Domingo na Serra

>> sexta-feira, agosto 18, 2006

Domingo passado andei por Sintra. Primeiro fui ao Penedo da Amizade. De regresso à Vila registei esta foto:

Depois fomos às compras a Almoçageme. Para comprar legumes e fruta de qualidade, ao Domingo, nada melhor que uma visita ao Senhor Dias, bem no centro da aldeia.

Enquanto tomava conta do Lourenço, à porta do Sr. Dias, tirei-lhe mais 2 fotos.



Já à noite abrimos uma garrafa que estava lá em casa a estragar-se, de um tinto de origem caseira, feito na Atalaia, a quinta dos pais da Sara.

Deve ter sido um excelente vinho caseiro, mas provavelmente a rolha não era grande coisa e sabia mais a rolha e a fumo do que a vinho propriamente dito. No entanto fiquei com a sensação que se tivesse sido consumido a tempo talvez fosse um belíssimo tinto alentejano. Pode ser que volte a provar outro exemplar mais bem conservado. Aqui fica o nosso obrigado à Sara e Companhia.

Se precisarem de mão de obra para a próxima vindima, podem contar com a nossa força braçal. O pagamento poderá ser feito em garrafinhas :-)

Bom fim-de-semana.

ZM

Read more...

A Confraria da batata frita

>> quarta-feira, agosto 16, 2006

Há um pequeno bar, algures na costa, entre a Ericeira e Peniche, que se vem tornando um lugar de culto de uma (felizmente ainda) pequena confraria, que lá se delicia com as melhores batatas fritas do mundo, um peixe de que me falaram maravilhas e uma paz que já começa a ser difícil de encontrar no nosso litoral, sobretudo em Agosto.
A primeira visita é um ritual iniciático, só sendo franqueada a entrada a quem se fizer acompanhar de um veterano, coisa que eu próprio ainda não sou, pelo que não posso revelar o local exacto deste paraíso. Aqui ficam algumas imagens, que dão bem conta da beleza do local, particularmente naquela hora mágica em que o Sol mergulha no mar, mesmo em frente dos nosso olhos.



Quem esperasse uma decoração tipo "Aqui há peixe", vai ficar desiludido. Aqui impera o barato, do aspecto à conta, passando pela mobília. O Lourenço não se importou de aviar o seu biberão das 20:00h à mesa da tasca.

Comemos diversas carnes grelhadas, porque à segunda-feira não há peixe (ao contrário do outro). Tudo acompanhado das tais batatas fritas que não podem ser deste mundo. Vêm para a mesa bem quentes, mas secas e apenas ligeiramente estaladiças, no grau de compromisso ideal entre aquelas que parecem cozidas (e encharcadas em óleo) e as outras que nos cortam o céu-da-boca quando as mordemos. Têm aquele gosto a sal que só tinham as batatas da minha avó, embora o sal propriamente dito não se veja. Quem lá vá e coma apenas batatas fritas, empurradas com sagres geladinhas já não dará a diáspora por perdida.

O ambiente é o que as imagens documentam. Não há electricidade, por isso a embirrante e omnipresente televisão não tem lugar. Quando o Sol se deita, aparecem os candeeiros a gás, que dão uma luz quente e agradável. Dá vontade de ficar ali muito tempo.

Mesmo antes de vir embora, tivemos a última surpresa da noite. Tínhamos comido e bebido até fartar, desde pão e azeitonas até ao arroz doce e café (neste caso solúvel por falta de corrente eléctrica), passando pelas grelhadas de todo o tipo e pelas batatas fritas do Olimpo, tudo isto com o mar à frente. Quando a conta aterrou na mesa, julguei que se tinha enganado no aeroporto, mas não, aquela era a nossa conta. Nada mais, nada menos que 8.50€ por pessoa.

Ficam sem saber ao certo onde é esta maravilha, mas pelo menos já sabem que existe. Se procurarem bem, certamente merecerão encontrá-la.

Se for caso disso, passem por lá, mas não digam a ninguém onde fica…

Read more...

