Bloco em Sintra

>> quinta-feira, novembro 23, 2006

Uma foto engraçada que me tiraram em Sintra:



Trata-se de um pequeno problema de bloco que se encontra no topo do Penedo da Amizade. Daí a espantosa vista.
ZM

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Telas da Natacha

Há uns tempos tropecei no blog da Natacha e chamou-me a atenção esta visão da Pena:

Fugindo claramente ao lugar comum da aguarela da Pena, consegue contudo manter o ambiente do palácio e dos seus jardins.

Agora a Natacha tem uma exposição patente no Hotel Monte Prado, em Melgaço, até ao final do mês de Dezembro. A exposição chama-se "Telas da Natacha" e é apenas isso.

Deixo-vos aqui mais 2 exemplos de uma forma de ver e de pintar que me parecem muito interessantes e particulares.

A cidade de Toledo imaginada (talvez porque foi pintada noutro lugar qualquer, sem que a pintora a tenha sequer visitado), onde passei dias felizes durante a minha lua de mel, no agradável parque de campismo El Greco, com um calor que me ia derretendo a mulher.


Um abstrato que me agrada particularmente.


Não sei se conseguirei visitar esta exposição, mas aos meus leitores, como sempre, recomendo: se for caso disso, passem por lá.

Parabéns Natacha e obrigado pela informação.

ZM

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Ortik

>> domingo, novembro 19, 2006

Uma das fotografias publicadas durante a expedição portuguesa ao Shisha Pangma, para além do rosto do Bruno Carvalho que a tornou tão mediática, mostra um estranho objecto pendurado dentro da tenda.



Este dispositivo é uma espécie de incrementador de eficiência do fogão, muito útil para derreter neve em altitude para fazer água para hidratar os alpinistas, e foi inventado por portugueses.



Está a ser divulgado e distribuído pela empresa Ortik, totalmente nacional, e é possível que venha a dar tanto que falar quanto outros inventos nacionais que se têm revelado fora de série.
Ou muito me engano ou esta jovem empresa de inovação na área do equipamento alpino ainda vai escrever uma página importante na história da industria lusa.
Boa sorte para eles e parabéns pelo invento. Aguardamos os seguintes.
ZM

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Farol da Guia

>> domingo, novembro 12, 2006

Estive a escalar no Farol da Guia, uma das falésias frequentadas pelo Bruno Carvalho, e palco de uma homenagem (da Associação Desnivel) que engrandece a sua memória.



A imagem destas bandeiras de oração, iluminadas pela luz baixa do final de um excelente dia de escalada, emocionou-me. De onde quer que o Bruno esteja a ver aquelas bandeirolas, vai certamente orgulhar-se dos amigos que decidiram lá pô-las.
ZM

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Monte da Caparica

Uma visita ao Monte da Caparica:


A Madalena a tratar da horta.


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Cadaques

>> quarta-feira, novembro 08, 2006

O meu amigo e futuro arquitecto Miguel Taborda emprestou-me um dia destes um livro chamado El Cadaqués de Peter Harnden i Lanfranco Bombelli. Trata da obra desenvolvida por aqueles dois arquitectos, entre 1959 e 1971, no pueblo de Cadaqués, na Costa Brava de Espanha, já quase na fronteira com França.
A primeira coisa que me chamou a atenção foi o ambiente do povoado. Mais tarde dei conta do facto de Cadaqués ficar a escassa distância de um local onde passámos férias não há muito tempo, Cala de Montgó, um pouco a Norte de Estartit, por onde passámos na nossa lua de mel. É uma zona de Espanha que me diz muito, onde passei alguns momentos fantásticos e que tem uma atmosfera mais calma e romântica do que o resto da costa Mediterrânica de Espanha. Depois, encontrei semelhanças entre os primeiros projectos apresentados no livro e o de David Chipperfield de que falei aqui, há tempos. Finalmente, a história destes dois arquitectos, um italiano, outro americano, reunidos na equipa perfeita, companheiros de uma amizade de cerca de 20 anos, apenas truncada pela morte de Harnden, cedo demais, em 1972.
Esta dupla chegou a Cadaqués em 1956, pela mão de Josep Antoni Coderch, que tinham conhecido na Trienal de Milão. Apaixonaram-se de imediato pela terra e em 1959 compraram a primeira casa, a Vila Gloria:



Nota: as imagens que apresento neste post são todas digitalizadas do livro porque não encontrei mais informação sobre este assunto online.

