Turn to the Assassin
>> sexta-feira, março 01, 2013
Adoro José González. Junip é uma das suas bandas. Tenho pena que ele tenha tão pouca coisa disponível.
É um som que me faz evadir sem sair do lugar.
Bom fim-de-semana.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.
Adoro José González. Junip é uma das suas bandas. Tenho pena que ele tenha tão pouca coisa disponível.
É um som que me faz evadir sem sair do lugar.
Bom fim-de-semana.
A fabulosa "Struggle for Pleasure", da banda sonora do Belly of an Architect, de Peter Greenaway.
Ando mesmo em ressonância com o Wim nestes dias, tenham paciência.
Para quem não conhece esta cantiga, há uma surpresa lá pelo meio.
Acho isto fabuloso.
Evasão.
Estou doido com a música desta moça:
Mais aqui e aqui.
Obrigado, Miguel, por mais esta pérola.
Não há segredos vãos
Quando te prendo as mãos
E tapo a boca
Não há palavras tuas
Que acendam as ruas
Onde a luz é pouca
Fomos feitos de algo mais
Que não tem forma nem razão
Tivemos tempo p'ra ser mais
Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais
Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais
Tivemos tempo p'ra ser mais
Roubar a carne dos chacais
És só de mim
Mas fomos tarde demais
Quando te prendo as mãos
Quando te prendo as mãos
Quando te prendo as mãos
Esta não me sai da cabeça desde o concerto.
The Return of the She-King
Aqui temos um dos mais fantásticos momentos do concerto na Casa da Música. Tal como previra, tive oportunidade de ouvir esta fabulosa versão do Song to the Siren:
On the floating, shapeless oceans
I did all my best to smile
til your singing eyes and fingers
drew me loving into your eyes.
And you sang "Sail to me, sail to me;
Let me enfold you."
Here I am, here I am waiting to hold you.
Did I dream you dreamed about me?
Were you here when I was full sail?
Now my foolish boat is leaning, broken love lost on your rocks.
For you sang, "Touch me not, touch me not, come back tomorrow."
Oh my heart, oh my heart shies from the sorrow.
I'm as puzzled as a newborn child.
I'm as riddled as the tide.
Should I stand amid the breakers?
Or shall I lie with death my bride?
Hear me sing: "Swim to me, swim to me, let me enfold you."
"Here I am. Here I am, waiting to hold you."
Sometimes
I feel like I want to live
Far from the metropolis
Just walk through that door
Sometimes
I feel like I want to fly
Reach out to the painted sky
A prisoner to the wind
A bird on the wing
Sometimes
I feel the ocean in my blood
See rain from the sky above
Her salt brined tears
And now
Those tears leave taste on my tongue
Like the warm rush you get from
Black opium
Black opium
Sometimes
I feel like I want to leave
Behind all these memories
And walk through that door
Outside
The black night calls my name
But all roads look the same
They lead nowhere
They lead nowhere
We sat and watched as the moon rose for the very first time...
Um pequeno excerto do que tenciono ir ver ao Porto na próxima quarta-feira.
Reparem (sobretudo para quem conheça) na versão do Song to the Siren, a partir do minuto 12.
Fabuloso!
Uma banda imperdível.
ZM
Este é um músico cujo trabalho conheço e aprecio há muitos anos, mas que continua a encantar-me, sobretudo quando preciso de trabalhar concentrado e desligar-me do mundo por uns tempos. Esta é uma das minhas cantigas favoritas.
Se seguirem este link, têm uma extensa playlist para descobrir.
Um dos melhores álbuns de todos os tempos. Hoje estou para aqui virado.
Boa audição.
A propósito de um mundo mais feminino.
Dead Can Dance em grande forma.
The Return of the She-King, Dead Can Dance, Anastasis CD 2012
Na sequência do post anterior, do mesmo álbum.
Celebro este Solstício com um álbum de Erik Wollo, chamado precisamente Solstice.
Está cada vez mais na hora de apelarmos à defesa da Terra. Somos parasitas desenfreados, que acabaremos por matar o hospedeiro, extinguindo-nos igualmente.
Estamos perante a famosa Tragédia dos Comuns, mas desta vez à escala global. Cada um de nós tem que fazer aquilo que pode não parecer o mais racional, que é reduzir o seu peso no consumo global. Só que, a menos que este seja um movimento global, não surtirá efeito. A Terra é finita.
Uma notícia triste, que soube pelo blog do António Araújo.
Que coisa desconcertante. Lá vai outro que cá fazia falta.
Há muito tempo que não tropeçava numa banda que me enchesse tanto a caixinha dos humores.
Prestem atenção.
Isabel: vai uma dança? :-)
Um post da Colher de Mãe, sem mais comentários.
Narsilion, uma banda muito apreciada cá por casa.
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