A Room With a View
>> sábado, julho 10, 2010


Esta é a vista da janela do novo escritório. Se acrescentar que vou para lá a pé e demoro pouco mais de dez minutos, parece bom demais para ser verdade.
Francamente, ainda não tenho saudades de Lisboa.
Arrumário era o nome que a pequena Madalena dava aos armários. Este blog é o arrumário electrónico das nossas experiências, emoções e ideias.


Esta é a vista da janela do novo escritório. Se acrescentar que vou para lá a pé e demoro pouco mais de dez minutos, parece bom demais para ser verdade.
Francamente, ainda não tenho saudades de Lisboa.

O Alto das Covas é uma das praças altas da cidade de Angra do Heroísmo. Para um lado, desce-se pela rua da Sé para o centro da cidade, para o outro sai-se da cidade, em direcção à Silveira ou a S. Mateus.
Nesta ocasião, o que me despertou a atenção foi aquela roupa branca ali estendida, captando o sol do fim do dia, recortada no céu intenso.
Há dias em que esta luz nos enche de alegria. Há outros em que as nuvens cobrem tudo com o seu plumbeo manto de melancolia. A vida nos Açores é mais intensa do que poderia parecer.

Detalhe da proa de um Wauquiez Centurion 40S, que vi chegar um dia desses e que me deixou embasbacado. Agora está no terrapleno, em manutenção. É uma das mais belas embarcações que têm passado por cá ultimamente.
Aqui uma imagem mais completa do bicho.
Ainda durante as já faladas Sanjoaninas, fotografei a execução das filhoses daqui. Posso garantir que são uma verdadeira delícia.


O local onde as faziam era no mínimo curioso.
Esta é uma instalação do fotógrafo Hugo Machado, num edifício em ruínas, no Pátio da Alfândega. Este fotógrafo tem igualmente patente, até ao dia 30 deste mês, uma exposição de fotografias de paisagem no Instituto Açoriano da Cultura. Qualquer das coisas merece uma visita.
Enquanto esperávamos por uma pessoa na Secretaria Regional da Educação, aproveitei para registar este quadro.
Uma espera de gado é em tudo diferente das restantes touradas e afins aqui da Terceira. Neste caso, são largados, um a um, seis touros no meio da rua. Passados uns minutos, estão os seis touros juntos, a correrem a rua para cima e para baixo. De onde estava, via apenas uma pequena parte da zona por onde eles andavam. Os touros estão embolados com umas peças de metal e não sei se alguém levou ou não uma cornada. Que eu visse, não. Eram touros calminhos, comparando com os que vemos nas touradas de praça. Ao fim de uma hora ou coisa que o valha, começam a recolher os touros. Uns vão pelo seu pé para dentro da gaiola, outros são apanhados à corda e levados para o mesmo destino. De resto, não lhes fazem mais mal do que andarem a correr à sua frente. Penso mesmo que os touros que vêm à cidade participar nestes eventos são veteranos. Andam no mato e já sabem que no Verão têm que se vir mostrar à cidade e dar umas cornadas para o DVD do ano.
Deixo aqui apenas algumas das muitas fotos que fiz.

Os preparativos
Rua de S. Pedro sem carros.
Fechando o "recinto".
A espera, no Alto das Covas. Falta ainda mais de uma hora para esta gente ver touro, mas já cá estão a marcar lugar.




Embolando os touros.

Não pode faltar comida.
Está tudo pronto. Já só falta abrirem-se as gaiolas, uma a uma. Está na altura deste vosso repórter se pirar para casa, para fotografar o resto da janela.
Menina estás à janela...
Aí andam eles
Parece que vai ao ar, mas safou-se.
Um panning
Foge!
Das poucas que tirei da porta de casa.
Aquele que é aqui chamado "o quinto touro", neste caso, o sétimo: os comes e bebes e o combibio.
Bela pelagem, não?
Um dos touros a ser levado de volta à gaiola, para poder ir descansar para o mato.
Para verem a totalidade das fotos das Sanjoaninas -->
As Sanjoaninas são os festejos do S. João, na cidade de Angra do Heroísmo. É uma espécie de "santos populares" de Lisboa, mas com mais adesão. Durante as actividades dos festejos a cidade pára.
Como temos o Simão com semanas, apenas fomos apanhando algumas partes do extenso programa. As Sanjoaninas são muito mais do que o que estas fotos ilustram.
Este primeiro conjunto de fotos é do dia das marchas. A grande novidade deste ano era a marcha de S. Miguel, ilha com a qual os Terceirences alimentam uma certa rivalidade, e que acabou sendo uma boa demonstração de tolerância de ambas as partes.
O primeiro sinal de que irá passar-se algo na rua da Sé são as inúmeras cadeiras que vão marcando lugar ao longo do dia.
Aparecem por todo o lado, normalmente amarradas.

Já no momento em que as marchas decorrem, o que impressiona é a quantidade de gente em cada janela, cada varanda, cada terraço, tudo muito bem engalanado com as respectivas mantas coloridas.

Até nas residenciais há gente a assistir em cada janela.
Aspecto geral das marchas.

A tal marcha de S. Miguel, altamente aplaudida.

Não percam o próximo post, com mais imagens da espera de gado, na minha rua.

Aqui fica a prova de que tive 6 cornudos à porta de casa. Brevemente mais imagens das impressionantes Sanjoaninas 2010.
ZM

Na Prainha, em Angra.
No fim-de-semana grelhámos peixe "normal". Uma dourada de cultura e uma posta de salmão igualmente de cultura. Já vêm como fiquei impressionado com o estado dos Oceanos. O nosso creativo Lourenço, encontrou uma forma de se defender do Sol inclemente, enquanto não temos um suporte para o guarda-sol.


Duas fotos Preto e Branco, feitas na cidade de Angra do Heroísmo.

No passado fim-de-semana decidi participar numa prova de corrida e orientação, organizada pelos Montanheiros. Como gosto de correr e o cenário era apetecível, decidi aproveitar para treinar fazendo a minha estreia neste tipo de prova. Embora tenha feito um mau percurso, porque houve duas balizas que não vi na carta, tendo que lá voltar mais tarde, acabei por andar rápido e ganhei mesmo a corrida.
Está bem que havia só 5 concorrentes masculinos seniores, mas o facto é que fui o mais rápido. A moça que aparece na tabela com um tempo melhor do que o meu não conta porque elas só tinham que ir a metade das balizas.
Deu-me um grande gozo fazer esta prova. E agora soube-me bem descobrir que tinha sido rápido.
Na semana passada passaram por cá alguns barcos de encher o olho. Aqui ficam algumas imagens desses e de outros residentes.
Este é o Exocet, residente, que apanhei a sair da marina.



Estas 4 são de um barco que cá esteve apenas alguns dias, que era absolutamente magnífico. Trata-se de um Jeanneau Sun Odyssey 54DS, que podem ver melhor aqui e que se chamava "Instant Decision", o que se pensarmos no preço de uma máquina destas, parece um nome acertado.

Nestas duas vemos as duas estrelas residentes da marina: o Talismã (Dufour 40) e o Açor que é um Beneteau First 44.7 (fabuloso!). Ao lado (do lado esquerdo dos outros dois) está um qualquer coisa que eu não sei o que é (tinha escrito antes que era um Super Maramú da Amel, mas não tem nada a ver), com mais de 50 pés de comprido. Não era barco que eu escolhesse, mas é uma embarcação impressionante.
© Blogger template Simple n' Sweet by Ourblogtemplates.com 2009
Back to TOP