Estava dado o mote para uma série de casas semelhantes a esta, todas com vários andares (coisa que já sabem que gosto), com lareiras exuberantes com a chaminé em ferro preto para espalhar melhor o calor (ainda não se teriam inventado os recuperadores), com varandas de grandes áreas, sempre com mesas e cadeiras que convidavam à conversa, num fim de tarde quente, com os olhos postos no mediterrâneo. Há sempre muito branco, longos sofás confortáveis e espaçosos, estantes gigantescas, planos de água nos terraços e pátios para refrescar o ar e criar aquela luz liquida que o reflexo confere, escadinhas por todo o lado, zonas de duplo pé direito. Também são uma constante as zonas de penumbra, com pequenas janelas cavadas em grossas paredes, a convidar ao sossego e à leitura.

As próximas duas imagens são da casa Staempfli, de 1960. Uma obra de arte, onde apetece verdadeiramente passar um tempo a viver.




Mais tarde aparecem as casas espalhadas no terreno, em zonas mais exteriores ao povoado, numa relação mais próxima com o mar. É disso exemplo a notável Casa Fasquelle, de 1968, frente à casa de Dali. Tem dentro uma imensa estante branca, de dupla face, que serve de barreira acústica, de divisão do espaço e é simultaneamente um belíssimo armazém de livros. A fachada Sul é quase toda envidraçada e sombreada por um extenso alpendre, onde estão as sempre presentes cadeiras de descanso.







Peter empregava materiais autóctones e populares: chão de pedra, tectos de cana ou tijolo, troncos de madeira no lugar de colunas. Projectava interiores quentes e confortáveis como os que vira criados por Shindler, Neutra, Gropius, Wright, de quem era contemporâneo e conterrâneo.

As distribuições de espaço são geniais, favorecendo sempre as áreas sociais em detrimento das privadas. É fácil perceber o quanto prezavam o convívio, a contemplação, a leitura. Alguns espaços parecem ter falta de luz natural, mas talvez isso fosse sobretudo uma forma de se protegerem da canícula Mediterrânica. As salas são geralmente iluminadas por extensos vãos, nalguns casos de dupla altura, mas há sempre espaços mais protegidos, mais contidos, de onde se avista a rua ou o mar através de pequenos vãos muito escavados, que transmitem a sensação confortável de pequenas vigias, onde estamos protegidos. É uma arquitectura orgânica, próxima da natureza e do mar, quente, envolvente e confortável, absolutamente apaixonante.

Cadaqués distava 5 horas da cidade de Barcelona. Era o refúgio de inúmeros arquitectos e outros artistas. Frederico Correa e Alfonso Milá eram dois dos famosos arquitectos que por lá andavam naquela época, para além do já falado Coderch. Artistas, Marcel Duchamp, Man Ray, John Cage, Dali, espalhavam a sua energia criativa e a sua sensibilidade estética, fortalecendo uma atmosfera naturalmente romântica.

Ler este livro, seguir a fortíssima relação existente entre Harnden e Bombelli, sentir o calor de Cadaqués, a energia da criação numa época ainda de pós-guerra, ler nesta arquitectura a influência de outros grandes vultos e compreender por fim quanto estes dois homens conseguiram amar profundamente um local e criarem obras de grande força perfeitamente integradas é algo verdadeiramente emocionante.

