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Lisboa - foto solta

>> sábado, agosto 12, 2017



Há uns tempos andei a passear uma família de Americanos por Lisboa e por Sintra. Foi um trabalho difícil porque, por alguma razão, não tive ligação emocional com eles. Mas mesmo assim foi uma experiência interessante porque me fez viajar por Lisboa com um olhar que andava adormecido pela rotina. Aqui fica um registo feito durante o ensaio.

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Lunchtime Photography IX

>> quinta-feira, março 10, 2016





Duas fotos feitas, mais uma vez, com a fantástica D40, com uma antiga lente que nesta máquina é de focagem manual e agora editadas no Lightroom. A luz estava magnífica.

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Visita ao Oceanário de LX.

>> sexta-feira, janeiro 22, 2016

Fotografar no Oceanário é bastante complicado, mas lá fiz um par de fotos de jeito em 20 ou 30 que tirei.










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Lisboa. Feira Popular de Alcântara. Inverno.

>> sexta-feira, janeiro 08, 2016





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Lunchtime Photography VI

>> quinta-feira, novembro 26, 2015

Mantenho o nome da série, embora apenas uma destas quatro fotos tenha sido efectivamente feita durante a hora do almoço.
As outras três, como se percebe, foram já muito ao final do dia.
Esta é uma zona verdadeiramente fotogénica.




Gosto muito da forma como este edifício se camuflou na paisagem urbana, sendo bastante diferente em função do ângulo de onde o observamos. É um espantoso projecto do Atelier Risco, do Manuel Salgado.



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Lunchtime Photopraphy V

>> quinta-feira, outubro 08, 2015



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Lunchtime Photography IV

>> terça-feira, setembro 15, 2015

Basílica da Estrela, vista de uma ruela do lado Poente.

Alcântara Terra

Um céu num casco. "O que está em cima é igual ao que está em baixo"

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Fotos soltas

>> sábado, abril 25, 2015

Lisboa, claro.







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Passeio a Lisboa

>> terça-feira, dezembro 24, 2013

Há uns tempos fomos participar numa actividade organizada pelos Pequenos Coiotes, uma família que tem duas crianças em ensino doméstico e que organiza regularmente programas para as outras famílias em ensino doméstico.
Neste caso, tratou-se de uma visita à Patriarcal, com entrada no Príncipe Real e saída no miradouro de S. Pedro de Alcântara.
Para não termos problemas com estacionamento, fomos todos de comboio até ao Rossio e fizemos o resto a pé. Para o Simão foi estreia absoluta no transporte ferroviário.
Além do reservatório da Patriarcal, fomos ainda ao edifício do Millennium, na baixa, onde é possível ver algumas das camadas de ocupação da cidade de Lisboa, desde a origem da cidade, e fomos também ao alto do arco da Rua Augusta, do qual se tem uma vista magnífica sobre a baixa e sobre o Terreiro do Paço.
As fotos que se seguem são resultado desta jornada. Não carecem de mais explicações.
Aproveito para desejar aos meus caríssimos leitores umas boas Festas e um excelente 2014.

















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Lisboa, mais uma vez

>> terça-feira, julho 02, 2013

Não morar em Lisboa, embora adore essa cidade, faz-me ter sobre ela permanentemente um olhar de viajante.
No dia em que regressei de Munique, fui ter à baixa, onde se encontrava a minha boleia para casa. Largadas as malas, saí para a rua de máquina fotográfica a tiracolo, cheio de vontade de comer uma bifana e engolir umas imperiais.
Aqui ficam alguns dos quadros que registei.
Lisboa é uma cidade fabulosa.
Portugal pode ser o paraíso. Lá chegaremos.

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Acho estes cestos uma coisa única, absolutamente pitoresca.

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Lisbon Photo Walk

>> segunda-feira, agosto 25, 2008

No Sábado passado, ao final do dia, fui participar no Lisbon Photo Walk.
O objectivo era simples: juntar grupos de até 50 fotógrafos, em inúmeras cidades de todo o mundo, para um passeio de 2 horas a fotografar. Todos os passeios aconteceram no mesmo período, apenas diferindo nos respectivos fusos horários. No final, cada participante publica no Flickr as suas melhores fotos e as melhores de todas serão premiadas com um livro sobre Adobe Lightroom 2.0
Às 18:30h, arrancaram da Praça do Comércio cerca de 40 fotógrafos, em direcção ao miradouro de Santa Luzia. Depois seguimos até à Graça, seguindo sempre a linha do eléctrico 28.
Aqui ficam algumas das imagens que fui fazendo:

