Madalena II

>> segunda-feira, outubro 22, 2007



Madalena na praia de S. Rafael - Albufeira - Algarve.

Nikon D80
Nikkor 18-70 AF-S G ED @ 52mm
1/200 f/10
ISO 100
P&B em PS CS2
Levels, Curves, USM
Photo by ZM

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Praia da Marinha - Algarve

>> sexta-feira, outubro 19, 2007



Nikon D80
18-70 AF-S @ 20mm
1/200 f/13
ISO 400
Matrix mettering
Exposure -1/3
by ZM

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Madalena

>> terça-feira, outubro 16, 2007



Nikon D80
Nikkor 50mm AF 1.4
1/100 f/5
ISO 100
WB Cloudy
Photo by ZM

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Diz que é uma espécie de fotoblog

>> domingo, outubro 14, 2007

Isto agora anda mais fotoblog do que blog propriamente dito.
Cá fica mais uma imagem, tomada ontem, em Sintra, ao final do dia.
Gosto da forma como o Sol incendeia o candeeiro, "acendendo-o".
Não gosto da composição, mas não tinha tempo para muitas fantasias, porque o Sol iria esconder-se quase de imediato.



Nikon D80
Nikkor 18-70 AF-S @ 70mm
1/200 f/7.1
ISO 400
by ZM

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Algarve

>> quinta-feira, outubro 11, 2007



Ponta da Piedade - Lagos - Portugal
Setembro 2007
Nikon D80
Nikkor 18-70 AFs @ 18mm
1/80
F8
100 ASA

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Paris Dakar

>> quarta-feira, outubro 10, 2007

Lourenço Marques, na Praia do Camilo, junto à ponta da Piedade - Lagos
Setembro de 2007.

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Cascais

>> sábado, outubro 06, 2007

Hoje fui com o Lourenço a Cascais. O objectivo era visitar a Casa de Santa Maria (O'Neill), uma magnífica obra de Raúl Lino, construida em 2 momentos: 1902 e 1918. Por alguma razão que desconheço não estava aberta, pelo que tive que me ficar pelo Farol de Santa Marta, que de qualquer forma vale bem uma visita.
Claro que aproveitei também para registar o Farol Design Hotel, um projecto de Carlos Miguel Dias, muito interessante. Aqui ficam as imagens.









ZM

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Ulgueira

>> sexta-feira, outubro 05, 2007

A aldeia da Ulgueira, perto do cabo da Roca, sempre me apaixonou. Fica um bocado "fora de mão" e por isso é muito tranquila e resguardada. Há um caminho que deixa a aldeia no lado Norte (de onde se avista uma das maiores aberrações de que há memória no Parque Natural, felizmente embargada mas incompreensivelmente ainda de pé), que leva até à zona da Adraga e também à praia da Ursa. Antes da tal ruína inacreditável há uma casa que me apaixona particularmente.
É uma casa relativamente pequena, que sempre me atraiu o olhar, mesmo antes de saber de quem era o projecto.
No livro Arquitectura em Lisboa e Sul de Portugal desde 1974, de Carsten Land, Klaus J. Hücking e Luiz Trigueiros, da Editorial Blau, aparecem umas pequenas plantas e uma foto da casa pouco depois de construida (em 1995), que aqui apresento, pedindo desde já desculpa aos autores do livro por não ter pedido formalmente autorização.


Foto de Luís Ferreira Alves

Passei várias vezes por ali a pé e sempre perdi um pouco a atenção no caminho, embasbacado que ficava com a simplicidade, beleza e integração deste edifício na paisagem. Em tempos morou lá uma família com uma criança e tenho que confessar que os invejava. O local onde se encontra é simultaneamente muito belo e muito agreste. Avista-se a costa atlântica desde o vale da Ursa até à Ericeira (em dias de bom tempo), no entanto imagino que a nortada típica da costa se faça sentir com intensidade, quando é caso disso.
Aqui fica outra imagem do mesmo livro, onde se pode ver o aspecto da vista que se tem do terraço do piso de cima:


Foto de Luís Ferreira Alves

Só mais tarde soube que os autores do projecto são Paula Santos e Rui Ramos e data de 1991, tendo sido construido em 1995.