O futuro está já aí

>> quarta-feira, agosto 09, 2006

Finalmente apareceu a tão esperada Nikon D80. A grande novidade, para além dos inúmeros melhoramentos relativamente à mana mais velha D70s, é o facto de suportar praticamente qualquer lente Nikon existente.

Como faço anos em Novembro, fica desde já aqui a sugestão :-)
ZM

Read more...

O dia da Vespa

>> terça-feira, agosto 08, 2006

No Domingo fomos escalar a Montejunto Novo.
Com o calor que estava, nada como ir escalar para o frigorífico nacional. Mesmo assim, a coisa não estava para graças.

Marisa a por a corda no top d'"O Regresso dos Dementes" - um dos meus próximos objectivos.
Trouxe para aqui duas fotos que tirei do blog da tia Marisa, representativas do que por lá se fez. Só faltava um close-up de uma das inúmeras vespas que passaram o dia a tentar afiambrar-nos. Quando já nos preparávamos para voltar ao carro, uma delas finalmente conseguiu, tendo ferrado no sovaco (?) da Raquel. Felizmente a reacção não foi das piores e 1 hora depois já não se passava nada.

Quem esteve pouco confortável com o calor foi o Lourenço, que passou grande parte do dia a choramingar.
Quanto às vespas, aínda tivémos oportunidade de ver passar um desfile delas lá em baixo na estrada, mas desta vez, a motor e com condutor de capacete.
Já em casa, pela hora do jantar, preparávamo-nos para saborear umas deliciosas postas de bacalhau assado, com poejo do meu quintal, quando fomos de novo atacados por uma vespa das que voam e picam. Como já tinhamos tido uma má experiência fomos para dentro de casa e jantámos com o Dum-dum encostado à travessa.
Entretanto, no regresso a casa, um objecto pequeno e contundente bateu-nos no vidro do Kangoo, partindo-o de imediato. Estou cá desconfiado que era uma vespa equipada com uma ogiva nuclear!
Raios partam as vespas.
ZM

Read more...

Minto até ao dizer que minto

>> segunda-feira, agosto 07, 2006

A revista Visão está a promover um conjunto de 4 pequenos livros, sendo que o último que saíu (a 4 de Agosto) é de um autor por quem tenho uma profunda admiração: José Luís Peixoto.

Comprei-o há bocadinho, por isso ainda não tive tempo de o terminar (é tão pequeno que não levará mais de 30 minutos a ser devorado), mas o que já li deixou-me um alegre sorriso nos lábios. Desta vez JLP entra no registo do humor e da ironía, com a qualidade a que nos habituou.
Um pequeno exemplo:
"Os autocarros a passarem vazios nas ruas - os motores dos autocarros vazios fazem um som completamente diferente do que quando vão carregados de pessoas maldispostas."

"O taxista inclinava-se todo na direcção do espelho retrovisor para olhar para trás, e olhava para mim, e sorria debaixo do bigode. No seu rosto, era como se fôssemos companheiros de roulotte e bebêssemos cervejas pela garrafa e mastigássemos uma bifana. Era como se estivéssemos juntos no mecânico, no barbeiro, coçássemos as partes por cima das calças e palitássemos os dentes com beijinhos. Era como se disséssemos as gajas."

O preço, uma agradável surpresa: 3.70€.
Corram às bancas, que aínda lá encontram muitos.
Um delícia.
ZM

Read more...

Um projecto apaixonante

>> segunda-feira, julho 31, 2006

Já lá tinha passado muitas vezes e ficava sempre com o olhar preso no alçado que dá para a estrada. Um alçado branco, quase cego, assente numa cota mais baixa do que a estrada, com um único pequeno vão, discreto, talvez incomodado pela diferença abissal para as casas vizinhas.
Fiquei muitas vezes agarrado pelo pequeno filme que via do lado da estrada, o lado nascente: os outros alçados – norte e sul – passavam num flash, deixando entrever uma pequena piscina do lado poente, uma sugestão de vista desafogada, uma espécie de olhar de águia sobre o cabo mais ocidental da Europa continental, de resto um bloco branco, de linhas ortogonais, de costas para mim, provavelmente aberto para poente. Há muito que tencionava ir ver aquela habitação do outro lado, mas nunca me tinha disposto a encontrá-la.
Ontem, deslocando-me de mota, decidi investir na busca do outro lado da casa. Tomei como referência um velho moinho de vento, já sem pás, e acabei por encontrar a entrada da casa, no lado poente, totalmente virada para a Roca.
Parei a mota, peguei na máquina fotográfica e registei esta imagem. Estava siderado pela beleza e pela simplicidade do projecto.

