto de vista energético, mas muito apelativa do ponto de vista estético e funcional).

Enfim, uma linguagem que se identifica com relativa facilidade.
Curiosamente, é um gabinete cujo trabalho jamais vi referenciado pelas revistas ou sites da especialidade.
Aqui fica, uma vez mais a publicidade.
Já sabem, se andarem com a carteira recheada, têm aqui mais uma soberba oferta de habitação de grande nível.

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Em casa, com os rebentos...

>> domingo, abril 20, 2008

O mau tempo dificulta os programas no exterior, por isso coloquei a 50mm 1.4 na máquina e sempre fiz o gosto ao dedo.

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Casa bioclimática à venda

>> quinta-feira, abril 17, 2008

Ontem tinha na caixa do correio este folheto. Como passo a vida a promover este conceito de construção, achei que devia fazer aqui eco desta oportunidade.





Infelizmente, a minha bolsa não chega a tanto, senão era eu próprio quem a comprava. Está numa situação magnífica, com uma vista sobre a serra de cortar a respiração e é tão bioclimática quanto a minha.

Alguém se habilita?

PS: pelo sim, pelo não, se contactarem a Choice por causa desta casa, digam onde viram o anúncio :-)

ZM

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Amor

>> segunda-feira, abril 14, 2008

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Lourel - Sintra

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Garcia no Makalu

>> quarta-feira, abril 09, 2008



Para os mais distraidos, aqui fica a notícia de que o alpinista João Garcia já se encontra a caminho do Makalu, o seu 10º cume com mais de 8000m, dos 14 que pretende conquistar até ao final de 2010.

O Makalu é a quinta montanha mais alta do mundo, com 8463m de altitude.
Se esta ascensão correr bem, ficam a faltar "apenas" 4 montanhas:
Manaslu - 8163m
Nanga Parbat - 8125m
Annapurna - 8091m
Broad Peak - 8047

Podem acompanhar o blog da SIC, mantido pelo Aurélio Faria, que desta vez não foi acompanhar o alpinista ao vivo: http://sic.sapo.pt/online/blogs/makalu

Podem ainda consultar a página do João Garcia no site do Millennium

O Arrumário faz figas pelo sucesso desta expedição.

ZM

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Touradas

>> segunda-feira, abril 07, 2008

Depois de um post divertido, um deprimente, para equilibrar.

Um vídeo impressionante não deixa margem para dúvidas. O que aqui vemos é indiscutivelmente degradante, causa repulsa e agonia.

Uma parte da minha ascendência familiar tinha boas relações com a tauromaquia, havendo mesmo ganadeiros na família. Habituei-me a ver a tourada com um olhar mais apaixonado do que a generalidade dos meus amigos. Para quem alguma vez tenha olhado com atenção, há uma diferença radical entre o que se faz em Espanha e o que se faz em Portugal. Dois dos aspectos mais impressionantes deste filme, felizmente não acontecem em Portugal: o picar do touro no início e a morte do touro na arena. Por outro lado, a tourada portuguesa tem um tipo de toureio a cavalo que se faz pouco pelo resto do mundo e tem os forcados, que julgo que só existem cá.

Tudo isto para dizer que o que me habituei a ver com alguma paixão e interesse está a anos luz do que este filme mostra, mas nem assim consigo justificar que esta coisa continue a existir no século XXI.

Se fosse possível continuar a ter o toureio a cavalo sem torturar o touro, eu seria um dos maiores apoiantes de tourada, mas isso não é de todo possível.

Não penso que esta seja a coisa mais terrível que a humanidade faz à natureza ou aos animais, mas nem por isso se justifica que a tourada continue a existir.

Nunca assisti a uma tourada ao vivo e não sei se teria estômago para tal. Este post é acima de tudo um contributo para a redução ou extinção da assistência nas touradas. Quando não houver quem pague para ver, o espectáculo deixará de existir e penso que esse é o único caminho.

Está aberta a discussão.

ZM

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Calhou cócó



Este foi-me enviado pelo Daniel. É das coisas mais cómicas que tenho visto nos últimos tempos. Definitivamente, as Produções Fictícias estão a dar frutos.

Eu diria que este fica na história.

Boa semana.

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Malandreco

>> sexta-feira, abril 04, 2008



Lourenço, um dia destes, no parque infantil.
ZM

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Curso de iniciação à escalada

>> quarta-feira, abril 02, 2008


Boulder em Albarracin - Foto by Ricardo Alves

O GMES vai dar um curso de iniciação à escalada. Já há muito que não se falava desse tema por aqui. Temo que vá regressar. O curso começa a 29 de Abril (aula teórica, à noite). Não estará na altura de experimentarem?
ZM

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Criatividade

>> segunda-feira, março 31, 2008



Uma outra pequena palestra, também divulgada pelo Daniel, que fala de educação, de criatividade e de ecologia humana. O TED vai passar ali para um lugar de destaque e já subscrevi a newsletter. É um site extraordinário, com ideias worth spreading.

Obrigado pela divulgação, Daniel.