A poente da casa principal está colocado um estúdio de pintura que compõe o conjunto de uma forma eventualmente discutível, mas que me parece harmoniosa. As janelas do alçado poente são todas portas: no piso térreo dão para o quintal, no piso superior dão para um terraço que corre todo o alçado. Têm portadas de madeira no interior e nada no exterior. No geral as linhas são muito simples e as áreas interiores relativamente pequenas. A cozinha é aberta para um espaço que deverá ser uma zona de refeições. Todo o interior parece ter muita madeira.

As próximas duas imagens são feitas por mim há dias e infelizmente contam a história de um abandono.





Por uma qualquer razão esta casa está abandonada há alguns anos e chegou a um estado de degradação que é comovente. Começa a ser engolida pela vegetação das vedações, os portões estão à banda e cobertos de ferrugem, o interior está ferido por falta de vida, com marcas de infiltrações e descuido.

Nunca compreenderei porque razão se abandona um edifício com estas características, sendo certo que no lugar onde está facilmente seria alugado por habitantes de ocasião, sendo muito mais fácil mantê-la em bom estado.

Habitar esta casa é seguramente um grande privilégio. No Verão será um prazer ver o por do Sol do terraço, bem como maravilhar-se ao final da tarde com a vista da Adraga, dos penedos da Ursa e de toda a restante costa para Norte. No Inverno será impressionante assistir à força dos elementos, protegido por aquela casa tão à medida, aquecida pelo fogo da sala.

Ver esta obra notável neste estado de degradação e abandono causa uma verdadeira tristeza. Se me saír o Euromilhões desta semana fica já dito que irei adquiri-la, recuperá-la e emprestá-la a quem queira lá ir apaixonar-se pela nossa belíssima costa Atlântica. Sempre que estiver desocupada, estarei lá eu próprio.

ZM

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Uma cadeira chamada desejo...

>> quinta-feira, outubro 04, 2007













Algarve - S. Rafael - Setembro 2007
Nikon D80
70-300 AF G @ 210~250mm
All photos by zm

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Algumas imagens das férias

>> quarta-feira, setembro 26, 2007


Nascer do dia junto à "Maré das Porcas". S. Rafael - Algarve


Pescador sobre o túnel de acesso à "Maré das Porcas". S. Rafael - Algarve


Pescador de partida (fugindo do fotógrafo?). S. Rafael - Algarve


Self Portrait on a Swiming Pool - I


Self Portrait on a Swiming Pool - II

Brevemente voltaremos com uma selecção das fotos dos putos, que a redacção tem sentido que têm muita correspondência nos leitores.

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Vidro em excesso...

>> terça-feira, setembro 18, 2007

Manuel Vicente, o novo bastonário da ordem dos arquitectos, terá dito algo semelhante a:

“Não quero é estar dentro de casa como se estivesse lá fora, como se o meu ideal de habitar fosse uma grande gaiola de vidro.”

“Tenho uns amigos que moram para os lados do Restelo; chega-se, pára-se o carro e vê-se o que se vê do Alto do Restelo. Depois entra-se em casa e quando se sobe as escadas tem-se outra vez o Alto do Restelo todo dentro da casa: na sala, na cozinha, na casa de banho, no quarto. Lembro-me que a primeira vez que lá fui, a primeira coisa que fiz, (mas espontaneamente, não foi para ser original), foi sentar-me de costas para a janela! Agora imagine-se que a casa tinha umas janelas quaisquer, do século XVIII, estreitinhas, com os tais panos a esvoaçar: depois de ter subido as escadas, ia às janelas para ver como se via o Restelo daquela casa! Porque, então, já seria uma vista do Restelo escolhida, seleccionada, orquestrada...”