Quando baixei a máquina, dei de caras com um indivíduo no quintal da casa, que me olhava interrogativo. Fui apanhado com a máquina na mão…
Com um ar comprometido pedi desculpa ao senhor e disse que estava a fotografar apenas porque me interesso por arquitectura e achava aquele projecto magnífico. Ele convidou-me de imediato a subir ao plano da piscina e ver a casa mais de perto. Eu perguntei de quem era o projecto e ele disse, como se isso fosse evidente, que era dele:
- Sou arquitecto, fui eu quem desenhou a casa.
Eu perguntei o seu nome e ele disse Alberto de Souza Oliveira. Não me acordou nenhuma referência na memória.
Só mais tarde viria a perceber com quem tinha estado a falar. Confesso que por qualquer razão que me escapa, nunca tinha tropeçado naquele nome de forma a decorá-lo, mas trata-se de um conhecidíssimo arquitecto, com bastante obra pela cidade de Lisboa e outros locais do país, que tem trabalhado muito com um dos mais sonantes nomes da arquitectura nacional, Manuel Aires Mateus, e que faz parte do conjunto de arquitectos escolhido para o empreendimento Vila Utopia, em Carnaxide. Tanto quanto consegui investigar é professor na universidade Lusíada.
Levou-me a ver toda a casa, por dentro e por fora, numa visita demasiado rápida para apreciar tanta beleza. Foi justificando as opções com comentários do tipo: a minha mulher gostou muito da vista, a minha mulher gosta da cozinha assim e da decoração assado, como se as escolhas não tivessem sido suas de facto. Fiquei esmagado pela qualidade e gosto do projecto. Faz recurso aos pátios interiores, um conceito tão caro aos irmãos Mateus e actualmente muito explorado pelos arquitectos portugueses. Se nalguns casos isso me levanta reservas por questões térmicas e por apreciar vistas abertas, neste caso as escolhas pareceram-me criteriosamente acertadas.

O terreno é um lote delimitado a nascente por uma estrada muito movimentada ao fim-de-semana e a Sul e a Norte por casinhas português-suave, cor de rosa e cheias de telhados. A forma como esta casa consegue virar-se para poente, fechando as vistas quase exclusivamente para o mar, mas alimentando outros vãos com a luz dos pátios interiores é absolutamente genial. O pátio do alçado Sul, que ilumina a cozinha e um pequeno espaço de refeições, é fechado por uma parede suspensa, que parece lá estar exclusivamente para emoldurar a vista para o próprio jardim, escondendo a fealdade da casa vizinha.
No alçado Norte há também um recorte para onde dão alguns vãos: um grande vão na parte de trás da sala, que tem uma pesada portada branca de correr, e o do quarto das visitas, que de outra forma teria que ter uma janela para Norte, onde uma vez mais a vizinhança não teve grande gosto.
A escada que leva ao andar de cima desemboca num estreito corredor cujo fundo é apenas um vão de vidro, um recorte vertical da terra agreste daquela zona, um pequeno pedaço de horizonte e muito céu por cima. Imagino que percorrer aquele pequeno corredor seja um prazer intenso para a vista, alargando-se o campo à medida que nos aproximamos do vidro. É bom que não possa abrir-se ou correríamos o risco de querermos atirar-nos lá de cima. Este vidro vê-se na imagem. É o estreito recorte de vidro entre os desafogados vãos dos quartos que dão para poente.
Já comentei várias vezes que gosto de casas de banho com janela. Faz-me confusão a quantidade de projectos em que isso poderia ter sido conseguido com apenas um pequeno esforço, mas parece que não se valoriza essa possibilidade. Pois neste caso, de uma casa para habitação do autor, todas as casas de banho têm janela.