Não faço ideia se algum dia conseguirei adquirir este livro, mas enquanto isso não acontecer passei a ter um furo na minha biblioteca. Fora isso, não descansarei enquanto não visitar este povoado tão recheado de histórias, arquitectura e vida, com os pés banhados pelo Mediterrâneo.

Lá perto têm o famoso Cap de Creus, Roses, Estartit, L'Escala, etc. Volto a dizer que é das mais belas zonas da costa Mediterrânica espanhola, com um pretexto mais que suficiente para fazer qualquer um fazer-se ao caminho. Não preciso de recomendar que passem por lá.

ZM

PS: Já me esquecia, o livro trás também um fantástico DVD com visita guiada às casas quase todas e entrevista com Bombelli, uma vez que infelizmente Harnden já não se encontrava por cá. Imprescindível.

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The Two Kinds of Photographers

"Girls make better pictures than boys. The girls just do it, while the boys are talking about who has the best camera. You'd vomit if you saw all the guys I do paying for workshops who stand around discussing noise figures of Canon vs. Nikon while the magic 60 seconds of light passes them over at sunrise in some remote scenic location."

Um texto magnífico do imperdível Ken Rockwell.

Divirtam-se.

ZM

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Habitar Portugal 2003/ 2005

>> segunda-feira, novembro 06, 2006



Está patente no CCB a exposição Habitar Portugal 2003/ 2005
"A exposição propõe uma síntese do universo da arquitectura portuguesa: da pequena à grande intervenção, da habitação unifamiliar ao complexo residencial colectivo, do espaço privado ao público. Dá-se a conhecer 77 obras de arquitectos portugueses, construídas em Portugal (essencialmente na região Centro) e no estrangeiro (em Macau, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Áustria e Bélgica), entre 2003 e 2005. A selecção dos projectos é da responsabilidade de um conjunto de

personalidades do mundo da arquitectura. Foi processada a nível regional, possibilitando identificar as diferentes realidades arquitectónicas do nosso país. Estão representadas, entre outras, obras dos arquitectos Álvaro Siza e Gonçalo Byrne, Eduardo Souto Moura, Manuel Graça Dias e José Egas Vieira, e Nuno Brandão Costa."


Eu estava à espera de melhor. Podia haver mais maquetes ou outras formas de apresentar os projectos, mas vale a pena passar por lá.

A maquete que se apresenta aqui é da Casa das Mudas, de que já falei noutro post.

Até 10 de Dezembro, se for caso disso, passem por lá.

Podem ver outra crítica (bastante mais crítica) a este mesmo evento no Despropósito (obrigado pela correcção António).

ZM

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Bruno Carvalho

>> quinta-feira, novembro 02, 2006

http://www.adesnivel.pt/
http://www.viagensverticais.blogspot.com/
http://sic.sapo.pt/online/blogs/shishapangma/

Uma notícia triste para a comunidade da montanha em Portugal.

ZM

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Rocha Podre e Pedra Dura

>> segunda-feira, outubro 30, 2006

Já vos falei de raspão deste blog quando referi a conquista da Daniela Teixeira. Trago aqui hoje a referência a um post que terá o seu particular no que respeita ao vocabulário (só para maiores de 16 anos), mas conta uma aventura absolutamente notável:
Querias Big Wall? Ora toma!



Trata-se do blog da Daniela Teixeira, do Paulo Roxo e do Miguel Grilo, uma equipa imparável nas lides verticais, senhores de um carisma a toda a prova e que tentam conquistar adeptos para a tortura da escalada clássica, mas parece que a maioria do pessoal não está pelos ajustes, embora nos curvemos todos quando lemos estes fantásticos relatos, apimentados pelos textos do Roxo, que cresceu na Baixa da Banheira, entre a taberna do tio e barbearia do primo, que também era carroceiro nas horas vagas, como se pode inferir facilmente do baixo nível de alguns vocábulos empregados.

