Our Ceasing Voice

>> sexta-feira, Março 30, 2012

Há muito tempo que não tropeçava numa banda que me enchesse tanto a caixinha dos humores.
Prestem atenção.





Isabel: vai uma dança? :-)

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Preços da Electricidade de novo

>> quinta-feira, Março 29, 2012

Artigo dos professores João Peças Lopes e Manuel Matos que clarifica algumas das inverdades que têm sido propagadas para a opinião pública, relativamente ao preço da electricidade e da sua relação com a geração eólica.
Foi publicado no caderno de Economia do Expresso da semana passada. Está divulgado no site da APREN.
Para que não continuem os suspeitos do costume a querer atirar-nos areia para os olhos.

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O iluminado Crato

>> quarta-feira, Março 28, 2012

A propósito de educação, subscrevo integralmente este texto do Arrastão.

Quanto tempo será necessário para que esta gente perceba que não estão a educar crianças para ontem, mas para amanhã?

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Estalagem da Serreta no Expresso Online

Saíu hoje um artigo sobre a estalagem da Serreta, na edição online do Expresso.
A foto que ilustra o artigo é minha. Já tinha sido publicada aqui no blog:

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Um caminho possível para a electricidade do futuro



Eu acredito mais num combustível de origem renovável, que por sua vez vá fazer girar os actuais motores da geração térmica, mas admito que este possa ser um recurso importante num sistema descentralizado do futuro. O maior problema que lhe encontro é a pouca densidade energética. Uma bateria destas, para acumular 2MWh precisa de um camião de 40 pés. Se colocarmos ao seu lado um gerador de 200kW, com combustível para 10 horas de funcionamento, teremos a mesma energia produzida no final dessas 10 horas e o espaço ocupado será o de um reboque com 5 ou 6 metros de comprimento.
Além disso, se se conseguir produzir um combustível de origem renovável, que faça rodar os actuais motores térmicos, o custo da propagação dessa solução será apenas o da geração do combustível, tudo o mais já está a funcionar.

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A Fada Solária

Fotos da peça "A Fada Solária", do grupo de teatro Galáxia, do qual faz parte a Madalena e as suas amigas Íris e Maria.

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ZM

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Festa do Tinto

Quando regressei das Canárias tive uma noite de escala em Lisboa. Um grande amigo meu, organizou um jantar convívio, em homenagem a este vosso humilde escriba, lá fora a lutar pela vida.
O jantar foi regado com a mais fantástica colecção de tintos do Alto Douro em que alguma vez tive a honra de mergulhar os beiços.
Aqui fica um registo fotográfico do conjunto e um destaque particular àquele que foi provavelmente o melhor vinho que provei até hoje.



Obrigado, amigos.

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A electricidade mais cara do mundo

>> terça-feira, Março 13, 2012

A propósito de um post do meu amigo Miguel, que depois de trocarmos umas impressões sobre o assunto decidiu retirá-lo para investigar mais a fundo a questão, no qual era divulgado este filme:



...não posso deixar de expor alguns comentários de clarificação:
Para começar, aqui está o gráfico dos preços da electricidade nos 27 países da UE, hoje

Os preços são tirados daqui, e neste gráfico que tem os preços para o consumidor doméstico com consumos mais baixos, Portugal aparece com 10 países à sua frente (com electricidade mais cara). Agora vejamos esta tabela para a primeira metade do ano 2011 (altura em que o IVA ainda não era de 23%):
(Source)
Aqui, os países não aparecem ordenados, mas verificamos que Portugal, até esta altura não tinha um preço final elevado relativamente ao resto dos países, notando-se contudo que o peso das taxas além do IVA é dos mais elevados, dando alguma razão a quem diz que há um peso excessivo de custos extra no preço final da nossa electricidade.

Agora reparem no que acontece com o preço da gasolina sem chumbo e do gasóleo à data de hoje, retirados do mesmo local:
No caso da gasolina, Portugal tem 6 países à sua frente, no caso do gasóleo tem 9.
O que isto significa é que a situação do preço dos combustíveis é mais grave do que a do preço da electricidade, mas ninguém parece importar-se com isso.
Actualmente está na moda dizer mal das eólicas e das barragens, como se fossem elas o que mais nos custa nas contas de cada mês. Se compararmos o que gastamos em combustíveis e em comunicações, incluindo o MEO, a Internet e os telemóveis, veremos que a conta da electricidade é uma ninharia.

Do mesmo site retirei o custo da Feed-In Tarif para eólicas on-shore, ou seja o preço a que é paga a electricidade eólica em terra ao produtor. Nos países que tinham n/a, apaguei o valor para poder fazer o gráfico. Dentro dos que têm valor atribuído, Portugal aparece a meio da tabela, com um valor que é menos de um terço daquele apontado para a Itália e o Reino Unido.

