Barcelona - fotos - parte 4

>> quinta-feira, março 13, 2008

Aqui ficam mais algumas:


O gato do Botero, na Rambla Raval






Uma manifestação sobre o tema habitação.


A fantástica igreja de Santa Maria Del Mar, junto ao passeio de Born.


idem.


As torres do Porto Novo e da Barceloneta.

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O Porto Velho, à noite, fotografado com um tripé de bolso.

ZM

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Barcelona - fotos - parte 3

>> quarta-feira, março 12, 2008

As fotos vão aparecendo às mijas, porque o tempo não é muito e vou tratando a coisa calmamente.
Neste post ficam as fotos de 2 edifícios notáveis de Barcelona, que fiz questão de visitar com alguma calma: A Torre de Agbar, do arquitecto Jean Nouvel e o Edifício Fórum dos arquitectos Herzog & de Meuron. A Torre de Agbar diz-me mais, por ser bioclimática e porque me identifico mais com a estética. É uma solução fabulosa como construção em altura (tem cerca de 140m de altura).





















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Marquês de Frosques

Para quem não percebe rigorosamente nada de escalada, o post cujo eco aqui trago vai parecer uma conversa entre 2 chineses ou coisa que o valha. Para quem escala (ou escalou) e ainda está apaixonado por rochas, este diálogo é um acelerador de partículas.

A escalada é uma doença que fica para sempre a correr nas veias, mesmo que adormecida durante muitos meses ou anos. A leitura desta conversa, das palavras medo, extraprumo, voar, top, deixou-me os dedos num alvoroço. De repente, no meio da blogosfera, um relato atabalhoado no messenger fez-me tremer como um adolescente lendo uma carta da namorada.

Sinto nos dedos o pó da rocha e nas narinas o cheiro da maresia como se recordasse um beijo, como se ainda sentisse nos lábios o doce sabor da paixão.

A imaginação, afinal, vale mais do que 1000 palavras, 1000 imagens.

ZM

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Madalena em Alcobaça

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Madalena olhando o horizonte, do alto do Mosteiro de Alcobaça.
ZM

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Barcelona - fotos - parte 2

>> segunda-feira, março 10, 2008

Gosto de observar as pessoas e frequentemente apetece-me fotografá-las, mas fotografar pessoas é um estádio avançado da fotografia, a que eu porventura ainda não cheguei. Em Barcelona, se há coisa realmente variada, são as pessoas que inundam as ruas. Por isso, coloquei na máquina uma lente mais longa, para me proteger com a distância, e saí para a Rambla em busca de presas para alimentarem o meu exercício.
Aqui ficam algumas delas.














Este não é propriamente uma pessoa. Trata-se de uma das estátuas de cera que estão fora do museu.










Esta última é do mercado de Santa Catarina. Não é de pessoas, mas foi tirada na sequência.

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Barcelona - fotos - parte 1

>> domingo, março 09, 2008

Aqui fica o primeiro conjunto de fotografias que fiz durante a minha estadia em Barcelona para correr a maratona.




As 2 fotos anteriores são de um restaurante muito manhoso, onde almoçámos, que fica na Rambla Raval, um lugar a visitar forçosamente.


Museu de Arte Contemporânea de Barcelona


As famosas bicicletas gratuitas (ou quase), infelizmente só para residentes.














Todas estas fotos de mercado foram tiradas no mercado de St. Joseph, em plena Rambla. Apetece encher um cartão de 2GB só com imagens deste lugar.
















Estas são todas do Museu de Arte Contemporânea e suas imediações.


Em Barcelona também há lixo e granel. Gostei da luz e do caos.

PS: acrescentei os comentários, porque ontem não tive tempo nem pachorra.
ZM

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42.195

>> segunda-feira, março 03, 2008

Qual é o repto desportivo mais significativo que poderia ter-me lembrado de encontrar para marcar a idade de 42 anos e mais alguns meses? Porque não 42Km mais alguns metros?
Pois é, aos 42 anos de idade decidi correr pela primeira vez na vida uma corrida de 42.195m, a maratona de Barcelona, que aconteceu no dia 2 de Março, Domingo passado.
Para já, podem consultar aqui o resultado.
Podem também ler aqui o relato na primeira pessoa do Fernando Jacto Carmo, o Português mais rápido a Oeste do Mississipi. Havia outro candidato ao título, mas encostou à box para não partir o motor.