Desta vez não vos recomendo que passem por lá. Podiam achar que era para passarem na "Terra de Ninguém" e aquilo é só mesmo para homens de barba rija e muito mal cheirosos. Não viram como eles mandaram a miúda para o Cho Oyu para poderem atirar-se ao calhau como se não houvesse amanhã?

ZM

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Conceito Tu

>> sábado, outubro 28, 2006



A Concept_U tem novo site e novos produtos para vender. Os Words_U são frases, dizeres, palavras, conceitos, até árvores genealógicas, escritos nas paredes, com a cor e o grafismo pretendidos. É uma ideia fantástica e tanto quanto sei única.
Passem por lá e adquiram prendas originais para o Natal.
Para além da qualidade do trabalho, que já tive oportunidade de verificar, posso garantir que o comercial (sim, é o famoso Azenhas) é de excelente trato e parece que tem saída com as moças :-)
Já sabem que se disserem que vão da minha parte, o preço é 10% mais caro, que é a minha margem.
Passeiem pelo site, que isso ao menos é de borla.
ZM

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Falling Water

>> quarta-feira, outubro 25, 2006

Edgar J. Kaufman foi o cliente que mandou fazer a famosa Falling Water, talvez a mais importante obra de arquitectura dos Estados Unidos de todos os tempos, projectada por Frank Lloyd Wright e terminada em 1935. Em 1946 já Kaufman tinha encomendado a sua outra casa, que também se tornaria um famoso ícone, mas desta vez da autoria de Richard Neutra. Parece que Wright, despeitado pela escolha de outro arquitecto classificou a segunda casa de Kaufman de "barata e fininha". Qualquer dia falo da casa de Neutra, que também acho um projecto muito interessante.

Desta vez deixo-vos 2 pequenos filmes que dão bem a ideia do que é a extraordinária Falling Water. O primeiro é um pequeno documentário de apresentação da casa, o outro é uma demonstração da utilização das tecnologias dos jogos (neste caso Half Life 2) para nos dar uma divertida visita virtual à casa. (via forum de arquitectura)





A Falling Water é visitável. Já sabem, se for caso disso, passem por lá.
ZM

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O pão do Rogil

>> terça-feira, outubro 24, 2006

Se há coisa de que gosto muito é de pão. Mas não estou a falar de carcaças ou daquele pão supostamente de Mafra, que tem lá dentro mais ar do que pão propriamente dito. Tenho sempre dificuldade em por manteiga nos buracos das torradas.

Gosto mesmo é daquele pão denso que se faz no Algarve e nalguns lugares do Alentejo. Quando vou ao Algarve trago sempre 2 ou 3 pães daqueles magníficos, corto-os em fatias fininhas e coloco no congelador, para ter torradas das boas, com manteiga verdadeira (que se lixe o colesterol) durante algumas semanas.

Um sítio que nunca falha na qualidade do pão é o Rogil, onde é feito o famoso pão do Rogil.



São tão bons que até têm site na web: http://www.casaalcatruz.com/

Desde que descobri esta padaria, vou para o Algarve propositadamente pela costa e compro sempre pelo menos 2 pães dos grandes (às vezes mais), no regresso faço o mesmo. Não há pão como o do Rogil.

Alguém conhece alguma coisa comparável na zona de Sintra? Já experimentei o de Janas, o da Assafora, o de Mafra o do raio que os parta, mas nada se aproxima do do Rogil. Será assim tão difícil conseguir fazer pão bem feito, compacto e saboroso?

ZM

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Alma Verde

>> quinta-feira, outubro 19, 2006

Alma Verde é o nome de um empreendimento bioclimático, que se encontra a cerca de 10Km a Oeste de Lagos, no Algarve.
Para além da urbanização onde moro, este é o empreendimento mais "bioclimático" que vi construído em Portugal. Não quero dizer que não haja outros, mas eu que até procuro bastante informação nesta área, não conheço. Há de facto alguns outros empreendimentos que utilizam termos como ecológico e bioclimático para se publicitarem, mas raramente passam disso.