Tenho pena de não ter podido estar mais tempo a sentir os espaços, a perceber a luz e o fluxo das pessoas. É uma casa magnífica, como são quase sempre que o arquitecto é muito bom e é simultaneamente o cliente e o fornecedor.
Nas partes mais recuadas da casa conseguiu-se um controlo da luz que me pareceu muito eficaz e – diria – romântico. Os espaços têm luz, mas não se deixam ver. Fez-me pensar no tal conceito de penumbra, de que Álvaro Siza tanto gosta. Costumo ser um fervoroso adepto da luz e da vista, mas neste projecto percebi o quanto pode ser confortável ter a luz distribuída pela casa inundando as zonas mais sociais e controlando-a nas zonas mais privadas.
Foi um caso de amor à primeira vista. Não a consigo tirar da cabeça. Imagino o correr do dia e a dança da luz naqueles pátios. Imagino o privilégio que deve ser aquele voo de rapina sobre o cabo enquanto o sol mergulha doirado no horizonte atlântico. Imagino um livro lido naquelas cadeiras, com as portadas todas abertas, num cálido final de tarde. Imagino o silêncio de uma noite de Inverno, escura, chuvosa e fria. Um imenso breu entre as varandas e as luzes da Roca, o fogo a arder na sala, juntando a luz das chamas à dança caótica dos faróis dos carros na estrada, a espaços. Imagino o cheiro das torradas e do café, numa manhã de primavera, com a cozinha inundada de luz reflectida pela explosão das flores no pátio Sul.
Uma das coisas que me angustia na arquitectura é a dificuldade em apreciar condignamente o objecto que nos desperta paixão. Muitas vezes apenas o vemos de longe. Noutros casos temos o privilégio de conseguir tocar-lhe. Raramente conseguimos saciar-nos.

ZM

Read more...

Friedrichshafen

>> sexta-feira, julho 28, 2006

Na última semana fui a uma feira de equipamento de Outdoor, em Friedrichshafen, na Alemanha. Como o nosso budget era reduzido, decidimos empreender a viagem de carro.
Julgo que terá sido a mais longa viagem que fiz de carro em toda a vida. Fiquei impressionado com a diversidade de nacionalidades que se encontram a circular pela Europa. Da Moldávia a Portugal, da Eslováquia à Dinamarca, vimos matriculas de quase todos os países europeus.

O primeiro lugar onde parámos para dormir foi S. Sebastian. É uma cidade magnífica da qual tenciono falar noutra ocasião.

Estas imagens são de Friedrichshafen propriamente dita.


Os gloriosos malucos das máquinas voadoras.



Já no regresso, parámos em França, junto a este edifício, que achei bem fotogénico a esta hora.



Boas férias aos que já as estão a gozar ou que vão partir em breve.

ZM

Read more...

Mercado Medieval de Óbidos

>> quinta-feira, julho 20, 2006

No fim-de-semana passado, voltámos a Óbidos. Desta vez com o pretexto de ir espreitar o Mercado Medieval de Óbidos.

É um evento que tem reunido de ano para ano mais expositores e mais visitantes. Convém estar preparado para um banho de multidão, mas mesmo assim vale a pena o esforço.

Temos a sensação de estar num cenário de filme.

Aqui vemos um espectáculo de rua, bastante divertido.

A Madalena contou a toda a gente o que tinha visto nesta animação.




Um falcoeiro ia perdendo a ave, mas finalmente lá a convenceu a regressar ao seu braço.

A Madalena ainda teve a oportunidade de dar uma voltinha de pónei.

Este evento vai durar até 23 de Julho.
Para mais informações podem consultar http://www.cm-obidos.pt/custom/vpage.aspx?pg=mercado_medieval_2006
Se tiverem tempo e paciência, passem por lá.

ZM

Read more...

LX

>> segunda-feira, julho 10, 2006

Devido a obras em casa, há mais de uma semana que andamos aos caídos a acampar onde calha. Depois de uma semana bem passada num minúsculo anexo, no pinhal do Banzão, voltámos à cidade, onde já tinhamos estado no fim-de-semana passado. A vida na cidade é diferente, mas uma vez por outra até se torna divertida. A ideia de descer à rua para comprar pão quando a sopa já está na mesa é impensável para quem mora habitualmente no campo. Eu prefiro o espaço e o sossego, mas esta é uma agradável "feature" dos prédios.
Aproveitando a proximidade, fomos a Lisboa no Sábado.
Começámos por beber o melhor café do Chiado:


Estes que aqui vemos são os famosos quiosques desenhados pelo arquitecto João Santa-Rita, dos quais gosto bastante.