O que isto mostra é que o discurso de Mira Amaral, Patrick Monteiro de Barros e companhia vai minando a lógica da política de energia que se iniciou no governo de António Guterres (e não nos de Sócrates, como estão sempre a querer vender-nos), onde se pretendia promover a geração renovável de electricidade, reduzindo tanto quanto possível a nossa dependência do exterior.
Eu acredito que haja margem para negociar alguns contratos excessivamente benéficos a alguns produtores, particularmente no que diz respeito às co-gerações a combustíveis fósseis, que hoje já nem utilizam a componente térmica do processo e continuam a ser subsidiadas, mas daí a vir dizer que as eólicas e as barragens são a hidra do orçamento, vai uma grande distância. Até admito que a barragem do Tua, em particular, devesse ser discutida (se ainda formos a tempo), mas para isso não é necessário montar uma data de inverdades, como a de dizer que o benefício liquido da produção das barragens é nulo. Pois se elas permitem armazenar o que foi produzido por eólicas quando essa electricidade não podia ser consumida, têm certamente um papel importante no sistema electro-produtor.

Eu tenho tarifa tri-horária e desligo a totalidade dos aparelhos de audiovisual (sobretudo a box do MEO, que é um sorvedouro de electricidade) durante grande parte do dia. Com a primeira medida poupo entre 4 e 5 euros na factura mensal e com a segunda poupo mais uns 3 a 4 euros por mês. Quantos consumidores se dão a este trabalho? Poucos. Porquê? Justamente porque a electricidade é barata. Dizer o contrário é atirarem-nos areia para os olhos.

O que sinceramente me assusta é que, por um lado, não vejo as pessoas convictamente interessadas em reduzir os seus consumos de electricidade, por outro, só conheço duas formas de se ter electricidade barata nos dias de hoje: carvão e nuclear. Será que os ecologistas que tanto se manifestam contra as barragens estão prontos para travar um eventual projecto de produção de electricidade a partir de energia nuclear? Será que queremos voltar ao carvão, com todas as consequências que isso acarreta para o aquecimento global e para as chuvas ácidas?

Alguns dos que erguem a bandeira dos sobre custos das renováveis, o que têm na agenda é a produção nuclear. É gato escondido com o rabo de fora. Por isso é que tenho tanto medo que as pessoas se deixem enganar por este discurso.


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Leituras

>> segunda-feira, Março 12, 2012

Estou há já alguns meses a ler livros excelentes, um atrás do outro, avidamente.
Já não sei onde começou esta fortuita sequência, mas lembro-me do fabuloso Filho de Mil Homens, de Valter Hugo Mãe; do Kafka à Beira Mar, do Haruki Murakami; After Dark, do mesmo autor; O Segredo do Alquimista, de Scott Mariani; El Palacio de La Medianoche, do Carlos Ruiz Zafón; La Playa de los Ahogados, de Domingo Villar (uma história encantadora, à volta da Ria de Vigo, cheia de mar, de tabernas galegas, de memórias do passado); e agora, finalmente, tenho em mãos a História do Rei Transparente, de Rosa Montero.


Neste último, a páginas tantas, lê-se:
"- Correm tempos maus, Leola. Eu não conheci outros, mas dizem que antes, há muito tempo, existiu um mundo diferente, um mundo de honra e de palavra, no qual os cavaleiros se sentavam juntos à mesma mesa e honravam o seu Rei, o grande Artur. Hoje, os reis são uns cobardes e os cavaleiros uns miseráveis. Hoje impera a cobiça e as palavras valem tão pouco como ervilhas podres. (...) Os velhos são considerados animais inúteis e doentes de que é preciso desembaraçar-se. Mas eu sei que isso não é assim. Eu sei que a velhice é a verdadeira etapa épica do Homem, é a idade em que nós, os guerreiros, temos de travar a nossa batalha mais gloriosa. Não há gesta maior, não há proeza maior que saber envelhecer e morrer bem."
Este romance passa-se no século XII, mas penso que este discurso, nove séculos volvidos, continua a fazer sentido. Avançámos muito, mas ainda não chegámos lá.

Boas leituras.


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San Agustin, Gran Canaria, España

>> quarta-feira, Março 07, 2012

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Aspecto da vista do hotel para o lado oposto ao mar. Não deve muito à beleza, pois não?

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Já esta é a vista para o lado da praia. Menos mau.

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Fiz várias fotos da brigada do reumático a caminhar na areia, mas esta foi a única de que gostei realmente.

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Duas soltas de Angra e "arredores"

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Não costumo virar-me muito para as flores, mas a luz que iluminava esta, no Parque Municipal do Relvão, em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, chamou-me particularmente a atenção. Aqui fica o registo.

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Há coisa de duas semanas houve uns dias com uma visibilidade fora de série. Esta foi tomada bem longe das horas mágicas e mesmo assim resultou. Vemos no primeiro plano a ilha Terceira, onde me encontrava, depois a ilha de S. Jorge e atrás o Pico, com a sua montanha nevada.

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Finalmente, o Rei vai nú

>> domingo, Março 04, 2012



The emperor has no clothes! Finalmente, alguém vem dizer, preto no branco, que este caminho não tem futuro. Temos forçosamente que mudar de rumo. As leis da física não mudam a gosto, temos que ser nós a adoptar um rumo sustentável.

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Arcadia

>> sexta-feira, Março 02, 2012

Um post da Colher de Mãe, sem mais comentários.
Narsilion, uma banda muito apreciada cá por casa.

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Sobre este blog

Somos Sintrenses por adopção, daí o frequente interesse por temas relacionados com Sintra. Actualmente, vivemos na ilha Terceira, nos Açores, mais propriamente na cidade de Angra do Heroísmo, o que transformou este blog, de alguma forma, num canal privilegiado para ir dando a conhecer como é a vida no meio do Atlântico.

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