Estas declarações foram publicadas no fórum de arquitectura e até podem não ser reais, mas o que interessa é o conteúdo.

Confesso que, no panorama actual da arquitectura moderna Portuguesa, cada vez me identifico mais com esta ideia.

A polémica das paredes de vidro de Mies Van Der Rohe aconteceu há cerca de 60 anos, mas talvez ainda não tenha cá chegado.

Há inúmeros exemplos de projectos recentes, de arquitectos portugueses, que utilizam paredes inteiras de vidro.

As paredes de uma casa servem para manter o calor lá dentro e a chuva fora, mas deixando sair a humidade. Os vãos servem para quatro funções: deixar entrar luz do dia, permitir que o sol aqueça determinadas áreas, arejar a casa (quando abertas) e trazer para dentro a vista do exterior. Paredes inteiras em vidro cumprem mal a função de paredes (uma vez que não acumulam calor, têm demasiado ganho solar durante o dia e demasiada perda térmica durante a noite) e também mal a função de vãos ou janelas. Em muitos projectos estas paredes têm dimensões tão exageradas que nem se podem abrir e dificilmente um ocupante desses espaços evitará grandes cortinas e ar condicionado.

É muito agradável ter vista para o exterior e ter muita luz natural, mas gigantescos panos de vidro no lugar das paredes tornam a casa simultaneamente demasiado nua e demasiado fechada. Nua porque os seus habitantes não têm como se defender de luz e vista não desejados e fechada porque não permitem arejamento nem "respiração".

Eu sou adepto de grandes vãos e vistas para o exterior, mas uma janela só existe se houver uma parede. A vista só existe se for enquadrada. Por vezes, como refere Siza, precisamos de penumbra e recolhimento.

Aqui ficam 2 exemplos de projectos recentes de arquitectos portugueses, no tão acarinhado Bom Sucesso. Alcino Soutinho e Álvaro Leite Siza Vieira, respectivamente.





PS: o Arrumário está de férias (como eventualmente se tem notado). Votaremos com entradas mais regulares a partir de 1 de Outubro.

ZM

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Aracan (de novo)

>> terça-feira, setembro 04, 2007

Estas são umas fotos que fiz em filme a preto e branco do veleiro Aracan. A versão digitalizada está um bocado escura, mas foi o que se arranjou.











Um dia desses volto a fazer umas fotos deste magnífico veleiro, que tem a minha idade, mas directamente em digital, para aparecerem como deve ser.

ZM

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3 versões da ermida

Há dias, o Pedro Cabral publicou um desenho amoroso de uma pequena ermida que existe no lugar da Boca da Mata, entre Gigarós e Penedo, na encosta Norte da serra de Sintra.



Como achei o desenho realmente bem feito, decidi trazer aqui 2 outras interpretações do mesmo tema, mas como não sei desenhar fotografei:


Primeiro vem a versão a preto e branco, que está mais próxima do desenho.


Finalmente a versão mais "real", a cores, num magnífico fim de tarde.

Já o disse outras vezes por aqui, mas este é um dos locais da serra que mais aprecio e onde me sinto mais em casa. Tem uma atmosfera indescritível, uma vista para Norte de cortar a respiração e uma tranquilidade que me devia fazer estar calado.

Que versão escolhem?

Um grande obrigado ao Pedro. Desculpa o abuso.

ZM

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Pena

>> segunda-feira, setembro 03, 2007

No Sábado passado fomos ao Parque da Pena. Fomos sem mapa e, como conhecemos bem o terreno, fizemos uma ligeira batota...



Se quiserem um mapa completo, juntem este ao que se distribui.

A Pena é (ainda) um lugar que vale bem a pena.

ZM

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Gropius precisa de ajuda

>> sexta-feira, agosto 31, 2007



Há um Gropius a precisar de ajuda, mas desta vez não é Walter.

Não há nenhum candidato à adopção?

(via Barriga de um arquitecto)

ZM

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