Já em Belém, deparámo-nos com esta mostra de carros antigos. O interior é de um Citroën "arrastadeira".




Lembrámos a primeira ligação aérea da Europa com a América do Sul.


Lisboa em turismo é sempre um local atraente e surpreendente.

"Almolanchámos" na Vela Latina, da qual destaco a qualidade dos produtos, a simpatia dos empregados e o bom ambiente geral. Recomendo vivamente.

Passem por lá.

ZM

PS: a reduzida frequência de posts prende-se com o "campismo" forçado e com o facto de o ADSL lá de casa ter pifado. De resto, o desgaste da paternidade também me tira um pouco a energia para a actividade cibernética. Pode ser que isto volte a entrar nos eixos.

Read more...

A Casa do Guarda - Manuel Graça Dias

>> terça-feira, junho 27, 2006



Já uma vez falei do pequeno apartamento que Manuel Graça Dias projectou para Julião Sarmento, numa quinta que entretanto já não pertence ao pintor.
Aqui fica uma foto de um dos ângulos em que este edifício se deixa entrever entre a vegetação. Quando tiver outras fotos, apresento-as aqui.
É um edifício intrigante e apaixonante, que adoraria conhecer em detalhe. Se fosse conhecido, seria um icone da arquitectura de Graça Dias.

ZM

Read more...

Aniversário


Ontem fizémos 7 anos de casados. Até agora não me arrependi :-)

As flores estão à janela, a iluminar a cozinha. Foi um aniversário especial, entre choros e biberões, com metade da casa em obras. Comemos pizza congelada, mas soube a lavagante no Porto de Santa Maria.
Um beijo especial à minha cara-metade, que tem uma pachorra de santa para aturar as minhas idiossincrasias.
ZM

Read more...

Arquitectura & Vida

>> quinta-feira, junho 22, 2006

O número deste mês da revista Arquitectura e Vida tem 2 momentos notáveis:

Casa no Magoito - estou farto de a procurar e nunca a encontrei - imagino que seja uma coisa fantástica.
Casa no Magoito - estou farto de a procurar e nunca a encontrei - imagino que seja uma coisa fantástica.Maquete de moradia para o resort do Bom Sucesso, em Óbidos (do melhor que por lá vai haver).
Uma entrevista com Inês Lobo, de quem eu já tinha falado aqui. Continuo a achar que esta arquitecta é do melhor que temos por cá. As fotos que apresento são do site http://www.ilobo.pt/. Se alguém se importar, avisem que eu retiro as imagens.


Uma extensa apresentação do fabuloso Cine-Teatro do Cartaxo, agora elevado à categoria de Centro Cultural (do qual também já por cá falei), ilustrado com fotografias de Fernando Guerra, a quem desde já peço desculpa por ter roubado estas duas para colocar aqui. Um projecto magnífico, descrito por boa pena e ilustrado pela melhor lente que conheço.

Só por estes 2 momentos, este número já vale totalmente o preço.

Corram às bancas, que não se arrependem.

ZM

Read more...

Regaleira

>> terça-feira, junho 20, 2006

O Lourenço já foi conhecer a Regaleira. Foi com a mana e a prima. Eu diria que adorou.

Os 3 primos.

Um símbolo de fertilidade. Atrás desta fonte há uma saída intermédia do poço iniciático.

A saída para a luz, após a cerimónia de iniciação que é a descida do poço. O Lourenço deu a volta. Fica com a iniciação adiada para quando conseguir andar pelo seu pé.

A vista do Penedo da Amizade e do Castelo dos Mouros a partir da Regaleira.

Eu bem disse há dias que não me consigo cansar desta terra.

ZM

Read more...

  © Blogger template Simple n' Sweet by Ourblogtemplates.com 2009

Back to TOP