Posso acrescentar que foi um resultado difícil de alcançar, que demorou meses a preparar, mas que me deu um prazer quase sexual a conseguir atingir. Tinha-me proposto ultrapassar (para baixo, entenda-se) a barreira das 3:30h e acabei bem dentro do limite definido, com 3:26:33 (tempo real).

Por hoje fico-me por aqui. É que subir as escadas para o quarto com o andar novo que entretanto adquiri vai ser uma empreitada difícil e morosa.
Espero voltar aqui brevemente para postar algumas fotos da belíssima cidade de Barcelona e para tentar contar um pouco mais em profundidade a história desta conquista.

Embora as pernas me digam que preferiam que eu não voltasse nunca a levantar-me desta cadeira, o cérebro já me vai soprando que talvez não fosse má ideia visitar a cidade de Berlim no Outono. Parece que há por lá uma corrida ou lá o que é. Já se ouve aqui dentro (da caixinha dos pirulitos) falar em 3:20h ou algo menos.
Parece um bom pretexto para visitar Berlim.
Boa semana para todos.
ZM

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Vulcão

>> terça-feira, fevereiro 26, 2008

A Madalena anda a "estudar" os vulcões na escola. Como é habitual, anda um bocado obcecada pelo assunto. Este é o melhor vulcão que desenhou até agora. Acho-o fantástico.



ZM

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Chuva em Alcobaça

>> domingo, fevereiro 24, 2008

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Alcobaça, 23 de Fevereiro de 2008

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Casa no Gerês

>> segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Uma fantástica galeria de fotos da Casa no Gerês de Graça Correia e Roberto Ragazzi mostra o que até agora não tinha tido oportunidade de conhecer.
Já tinha visto a galeria de fotos do Fernando Guerra (projecto número 154), mas estas fotos de Nelson Garrido, além de surpreendentes revelam mais alguns pormenores da casa.

A Casa no Gerês é uma peça arquitectónica belíssima do ponto de vista formal. Está parcialmente enraizada no terreno, mas igualmente descolada dele, como se fosse uma aeronave prestes a partir. É assim parte âncora, parte pássaro. A zona social paira sobre o vazio, num equilibrio improvável, como se fosse despenhar-se ou, pelo contrário, descolar e sobrevoar a paisagem circundante. Já a parte privada está bem assente na terra, pesada, incapaz de perturbar o mais tranquilo sono.
A porta de entrada (uma delas, pelo menos) está justamente na fronteira desses dois universos, servindo de charneira entre o exterior, o interior aéreo e o interior terreno.
É um objecto apaixonante, cujas fotografias fazem realmente desejar habitar, nem que seja por breves instantes.
A guarda daquela espécie de varanda - proa de navio - é de uma elegância comovente. A forma como todo o volume se pendura na encosta abrupta é magnífica. Os grandes panos de vidro, ora sobre o vale e o rio, ora sobre o pequeno "quintal" e as árvores em redor, criam uma ligação sublime entre o interior e o exterior.
O único defeito que lhe aponto é o facto de ser construída em betão aparente. Julgo que a motivação para este "acabamento" terá sido apenas de ordem estética, mas será porventura um erro grosseiro em termos térmicos.
Em todo o caso, uma obra de arte habitável e apaixonante.
ZM

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A casa

No carro, a caminho de casa, sob um temporal inclemente:
- A casa é o sítio mais protegido das nossas vidas. Não é, pai?
- (pausa) Acho que sim... (fico sempre meio às voltas, a pensar onde aquilo a vai levar)
- É que a casa tem uma porta que se pode trancar.
[Madalena (5 anos)]

Pode ser que dê em arquitecta :-)

ZM

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