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Chegados a este ponto do percurso, se repararem nesta foto, verão que encontrámos um eléctrico cuja ligação ao fio eléctrico tinha "descarrilado". A corda que permite colocá-la de volta no lugar estava embrulhada no fio, e já tinham atado à ponta da corda uma massa de malabarismo ou um taco de baseball para irem atirando sobre o fio até desatar o nó. Quando a turba de fotógrafos chegou ao local estavam várias pessoas a tentar resolver a situação. Uma funcionária da Carris (julgo que não era a "guarda-freio") tentou chegar à cobertura do eléctrico para desembrulhar a corda e eis que surge um Neozelandês, muito solícito, que lhe apoia as manápulas em cheio nas nalgas para a ajudar. A moça também não se atrapalhou, mas apesar de terem estado nesta pose tempo suficiente para ficarem registados para a posteridade em diversas máquinas fotográficas, tiveram que encontrar um plano B. Finalmente chega-se outro eléctrico junto do primeiro e o Neozelandês trepa para a cobertura e começa a desembrulhar a corda com a ajuda da tal massa ou taco. Já todos estavamos a prever neozelandês assado para o jantar. Finalmente consegue fazer chegar a corda ao solo, já totalmente liberta do fio eléctrico e desce sob grande ovação. Segundo contou por mail ao Benjamim (a quem pediu um endereço para pedir as fotos), era o seu primeiro dia em Lisboa. O homem ficou enfeitiçado logo nas primeiras horas a deambular naquela cidade. Foi muito emocionante ver Lisboa com olhar de turista, sobretudo depois desta "aventura".

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Finalmente chegámos ao miradouro da Senhora do Monte, já perto do pôr do Sol. Toda a gente foi montando os respectivos tripés (seriam provavelmente cerca de 20) ao longo da guarda do miradouro, tudo a apontar para o rio e para a cidade. Passado algum tempo, aparece um indivíduo a perguntar o que se ia passar. Fartámo-nos de rir e dissemos-lhe que não se ia passar nada mais do que o pôr do Sol e o cair da noite, pelos quais todos esperámos para ir fazendo umas fotos. É fácil perceber a preocupação do homem. Ver algumas dezenas de fotógrafos todos a apontar as máquinas para o mesmo lado, faz pensar que alguma coisa se vai ali passar de extraordinário.
Pareciamos um bando de paparazzi que tivesse tido conhecimento de que a Lili Caneças ia aterrar de pára-quedas na Praça da Figueira.

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Acabámos a comer um delicioso bitoque numa tasca ali da zona, pelo qual pagámos uns míseros 5€. Lisboa é (ainda) uma cidade que não tem preço nem comparação.

O slideshow com a totalidade das fotos que fiz está aqui.

O slideshow com todas as fotos apresentadas no final está aqui (se tiverem paciência para ver quase duas centenas de fotos).

Foi um evento muito engraçado e inspirador. Gostei de ver as fotos que os outros fizeram no mesmo local e à mesma hora que eu. Cada um teve uma visão particular e há no conjunto fotografias notáveis.

Se tiverem paciência, passem por lá.

ZM

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As fotos de Lisboa (no dia da Patti Smith)

>> domingo, novembro 11, 2007

Cá ficam, finalmente as tais fotos que andei a tirar pela cidade antes de assistir ao concerto da Patti Smith, no Coliseu dos Recreios.

Lisboa, ultimamente, está mais bonita. Parece ter mais turistas e menos "gajos esquisitos". Talvez isso se deva ao Verão atrasado, mas a verdade é que naquela noite, a zona das Portas de Santo Antão apresentava-se menos "chunga" do que me lembrava e com um ar mais turístico e cosmopolita.


Comecei pelo símbolo do Metro, que nesta noite estava fotogénico.


Este é um prédio da Avenida.


O início do elevador do Lavra. Se tivesse mais tempo, teria subido a pé. A zona onde termina, lá no alto da colina, é estranha e também fotogénica.


Ainda o Lavra. Eu sei que está tremida, não precisam de me atirar isso à cara :-)
A luz era pouca e não havia tripé.


Palácio Foz do outro lado da Avenida. Policia do lado de cá.


Átrio de entrada do Coliseu dos Recreios. Esta sala ficou magnífica depois do restauro. Não é um luxo, mas é um belo espaço.


A estação de comboios do Rossio (Restauradores). Também ganhou muito com a recuperação.

Não considero estas imagens umas obras de arte, mas penso que descrevem o ambiente daquela parte da cidade, depois de o Sol se pôr, num fim-de-semana.

ZM

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