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MIT 2009 - mais fotos.

>> domingo, março 15, 2009

Já estão disponíveis todas as fotos da viagem ao MIT. Podem ver o slide show aqui.
Aqui ficam alguns exemplos:


O "Infinite Corridor" é um caminho que liga grande parte dos edifícios do MIT. Deve ter mais de 500m de comprido. Está sempre cheio de gente a correr de um lado para o outro, frequentemente com uma sandes e uma bebida na mão, a almoçar em trânsito como é costume por aqueles lados.


O Stata Center é um projecto de Franck Ghery que a mim me parece bastante bem conseguido, contudo o MIT não ficou satisfeito e, segundo fontes locais, o arquitecto foi mesmo processado pelo MIT. Eu achei-o muito interessante, bonito e funcional.


Outra vista do mesmo edifício.


A entrada nascente do Stata Center.


Estes dois edifícios - a capela e o auditório de Kresge -, do arquitecto Finlandês Eero Saarinen, construidos entre 1950 e 1955, foram um dos meus principais focos de atenção na exploração do campus do MIT. Acho-os fabulosos, embora se diga que são demasiado fechados ao que os rodeia. O diálogo entre os dois é muito interessante e estas duas fotos ilustram isso mesmo.


Esta é tomada do interior do auditório para a capela.




Franck Gehry no seu melhor.


Os telhados de vidro do Stata Center, ainda com restos de neve derretida.






Estas 3 são do Simmons Hall, do arquitecto Steven Holl. Um edifício extraordinário.


O edifício McKay, ao qual Rafael Moneo teve que colar o seu laboratório de engenharia mecânica, no campus de Harvard.


Tive a sorte de assistir a uma conferência de Rafael Moneo na qual apresentou este projecto. No dia seguinte fui lá fotografá-lo. Estes caminhos que escavou no seu projecto são o que o torna tão fora de série.


Aqui vemos o McKay do lado direito e o novo edifício de Moneo, com os caminhos escavados por baixo.


A cafetaria do edifício de Moneo.


Boston by night.


Os corredores do MIT são um mundo. Este indivíduo estava a assistir a uma apresentação cientifica numa televisão, algures num corredor.

Foi uma viagem inesquecível. É um local onde apetece muito voltar e onde gostaria muito de ter podido estudar.

ZM

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Totan Kuzaembaev

>> terça-feira, junho 10, 2008

No penúltimo número da revista Cubo (última edição de cada mês do semanário Sol) surge na capa uma construção surpreendente em madeira. Tratava-se da casa Telescópio, do arquitecto russo Totan Kuzaembaev.



É uma casa muito acolhedora, com apenas um quarto e um estúdio no andar superior, e uma sala e cozinha no piso térreo.
O espaço para refeições está encaixado sob as escadas de acesso ao primeiro piso e a despensa são uns armários cujo esquisso se mostra aqui.







Já o disse a propósito de Steven Holl e continuo a achar que a arquitectura nacional raramente evita a utilização do betão (uma excepção recente de Álvaro Siza é a Casa do Pego, aqui bem perto). Os arquitectos estrangeiros exploram outros materiais, tendo por vezes resultados fantásticos, como é o caso das casas que Totan Kuzaembaev projectou para o Pirogovo resort. Gosto da madeira, da contenção nas áreas (outro erro muito frequente por cá), da simplicidade dos interiores, do ar acolhedor e orgânico.
Nalguns aspectos encontro aqui o mesmo romantismo que senti nas casas de Peter Harnden e Lanfranco Bombelli.
Uma revelação.

Passem no site de Totan Kuzaembaev e explorem as inúmeras fotos de vários outros projectos deste arquitecto.

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Tesseract

>> terça-feira, maio 08, 2007

O Tesseract está para um cubo como o cubo está para um quadrado, ou seja, é um cubo a 4 dimensões.

Tesseract é o nome de um romance de Alex Garland (o autor do célebre romance A Praia), que tem o tipo de estrutura narrativa de filmes como o Amores Perros, o Magnólia ou Crash, em que tudo parece absurdo até finalmente descobrirmos o fio condutor e encontrarmos uma extraordinária obra de arte, daquelas que nos tiram o fôlego.

Tesseract é ainda o nome dado a uma escultura arquitectónica saída do lápis do arquitecto Steven Holl, de quem já falei aqui, mas que reencontrei no livro do qual também já falei aqui.

Estas imagens foram retiradas do tal livro e apresentam esta pérola da arquitectura sustentável, onde foram utilizadas algumas técnicas notáveis, como o Glass Plank que se pode ver nesta primeira imagem, na foto da direita:



Trata-se de um colector de calor, que envia o ar aquecido para dentro de casa durante o Inverno (estando na fachada Sul da construção) e serve de chaminé térmica forçando o ar a entrar pela fachada Norte durante a estação quente, refrescando a casa. A única coisa que é preciso fazer é alterar a saída de ar da parte superior do dispositivo, de acordo com a estação do ano: no Verão está aberta para a rua, sugando ar de dentro de casa e fazendo exaustão para o exterior, no Inverno a saída de ar superior está aberta para dentro de casa, fazendo o ar circular no seu interior, aquecendo-o e voltando a libertá-lo dentro de casa.

O que é que se ensina nas nossa faculdades de arquitectura?


Aqui podemos ver como a proximidade de um lago pode ser utilizada para refrescar uma pequena casa como esta, desde que tenhamos em linha de conta a orientação dos ventos dominantes.



Aqui temos as plantas de 2 dos andares desta pequena casa de fim-de-semana. Falta apenas a planta da cobertura, onde se veria um pequeno terraço que tem acesso a partir do estúdio (escritório).



Nesta imagem vemos vários aspectos do projecto. Na foto superior esquerda vemos uma cabine de duche com saída para a rua (engenhoso, fora do cumum, mas muito interessante, mais que não seja para arejar a casa de banho); na foto seguinte vemos a "marquise" a Norte, que serve fundamentalmente para receber ar fresco no Verão para preencher o lugar deixado vago pela exaustão forçada da chaminé térmica que se encontra na fachada Sul, formidável como conceito, não? Na foto inferior direita vemos a escada que dá acesso ao tal terraço sobre o estúdio. Nenhum cliente em Portugal aceitaria tal coisa (excepto eu, que nesta matéria sou pouco conformista).



Este arquitecto trabalha com materiais e dispositivos inovadores, tanto no aspecto estético como no funcional. Se me formasse em arquitectura, acho que tentaria estagiar no seu gabinete. Diria que este é um caminho que me agradaria percorrer. Estou convencido que leva à arquitectura do futuro.

ZM

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Steven Holl

>> segunda-feira, maio 15, 2006

Descobri recentemente, no blog Histórias de Casas/, um arquitecto americano absolutamente surpreendente.
Os arquitectos portugueses tendem a seguir-se demasiado. É raro utilizarem materiais diferentes do betão habitual e a esmagadora maioria das casas começa por um paralelepipedo. Por isso me parece importante divulgar estas imagens.
O arquitecto chama-se Steven Holl. Visitem o site, que vale bem a pena.





Passem por lá.
ZM

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