As casas da Alma Verde não têm algumas das características que considero importantes numa casa bioclimática como as paredes Trombe ou os estores de lâminas no exterior das janelas a Sul (ou em alternativa palas de sombreamento), mas têm muitas outras e algumas inovadoras como o interior das paredes em tijolo de adobe e um sistema revolucionário de "ar condicionado passivo", que vi a funcionar e que me deixou surpreendido. De resto têm uma distribuição dos espaços muito interessante, um bom aproveitamento da luz do dia (vãos grandes a Sul), áreas de duplo pé direito para promover a circulação de ar, revestimento exterior contínuo.

As paredes exteriores das casas são todas concebidas numa inteligente sanduiche que começa com uma camada de tijolo de adobe no interior - para terem massa térmica, acumulando calor e para absorverem a humidade do interior da casa - depois têm uma camada de tijolo normal de cerâmica - para transportar a humidade absorvida pelo adobe para o exterior da casa e finalmente um revestimento tipo dryvit, como o que tenho em casa, cujos benificios conheço em profundidade. Parece-me a melhor concepção de paredes que se podia inventar.
Esquema das paredes:

O telhado tem uma construção mais simples, provavelmente igualmente isolante, mas aparentemente com menos massa térmica. Todos os tectos são em madeira, o que reduz de alguma forma a massa térmica e a luz, mas dá muito conforto visual e isola bem o som.


O sistema de arrefecimento da casa consiste de um túnel subterrâneo em torno de toda a casa, por onde é forçado a passar o ar que alimenta o interior. A circulação do ar é forçada por um ventilador que gasta energia eléctrica, mas é possível (embora não implementado por enquanto) que essa energia provenha de placas fotovoltaicas, tornando-se assim um sistema de ar condicionado que efectivamente refresca a casa, sem qualquer consumo de energia eléctrica da rede. O "fresco" que se sentia a entrar pelos ventiladores era absolutamente espantoso.


O único aspecto que não me entusiasma é a estética exterior das casas. O interior é fantástico e a distribuição do espaço é muito interessante, mas o design exterior não tem nada a ver com o meu gosto pessoal. Quase todas as cozinhas são abertas para a área de refeições e para a área de estar, coisa que acho fundamental numa casa agradável. As casas de banho têm janelas, há quase sempre um family room, que é uma espécie de escritório, mas com multiplas utilizações e frequentemente há uma mezanine que pode também servir de escritório ou de sala de leitura.


Penso que este é o futuro no que diz respeito a construção, mas infelizmente ainda é um exemplo raro. Muito mais poderia ter sido feito, apesar de tudo, para tornar este empreendimento realmente bioclimático. Devia ter sido melhor aproveitada a energia solar (particularmente disponível no Algarve) tanto em paredes Trombe, como em placas solares para aquecimento de água ou fotovoltaicas. Poderia ter sido pensada uma forma de aproveitamento da água da chuva para regas de jardim e para sanitários. Em muitos países isso começa já a ser obrigatório, em Portugal não conheço um único exemplo prático deste tipo de aproveitamento. Será assim tão complicado ou caro?

Se tiverem oportunidade passem por lá que vale bem a pena e serã seguramente bem recebidos.

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Mais uma casa

>> quarta-feira, outubro 18, 2006



Esta casa fica algures entre Galamares e o Vinagre. Não faço ideia de quem a projectou, nem conheço detalhes do projecto. Em tempos, quando ainda estava em construção, fiz-lhe uma visitinha por fora e agradou-me o que vi.
Gosto das inúmeras janelas viradas a Sul e dos estores exteriores de lâminas (sombreiam os vidros no Verão, mantendo a vista para o exterior e entrada controlada de luz). Não gosto da chaminé da lareira que desperdiça calor para a rua, quando podia aproveitá-lo para aquecer o andar de cima.
A distribuição dos espaços deve ser interessante.
ZM

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