Mais umas soltas da canalha, no Andanças
>> sexta-feira, agosto 12, 2016

Esta é uma prima direita, que esteve cá por casa 2 semanas.

Madalena com a prima.

Lourenço em modo Andanças.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.

Esta é uma prima direita, que esteve cá por casa 2 semanas.

Madalena com a prima.

Lourenço em modo Andanças.

Marinheiros de água doce. Espero que isto seja o início de outras aventura no mar propriamente dito.

A praia vista cá de cima. Adoro esta imagem.

O Simão a andar de cão com as asas da imaginação.

O Matias a conduzir um eléctrico chamado desejo.

Esta foi já há umas 2 semanas, num conjunto de calhaus mesmo encostado a Adrenunes.

Um teste de retrato, com a 50mm. Não gosto muito da luz do lado esquerdo, mas gosto do aspecto da moça.

Uma outra visita a Adrenunes, com uma simpática pandilha.

Lourenço, nos caminhos da aldeia.

O novo interesse do Lourenço: uma espécie de tenda feita de canas.
Segundo dia do ano.
O Simão pediu para ir fazer cocó, desculpem começar assim, mas ele nunca vai à casa de banho sozinho e a história decorre daí. Entretanto, sentado na borda da banheira, eu lia o Afonso Cruz.
“...queremos o conforto da banalidade, daquilo que conhecemos, sentarmo-nos num restaurante e pedir sempre o mesmo bitoque, olhar para a corrupção quotidiana como quem olha uma montra de pronto-a-vestir, fazer sempre as mesmas maldades, dobrar as camisolas da mesma maneira, votar nos mesmos criminosos, saber que as meias estão na gaveta certa, ignorar a miséria e ter a certeza absoluta de que os chapéus não serão jamais pousados em cima da cama.”
“...viver não tem nada a ver com isso que as pessoas fazem todos os dias, viver é precisamente o oposto, aquilo que não fazemos todos os dias.”
Entretanto, o Simão acabou a sua função metabólica. Fui-lhe lavando o traseiro enquanto comentava que também gostaria de evacuar assim: sentava-me na retrete e o resto alguém faria por mim, acabando sempre com a peidola lavadinha.
O Simão disse: “Não, porque tu és pai”, e eu: “Sou pai, mas também sou filho”. Pausa breve. “És filho, mas é de um pai que é avô, tu já sabes”.
É assim a ordem das coisas, se somos filhos de um pai que já é avô, já sabemos o que temos que saber, já ninguém cuida de nós.
Adoro a filosofia dos putos, mesmo na casa de banho.
Sobretudo com as palavras do “Flores” a ecoarem-me nas ideias, talvez perfumando aquele lugar àquela hora da manhã.
Há muito tempo que pretendia ir conhecer esta curiosa formação geológica, não apenas pelo fenómeno em si (que, finalmente, não tem nada de muito impressionante), mas principalmente pelo passeio a uma das mais belas zonas da nossa costa Atlântica. Toda a zona entre o Abano e o Cabo da Roca é um santuário das mais belas paisagens que a costa Portuguesa tem para oferecer. É sempre duro percorrer aqueles caminhos, mas é sobretudo por isso que aquela área está mais preservada do que muitas outras. A vista que o corajoso caminhante poderá observar é absolutamente monumental. Desta vez fomos à hora certa. Foi muito, muito, muito bom. Enchi os olhos de luz e mar. Desci até à Marmita propriamente dita com os das pontas, o do meio ficou à luta com as plantas algures a meio do caminho. Foi uma aventura e pêras. É um local a revisitar.

Todos menos eu, a páginas tantas.

Os granitos rosa daquela zona da costa. Fabulosos.

A "Marmita do Gigante". Uma formação rochosa muito curiosa, num cenário de rara beleza.

No reino das gaivotas e dos pescadores.

Novamente a "Marmita".

Ponta do Rebolo a preto e prata.

Os dois intrépidos montanheiros, que me acompanharam até ao objectivo.

Nem tenho palavras. Uau!



Ponta do Rebolo.

Vale bem a pena descer aqueles carreiros só para ser brindado com esta vista.

Vista para o lado do Guincho.

Os líquenes.

Mãe e filha.


Quem sai aos seus não é de Genebra...

Idem...

Mais uma...

Vitória, vitória, acabou-se a história.
Há umas semanas atrás, nas Salinas de Rio Maior.
Há uns tempos fomos participar numa actividade organizada pelos Pequenos Coiotes, uma família que tem duas crianças em ensino doméstico e que organiza regularmente programas para as outras famílias em ensino doméstico.
Neste caso, tratou-se de uma visita à Patriarcal, com entrada no Príncipe Real e saída no miradouro de S. Pedro de Alcântara.
Para não termos problemas com estacionamento, fomos todos de comboio até ao Rossio e fizemos o resto a pé. Para o Simão foi estreia absoluta no transporte ferroviário.
Além do reservatório da Patriarcal, fomos ainda ao edifício do Millennium, na baixa, onde é possível ver algumas das camadas de ocupação da cidade de Lisboa, desde a origem da cidade, e fomos também ao alto do arco da Rua Augusta, do qual se tem uma vista magnífica sobre a baixa e sobre o Terreiro do Paço.
As fotos que se seguem são resultado desta jornada. Não carecem de mais explicações.
Aproveito para desejar aos meus caríssimos leitores umas boas Festas e um excelente 2014.
Terminou a curta semana de férias, que esprememos até ao limite.
Provavelmente ainda aqui publicarei algumas fotos deste fantástico periodo, mas para já aqui fica um dos Sois da minha vida, fotografado ao pôr do Sol, na aldeia de Salavessa, encostada ao Tejo:

Felizmente, os Parques de Sintra dão aos munícipes a possibilidade de visitar todos os palácios e parques à borla, desde que aos Domingos da parte da manhã. Nós temos aproveitado bem essa possibilidade. Temo até que um dia desses nos retirem esse direito por manifesto abuso.
Um dia desses fomos ao Palácio Nacional, mais uma vez. Desta vez a pedido da Madalena.
Desta vez tirámos poucas fotos.



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