ZM

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"X"

Roca_DSC1827
Final da tarde de ontem, no Cabo da Roca.
Nikon D80
Nikkor 18-70 AF-S DX @ 31mm
f10.0
1/100s
ISO 200

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The Green Agenda

>> quinta-feira, março 27, 2008



Imperdível, a palestra de Norman Foster, via A Barriga.

Uma apresentação extraordinária, que fala de arquitectura sustentável, mas mais do que isso, de um ordenamento das cidades que permita reduzir os consumos de energia relacionados com habitação e transportes.
Pensei imediatamente em Barcelona, que tem um tecido urbano apaixonante, onde cada quarteirão tem quase tudo, desde habitação a pequeno comércio e serviços e onde as pessoas se movem em transportes públicos (eficazes) e em bicicletas patrocinadas pela própria cidade.
Em quase tudo o oposto de Lisboa, que encaixa mais no exemplo negativo de Detroit, onde as pessoas estão altamente dependentes do carro.
É angustiante continuar a ver Lisboa a desenvolver-se de uma forma que implica a migração bi-diária de centenas de milhares de pessoas, entre a cintura onde habitam e o núcleo onde trabalham, consumindo quantidades gigantescas de energia que poderiam ser poupadas se toda a grande Lisboa caminhasse para outra forma de organização.
Quando será que pelo menos invertemos o sentido desta marcha? Já nem falo em lá chegar.

Esta apresentação fez-me também pensar em como alguns (muitos?) dos nossos arquitectos continuam de forma autista (ou arrogante, não percebo bem) a recusar ter como estrutura fundamental de qualquer projecto arquitectónico o pilar da energia.
Hoje sabemos (alguns de nós, pelo menos) que é possível construir edifícios em que a manutenção de um ambiente interno confortável e saudável não implique necessariamente elevado consumo de energia. É possível reduzir consideravelmente a quantidade de energia necessária para manter a temperatura, a luz, a humidade e a qualidade do ar no interior de um edifício, apenas com algumas alterações na forma de construir. É verdade que isso vai, de alguma forma, limitar a liberdade de quem desenha, mas não será isso hoje uma obrigação?
No último número do jornal da Quercus, que o Pedro Cabral fez o favor de me fazer chegar pelo correio [obrigado :-)] está uma entrevista com a arquitecta Lívia Tirone, de onde destaco a pergunta:
- Que práticas de construção é que levam a esse conforto e a essa eficiência?
- O bom isolamento térmico, que tem que ser contínuo e idealmente aplicado pelo exterior dos edifícios. A boa inércia térmica a funcionar a favor do interior. Caixilharias e vidros com alta qualidade e obviamente duplos (…). Sistemas de sombreamento exterior para evitar ganhos excessivos.
Eu acrescento ainda as paredes trombe, que nunca vi em projectos de outros arquitectos e que funcionam como verdadeiros radiadores solares; aproveitamento do efeito de chaminé solar, que promove a circulação do ar no interior; ligação ampla entre os diversos espaços da casa, também para que a renovação do ar seja mais eficaz; aproveitamento da ventilação natural cruzada.
Se eu fosse arquitecto, esta seria a minha "sandbox".
Será assim tão complicado projectar a partir daqui?
O que pode levar tantos arquitectos a recusar este ponto de partida para qualquer caderno de encargos? Ignorância? Preguiça? Ou total incapacidade de convencer o cliente?

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Quem quer ajudar os Celtas do Minho?

>> terça-feira, março 25, 2008



O Clube Celtas do Minho está a desenvolver uma campanha de recolha de fundos com o objectivo de salvar o seu refúgio de montanha de Serra d'Arga. É provavelmente o único refúgio de montanha digno desse nome, em Portugal.
Na nota enviada pelo clube pode ler-se:

"Este refúgio está localizado a 200 metros da zona de escalada de Penice, a cerca de 100 metros da Queda d' Água das Penas e a 500 m da Queda do Ribeiro d' Arga (ambas equipadas para cannyoning) numa área com um conjunto de percursos pedestres sinalizados e a partir do próximo ano irá apoiar o percurso pedestre de grande rota (GR) que une as áreas protegidas (Parque Nacional da Peneda-Gerês, Paisagem Protegida do Corno do Bico, Paisagem Protegida das Lagoas de S. Pedro de Arcos e
Bertiandos) e os Sítios da Rede Natura 2000 (Serra d' Arga e Rio Minho) do Noroeste de Portugal.

O Refúgio no seu interior encontra-se equipado com rocodromo e ancoragens para apoio à formação em escalada e cannyoning.

Consideramos que é de toda a importância que este refúgio se mantenha aberto. Contamos com a colaboração da tua associação.

Cordiais Saudações e Agradecimento pelo Apoio prestado

A Direcção do Clube Celtas do Minho"

Aqui fica a informação, para quem quiser colaborar.

ZM

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Wine in a Cage

>> segunda-feira, março 24, 2008


Nikon D80
Nikkor 18-70 AF-S DX @ 24mm
f16
2.5 seg.
ISO 200


Mais uma foto feita durante este fim-de-semana.

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